quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Todo apoio a Escola de Samba União da Ilha da Magia

Companheiros amigos de Cuba.

O Diário Catarinense abriu um debate no espaço chamado Mural, sobre o tema da escola de samba União da Ilha da Magia, que nesta oportunidade homenageia Cuba. Seria importante manifestar-se.

Abraços

Edison 

 

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“Mural

Neste carnaval, a União da Ilha da Magia estreia na Nego Quirido com o enredo Cuba Sim, em Nome da Verdade, e louva as belezas, qualidade de vida e virtudes democráticas que os carnavalescos atribuem à ilha de Fidel Castro. Qual a sua opinião?

 

  • CUBA LIVRE no Carnaval de Floripa Livre do preconceito da minoria que acumula riqueza. Livre da ignorância política dos que se beneficiam com um regime desigual. Livre do bloqueio midiático. Livre para contar sua história, seus feitos, sua resistencia, o combate a fome e a ignorância e o orgulho que o povo Cubano tem do seu país. Parabéns a União da Ilha! Carnaval tem tudo haver com política sim! E vocês inovaram neste quesito. O povo da velha desterro agradece, resiste e vai fazer o samba rola forte na nego querido!

Dalva Marisa Ribas Brum Ribas Brum

dmrbrum@hotmail.com

Florianópolis - SC - Brasil
02/02/2011 - 23:56

  • Iniciativa mais que bem-vinda dessa escola de samba.O grande público terá contato com a história de Cuba contada por aqueles que a conhecem e tem um olhar diverso do que se ouve dizer deste pais. Seu samba enredo e todo o desfile deverão mostrar outros aspectos desse povo que, no mínimo, merecem nossa atenção e reflexão.Parabéns à escola.

neusa gelsleichter

neusa2707@hotmail.com

são josé - SC - Brasil
02/02/2011 - 17:33

  • Muito oportuno o tema da escola de samba da nossa lagoa. Cuba, sua revolução, seu povo, sua arte, sua música são uma referência do que de melhor temos em nossa América Latina.

glauco marques

florianópolis - SC - Brasil
02/02/2011 - 16:01

  • Parabéns Florianópolis, parabéns Santa Catarina! Cuba é um país lindo o povo é hospitaleiro e gentil e merece ser homenageado. Liberdade para os 5 heróis cubanos prisioneiros do império, fim do embargo americano a Cuba!

rosana fogaça

porto alegre - RS - Brasil
02/02/2011 - 14:45

  • Estive em Cuba, no ano passado, acompanhando os membros da Escola de Samba UIM na pesquisa de campo, que serviria de base para o tema do carnaval em 2011. Na viagem, custeada por recursos próprios, tivemos a oportunidade de conhecer a idiossincrasia do povo Cubano, sua historia, cultura, museus, memoriais, religiões. Os carnavalescos conhecerão como funciona o serviço de saúde integral. Tivemos longas conversas com historiadores, com o coordenador do carnaval de Havana, diretores de museus, escritores e com o diretor e coreógrafo do Cabaret Tropicana, Além disso, podemos andar livremente pelas ruas de Havana e conversar com seu povo. Uma viagem que confirmou a todos da legitimidade e dignidade da escolha do samba enredo e que supera toda crítica de cunho político-ideológico que ignora a realidade daquele país. A Associação Cultural José Martí de Santa Catarina apóia esta iniciativa incondicionalmente. E convida a todos a participar de este acontecimento incomum em Florianópolis.

Edison Puente

edison.p@ibest.com.br

Florianópolis - SC - Brasil
02/02/2011 - 14:23

  • Fidel Castro ficou mais de 49 anos ditador, comandando Cuba como um curral de pessoas, com liberdade vigiada. Em 2008, Raul Castro, seu irmão, começou a eliminar as proibições mais simples liberando a venda de computadores pessoais (PC´s), DVD´s, telefones celulares e televisores, a cidadãos comuns de Cuba. Um povo SEM LIBERDADE, ACABA NA INÉRCIA, fora da realidade contemporânea, onde hoje, a LIBERDADE, é fator preponderante para o desenvolvimento humano, tecnológico e, principalmente de sobrevivência neste planeta. CUBA! ABRA OS PORTÕES DA SUA REPÚBLICA, e dê o DIREITO de seu povo, de ir e vir pelas suas próprias pernas. BRASIL! O melhor pais do mundo para se viver. Isto sim merece um samba enredo

Luiz Mario Pereira

Criciúma - SC - Brasil
02/02/2011 - 10:19

  • Parabenizo a atitude da escola de samba que levantará o tema no carnaval! Realmente é importante levantar um pouco a venda que existe nos olhos das pessoas a respeito da Ilha, pois Cuba é na minha opinião um dos maiores exemplos de amadurecimento político na história. Um povo que resiste há décadas a um embargo imposto pelos EUA que não permite nenhum país comercializar nada que tenha uma parte se quer de patente estadunidense com Cuba sob pena de enormes restrições, isso é sim amadurecimento. Preferem abrir mão de certos luxos, mas vivem com a certeza de que todos tem o que comer, todos têm acesso a saúde e educação. Espero que o samba enredo explique que a pequena iha em tamanho, mas gigante em justiça e Democracia, não possui uma série de produtos devido a este embargo criminoso que os EUA insiste em manter. E se os países capitalistas tem tanta certeza da razão que há em seu modo de produção, por que não derrubam o embargo para que Cuba floresça em sua liberdade?

Thiago Augusto Divardim de Oliveira

thiago.bolinha@ibest.com.br

Ponta Grossa - PR - Brasil
02/02/2011 - 09:25

  • Quando estive em Cuba, senti ar de liberdade. Um povo livre, culto e que tem a educação acima de tudo. Mesmo sofrendo um bloqueio criminoso dos E.U.A., não existe miséria e desemprego, nenhuma criança cubana mora na rua. não existe analfabetos, as taxas de criminalidade beiram a zero, o incentivo ao esporte é espetacular e a música nem se fala. Os eventos culturais se espalham por todo o país e a todo momento e mesmo com dificuldades devido ao bloqueio a politica de saúde no país é um exemplo para o mundo.

Guilherme Fagundes da Silveira

Porto Alegre - RS - Brasil
02/02/2011 - 09:24

  • Santa Catarina está de parabéns. O Carnval de Sta Catarina está no lugar mais alto do pódium! Homenagear Cuba, contar a verdade sobre esta Ilha é um dever que os brasileiros não tem cumprido. Muitos jovens acreditma na mentira americana sobre Cuba. Espero que ações como esta se multipliquem, e mais pessoas cantem e contem a verdade sobre Cuba.

Almeri Espindola de Souza

almeri@cpovo.net

Porto Alegre - RS - Brasil
02/02/2011 - 00:29

  • Parabens à Uniao da Ilha. Uma aula de história na Passarela... Tão poucas vezes a realidade de Cuba chega aos ouvidos e olhos do povo brasileiro, sem estar carregada de preconceitos da direita mais raivosa. Lindo enredo, lindo desfile... Vivas a Uniao da Ilha, pela ousadia, originalidade, pela opção que dao ao povo.

Heloisa Pereira

Fpolis - SC - Brasil
01/02/2011 - 21:49

  • Acho legal ter Cuba como samba enredo. Cuba é um país alegre, tropical, com várias identidades culturais com o Brasil e o samba. Como Floripa, uma ilha. E também é um país que luta para manter sua independência e suas conquistas. Tem sido agredido por países imperialistas e grupos econômicos internacionais. Prestar solidariedade à Cuba e seu povo, é bastante oportuno!

Luiz Machado

Florianopolis - SC - Brasil
01/02/2011 - 20:39

  • Mesmo suscitando o aparecimento deste triste povo que vem babar sua ignorância política, sua despolitizaçao abissal e seu preconceito estúpido a respeito de Cuba,a Escola pode se considerar já vitoriosa. A ilha veio,pelo menos por algum tempo, para o debate. O que há na Ilha é o aparecimento de um novo projeto civilizatório, evidentemente imperceptível para mentalidades entorpecidas pelo consumo, pelo universo vazio e futil do xópin, pelas pulsões anestesiadas por coca(s), com a cabeça destituída de qualquer senso crítico que vá além de bigue méquis, bigue bróderis, roupa cara,...Informem-se nos livros o sentido mais profundo que possa ter a palavra solidariedade e saberão entender minimamente o novo que se gesta naquela sociedade. Leiam, leiam muito e, sobretudo, visitem a Ilha maravilhosa do povo cubano, pobre sim, mas altaneiro, festeiro e alegre como nenhum outro que conheci(e olha que conheci vários).Parabéns à Escola. A partir deste ano contam com mais um torcedor apaixonado.

Clarilton Ribas

Florianópolis - SC - Brasil
01/02/2011 - 20:04

  • A minha opinião é a seguinte: eu acho que todo o mundo deve externar a sua opinião, já que a opinião abalizada é uma opinião concisa e uma opinião é uma opinião. Aliás, quem opina é quem tem opinião e quem tem opinião é por que gosta de opinar e a opinião, para quem opina, tem um caráter opinativo. Por isso, a opinião nada mais é do que uma opinião e jamais deixará de ser uma opinião. Eu acho, que sem rodeios, eu dei a minha opinião, muito embora hajam outras opiniões, que no caso não são a minha opinião. Mas, tudo bem, cada um tem a sua opinião e eu respeito a opinião de todos, sem, entranto, desconsiderar a minha opinião.

clenio correa correa

cleniocorrea@bol.com.br

santa maria - RS - Brasil
01/02/2011 - 17:12

  • Em nenhum momento o samba fala em DEMOCRACIA, portanto o tema é um tema. Podiam falar da Austria, Dinamarca, Azerbaijão, mas Cuba???? Nao!!!!! PURO PRECONCEITO. Por isso q o mundo esta esta M**** q esta, porque ta cheio de hipocritas... Excelente o tema, sempre atual!!!!! REVOLUCAO (pessoal, politica, social, cultural...). Viva a Dignidade, a Soberania do povo cubano, nao como nós, MARIONETE dos Americanos (Lula comecou a mudar este tom de conversa, nao sou PT, mas gostei, temos q defender o q e nosso!!!!! CHEGA DE AJOELHAR PROS IANQUES). Olha q lindo a RBS = REDE GLOBO,transmitindo por 80 minutos um enredo destes. Isso é HISTÓRICO!!!!! Muitas discussoes irao acontecer, nas arquibancadas, camarotes, concetração, nas casas, bares e ouvintes das radios q transmitirao.... so isso já valeu parabens UNIAO!!!Isso e que falta pra nos, SENSO DE COMUNIDADE, CIDADANIA, IGUALDADE, ISONOMIA.....

Gustavo Linhares Linhares

floripa - SC - Brasil
01/02/2011 - 17:03

  • Parabenizo a escola União da Ilha da Magia pela ousadia em apresentar Cuba.Os ignorantes que nao conhecem a história de Cuba, continuarão criticando sem ao menos ler um livro que seja interessante. Continuam lendo Veja, isto é, Caras (entre outros) e sonhando com um mundo que não é deles. Abram os olhos para o mundo ou pelo menos vao ver Carnaval da Ilha da Magia com outros olhos, interessados em conhecer um pouco melhor a Verdade sobre Cuba.

Josefina de Carvalho

Florianópolis - SC - Brasil
01/02/2011 - 15:55

  • Lendo os comentário, tenho a certeza que a visão que alguns tem sobre Cuba é sobre a ótica dos imperialista ianke, pela cultura do povo e pelo acesso que tem as informações o povo cubano ja teria mudado o regime como fizeram na revolução cubana. Os que criticam que me mostrem em que lugar do mundo que todo o povo tem acesso gratuito a saúde e a educação, qual o governo do mundo mandou médicos, enfermeiros e tantos outros profissionais da saúde para o Haiti, o Brasil mandou soldados, o câncer do mundo USA mandou soldados etc. Só criticam Cuba os que não há conhece e podem acreditar o povo cubano amam Cuba, Fidel e a revolução.

Carlos Alberto Costa

carlos1ac@bol.com.br

São José - SC - Brasil
01/02/2011 - 13:36

  • Santa Catarina e o carnaval catarinense estão de parabéns. Para quem conhece a história e a realidade atual de Ilha,sabe o quanto ainda algumas pessoas estão equivocadas. Em Cuba não existem crianças de rua, nem cidadãos desassistidos, não existe miséria. Existem sim, dificuldades e muitas mas, quem está informado (mídia alternativa) sabe bem porque. O povo cubano é altivo, alegre, saudável, culto (aliás,"ser culto para ser livre" não é coisa de agora, é desde José Martí)- é SOBERANO, é DIGNO! Acredito que a aula de história que a União da Ilha nos proporcionará neste carnaval será inesquecível. Aqueles que ainda "vivem" no tempo do "ouvi falar" ou "li" (mas nem sabe onde...)tenho a certeza de que estarão se questionando. Também vale ressaltar a pesquisa feita pelos carnavalescos que estiveram em Cuba e ainda o samba-enredo que não pode ser melhor. Estou ansiosa para ver a "UNIÂO" entrar na avenida e dar seu recado. E que recado! UNIÃO:VENCEREMOS!

maria cezira mainieri

cezira78@yahoo.com.br

Porto Alegre - RS - Brasil
01/02/2011 - 13:14

  • Parabenizo a Escola de Samba pela audácia e coragem de ter o tema: Cuba.Médicos cubanos ajudam anonimamente no Haiti, tratando de 40.000 pacientes com cólera, sem fazer alarde na Mídia e 800 estudantes brasileiros fazem Medicina de forma gratuita, a única forma que temos de agradecer pela humanidade que Cuba transmite é homenageando este querido povo guerreiro - o cubano - que não dobra os joelhos para o Tio Sam.

MARIA ELOÁ GEHLEN GEHLEN

mariaeloa@bol.com.br

porto alegre - RS - Brasil
01/02/2011 - 13:05

  • Santa Catarina e o carnaval catarinense estão de parabéns. Só quem não conhece a história e a realidade atual de Cuba ou ainda "vivem" o que "houviram falar" nos jornais e na mídia tendenciosa é que pode ainda tecer preconceitos sôbre a Ilha e seu sistema político. Ao contrário do que alguns poucos ainda dizem, em Cuba não há miséria. Não vemos crianças de rua, cidadãos desassistidos e tão pouco fome. Existe sim, dificuldades e muitas,mas quem se informa sabe bem porque. De todo, é um povo altivo, alegre, saudável, esclarecido e principalmente, SOBERANO e DIGNO! Estou louca para ver a "Unidos" entrar na avenida e dar seu recado...aliás, grande recado! VENCEREMOS!

maria cezira mainieri

cezira78@yahoo.com.br

porto alegre-rs - RS - Brasil
01/02/2011 - 12:21

  • A PRIMEIRA COSA QUE ME VEIO A CABEÇA QUANDO SOUBE DO TEMA DO ENREDO... "VAI SER ÓTIMO SE PELO MENOS 10 PESSOAS SE PREOCUPAM EM OBTER INFORMAÇÕES DE GENTE -COM CONHECIMENTO DE CAUSA- DE AMBOS OS LADOS". PARA CUBA NÃO SE APLICAM TERMOS ABSOLUTOS. NÃO SEI QUANTO TEMPO VAI DURAR A "LEI DO PÊNDULO" MAS CERTAMENTE CHEGARÃO AO MEIO. AGORA BEM, GOSTARIA DE CHAMAR A ATENÇÃO SOBRE -PUERTO RICO- COMO NÃO TEM MAIS CUBA A `NASA´ LEIA-SE NORTE AMÉRICA SOCIEDADE ANÓNIMA,QUER OUTRO "QUINTAL". QUEM SABE OS DONOS DA VERDADE, POUSAM PREVER E OU FAZER ALGUMA COISA ANTES DE QUE SEJA TARDE. VALEU UNIÃO DA ILHA... SACUDIU O ESQUELETO

ANDRES BUELA

maracana2a1@hotmail.com

FLORIPA - SC - Brasil
01/02/2011 - 11:13

  • Meus caros, não tó aqui pra puxar a brasa pra sardinha de ninguém, mas se formos ler atentamente o enrredo da escola em questão, veremos que não há em momento algum louvação à "democracia" cubana, apenas contando parte da história do país caribenho, logo acredito que o tópico está tendensioso e desproporcional. Gente, vá lá que Cuba tenha uma história contraditória, mas é a história dela e ponto final. A Escola por sua vez, pode contar a história de quem quiser, estou certa ou errada? Então vamos lá, aprovando ou não, gostando ou não, o passado do povo cubano não mudará. Vamos respeitar a posição de um país soberano e ver sua história na Nego Quirido....vc gostando ou não!

Fedora Abdala

fefeabdala@globo.com

Fpolis - SC - Brasil
01/02/2011 - 11:04

  • Concordo com o que disse uma senhora abaixo: os incomodados que se mudem, portanto, quem está incomodado de fato com este enredo, não faltam opções de cidades pra morar no brasil ou fora dele, como são capitalistas, certamente terão condições de exercer tal opção. Melhor vestir mesmo a calça jeans e blusa branca igual a todo mundo e ter acesso a saude, educação e esporte da melhor qualidade...mesmo com o salário baixo como disse o desinformado Moacir Pereira. Aliás, quanto será que ganha esse colunista? De que adianta rios de dinheiro se um curso superior custa no minimo 800 reais mensais, um plano de saúde 200 e o acesso ao esporte no mínimo + 100? Só aí já temos 1.100...sem contar no aluguel, alimentação, entre outros gastos...e quem tem filhos sofre mais ainda. Melhor o salário igual e baixo, mas com acesso a tudo da melhor qualidade e gratuito, inclusive o pão e leite nosso de cada dia! E Viva Cuba! Vá até lá livre de políticas e preconceitos e depois me conte!!!

Manoela do Carmo Soledad

soledad62@hotmail.com

Florianópolis - SC - Brasil
01/02/2011 - 01:03

  • Com um tópico irônico e tendencioso como este só poderia resultar em vários comentários intolerantes e preconceituosos. Muitos deixaram transparecer a completa falta de conhecimento, pois não tiveram o trabalho de consultar o enredo da escola antes de demonstrarem tanta negatividade. Acho LOUVÁVEL a proposta da escola para o carnaval de 2011. BRAVO! E pelo que a escola apresentou nos últimos anos e entrando na avenida quebrando paradigmas, estará sim na briga pelo título.

Frida Catarina Mastrângela de Suplicy da Maia

Floripa - SC - Brasil
31/01/2011 - 21:49

  • Qualidade de vida? Na ilha de Fidel? Quanta desinformação. Há 50 anos os Cubanos, vivenciam a miséria coletiva, independentemente de seu grau de escolarização. Francamente. Este terminantemente, a cultura passou ao largo.

LUIZ HENRIQUE ALVES

dickalvesprimo@yahoo.com.br

Curitiba - PR - Brasil
31/01/2011 - 21:06

  • Respeito todas as opiniões que foram expostas nesse debate. Espero que respeitem a minha, que é a seguinte: só mesmo uma sátira carnavalesca poderia dizer que em Cuba existe democracia. Se desdobrarmos a palavra democracia, teremos: demo=povo, cracia=governo. Ou seja, o povo governa. Logicamente, nem em Cuba e em nenhum outro país do mundo é o povo que governa, mas, ao menos, a população pode praticar cidadania, manifestando-se com total liberdade. Ao que consta, em Cuba o ditador fala e o povo escuta e cala. Isso é democracia?

Natal Marchi

natal_marchi@yahoo.com.br

Rio do Sul - SC - Brasil
31/01/2011 - 20:40

  • Salve ao queridos leitores... Eu como membro da UIM... Digo; antes de julgar é importante se informar... Qual o objetivo do carnaval? O carnaval tem como principal objetivo levar informação através dos seus enredos, assim como divertir e encantar o grande público amante da festa. Sabemos que cuba tem seus problemas e não é nenhum paraiso socialista, porem precisamos mostrar ao mundo que cuba precisa ser vista sem olhar de preconceitos... Mostrar a beleza de seu povo que sofre mas que porem luta! CUBA SIM, EM NOME DA VERDADE! Aos que não gostam e não acham certo o enredo... Espero vcs na avenida para juntos vermos a beleza de cuba que seram engrandecidas pela minha escola! “A melhor maneira de ser livre é ser culto.” José Martí A graça paz e bem, BIG Clauner.

Big Clauner da França

claunerf@yahoo.com.br

Florianopolis - SC - Brasil
31/01/2011 - 19:59

  • No início fiquei apreensiva com o enredo, mas depois vi que realmente o que está ali é a realidade de Cuba hoje. Muitos amigos que já foram para lá para eventos e também para passeio tiveram a mesma impressão. "A voz do povo pela igualdade." Essa igualdade foi conquistada com muita luta. Os serviços de saúde e educação são considerados os melhores do mundo, vamos falar o quê? Todos entram na fila do pão e leite todos os dias, não passam fome e são muito felizes. É um país alegre, colorido, cheio de vida...belíssimo...e agora sim vive um novo momento. Acredito que o enredo não fere o lado político dos cidadãos cubanos, pelo contrário, enaltece a Cuba que encontramos hoje. E viva este povo! E viva o carnaval...pq o que é bonito tem que ser mostrado! Dá-lhe, Cuba! Ainda terei a oportunidade de conhecer este lugar magnífico! Abraços, Paula

Paula Garcia

Floripa - SC - Brasil
31/01/2011 - 19:37

  • Nunca tinha visto manifestações com tanto desconhecimento da história e da realidade de cuba... e pior, calcadas em preconceitos... Eis a mais perigosa combinação: ignorância + preconceito + discriminação = intolerância... conheçam, investiguem, pesquisem sobre cuba e o povo cubano para depois refletir sobre as informações que são vinculadas por terceiros... que pouco tem a ver com a realidade... e com fácil marketing nos meios de comunicação... chega de papagaios da ignorância... é hora de seriedade com os fatos e com a história...

Barulio Saraf

Floripa - SC - Brasil
31/01/2011 - 18:18

  • Acho ótimo! Estamos acostumados a ouvir só um lado da história sobre Cuba: o lado dos EUA. Apesar das dificuldades e limitações, Cuba é um país muito melhor que seus vizinhos Honduras, Haiti, República Dominicana, Nicarágua... (todos esses capitalistas). Que bom que a União da Ilha teve essa coragem!

Rodrigo da Silva

pj.rodrigo@gmail.com

Florianópolis - SC - Brasil
31/01/2011 - 15:44

  • Apenas para conhecimento aos direitistas de plantão: A escola de samba União da Ilha da Magia esteve com uma comitiva em Cuba, durante 10 dias, pesquisando, conhecendo, registrando e elaborando o enredo 2011. A fonte de pesquisa foi in loco, ou seja, não há nada influenciado por meios que falam parcialmente. E meus caros, antes de comentar vão pesquisar sobre o processo e o que está sendo dito no enredo ou no samba de enredo, porque mais absurdo que qquer coisa é criticar sem nem mesmo ter ido à Cuba ver de perto, apenas por posição política ou porque assiste demais a rede Globo! Mas td bem, ninguém nasce sabendo...Vão estudar ao invés de perder tempo na frente da telinha ou lendo a Veja!

Nelson Espíndola

nelsynhopin@bol.com.br

Floripa - SC - Brasil
31/01/2011 - 15:38

  • "Esta noite milhares de crianças dormirão nas ruas: nenhuma é cubana" (Fidel Castro)

Idelfonso Nunes

Laguna - SC - Brasil
31/01/2011 - 15:37

  • É louvável que pela primeira vez o Diário Catarinense abra espaço para um assunto tão importante como é Cuba e que outros pontos de vista tenham espaço. Um país latino-americano, com 11 milhões de pessoas e uma história tão trágica, de colonização, dependência, saqueio e humilhação, como os outros países de Nossa América, que enfrentou com coragem e determinação seus algozes, muitas vezes com a própria vida. A diferença de Cuba com os outros países latino-americanos é  sua luta histórica de vencer a dominação: primeiro do Império Espanhol e depois, Norte-americano, com uma revolução que expulsou, desapropriou e nacionalizou todos seus recursos naturais em benefício de seu povo, que hoje tem os melhores índices em mortalidade infantil, educação, saúde, esporte, cultura e segurança publica. A Organização das Nações Unidas, por 19 vezes consecutivas, votou quase por unanimidade contra o criminoso bloqueio impetrado pelos EUA contra Cuba. Quem hoje é contra Cuba é contra a humanidade.

Edison Puente

edison.p@ibest.com.br

Florianópolis - SC - Brasil
31/01/2011 - 15:10

  • Isso é resultado de um país contraditório que proíbe o nazismo e permite o comunismo. Espero que os próximos a serem perseguidos não sejam os cristãos e democratas, pois este é o desejo dos comunistas, assim como os nazistas. Por que temer a verdade?, como disse Lênin: "Verdade é um conceito burguès". A revolução mais cruel é a que vem pela cultura.

Paulo Saint Marie

paulodesaint@gmail.com

Criciuma - SC - Brasil
31/01/2011 - 14:21

  • Mais um "absurdo previsível" que só ocorre no país das maravilhas. Isso é sintoma claro de loucura, psicopatia grave. O uso da palavra "verdade" no título da coisa só reforça o caráter genocída da proposta. Outra coisa: dizer que isso é posição ideológica ou política é outra loucura. Se contra o comunismo assassino não é posição política, mas posição humana pela vida. Os milhares de fuzilamentos que Fidel comandou seriam então todos em nome da verdade? Que lindo isso! emocionante! Chocante! Apavorante!

Cristian Derosa

Fpolis - SC - Brasil
31/01/2011 - 14:16

  • Nunca vi tanta hipocrisia reunida e tanta mente insana também!! Acho que essa diretoria da escola nem cogitou que se aqui vigorasse esse regime, nem carnaval teria, muito menos o luxo que as escolas ostentam por ele. A maioria do pessoal que desfila nas escolas, são pessoas humildes, porém, exercem o direito a alegria e liberdade pelo menos no carnaval. Enumerar o por quê desse regime não ser o ideal, faltará espaço. Portanto digo: Os incomodados que se mudem!

Dilma Pereira Duarte

dilmapduarte@hotmail.com

Florianópolis - SC - Brasil
31/01/2011 - 11:30

  • A União da Ilha falar das belezas da Ilha de Cuba, tudo bem, agora falar em DEMOCRACIA EM CUBA, tá brincando, é coisa de gente que nunca foi lá, é uma DITADURA. Que pena estão fazendo política no carnaval, carnaval com política não combina. Só pode ser coisa de petista.

Paulo Datarram Datarram

São Jose - SC - Brasil
31/01/2011 - 09:54

  • Não deixa de ser sintoma da imbecil comunização do brasil, fruto ou do desconhecimento (ignorancia) ou de má intenção sobre o que se passa naquele país. Será que as vidas ceifadas por aquele nefasto regime não contam como seres humanos, ou são apenas os mortos do Araguaia que eram gente?

Adelino Renuncio

adelino.renuncio@gmail.com

Florianópolis - SC - Brasil
31/01/2011 - 09:02

  • Nao sei qual o objetivo da escola, na contra mao da historia, porque qualquer enaltecimento e pura utopia de uma realidade lentamente em transicao, ate entao acorrentada pela ditadura que desde a tomada pelo poder por (in) Fidel em 1959,"o povo ainda e privados desde as primeiras necessidades como, produtos básicos de limpeza, de higiene pessoal e comida por serem artigos de luxo em Cuba, mercado negro, sonegação, corrupção, prostituição, malandragem, roupas vendidas em pesos são usadas - o preço varia conforme o número de vezes que elas foram recicladas, sem entrar no quesito moradia, transporte, carros onde o atraso e total e absoluto.Fonte Veja.com." Com tantas riquezas na historia de Santa Catarina o pessoal da escola perdeu uma boas oportunidade de valorizar nosso chao e cultura.

Joao Luiz Miguel

expressofloripa@gmail.com

Sao Jose - SC - Brasil
30/01/2011 - 19:52

  • Virtude democrática num pais comunista, acho um pouco estranho!

Jean D`March

São josé - SC - Brasil
30/01/2011 - 18:15

  • Cuba e o povo cubano merecem a homenagem. É corajosa a proposta e está muito bem colocada no samba enredo.

Edgar Ferretti Ferretti

edgarferretti@hotmail.com

Florianópolis - SC - Brasil
30/01/2011 - 15:27

  • Não tenho simpatia por ditadores. Quem está no poder há 50 anos sem ter recebido sequer 1 voto, jamais mereceria esta homenagem. O comunismo já esta falido havia muito tempo. Leiam mais! estudem e trabalhem mais!

marcio peixe

malhariacaricia@hotmail.com

florianópolis - SC - Brasil
30/01/2011 - 10:11

  • POR ESTAS E POR OUTRAS É QUE SE SABE COMO ESTA A CABEÇA DESTE POVO, QUE BRINCA DE ELEIÇÃO, E AGORA CULMINANDO,BRINCAM, COM VIDAS ALHEIAS DEMONSTRANDO NITÍDAMENTE O DESCONHEIMENTO DA HISTÓRIA, É AQUELA VELHA ESTÓRIA FAZER GUERRA COM O SANGUE DOS OUTROS É BOM.,E ISSO PARA MIM É PURA APOLOGIA..e desmerecer a própria vida.

JOSE WILTON REBELO REBELO

LAGES SC - SC - Brasil
30/01/2011 - 09:55

  • MANDEM ELES PARA LÁ.

Luiz Mario Pereira

Criciúma - SC - Brasil
30/01/2011 - 07:36

  • Estes caras da União da Ilha não estão regulando muito bem. Democracia em Cuba ? por amor de Deus gente. Não sabem o que é ditatura e das braba mesmo.

ivaldo dos santos

ivaldo1804@gmail.com

Joaçaba - SC - Brasil
29/01/2011 - 21:14

  • Parafraseando Neguinho da Beija Flôr... olha a União da Ilha da Magia ahiiii gente fazendo sua estreia na Nego Quirido com o tema Lambanças de um Carnavalesco mal informado. Alô Cara Pálida ..qualidade de vida e virtudes democráticas em Cuba??? Tais é dioidio (doido para os estrangeiros)Belezas sendo louvadas aonde??? só se forem em algumas praias por que no resto é uma imundice só.Pena que seja tarde demais para o carnavalesco revisar todo o enredo proposto caso contrário mostrar a realidade do povo cubano seria sensacional.Será que ele imagina mais cubanos refugiados em Miami do que em Cuba?? E os presos políticos do regime de Fidel ??? e as filas enormes para comprar generos de primeira necessidade ?? Na saúde a nota pode ser até 10 mas o que seria do povo sem atendimento público?? Com certeza os poucos que lá ficaram morreriam e então Fidel e seu irmão iriam subjugar a quem.. os homens do Exército Revolucionário que dão força ao regime.Enredo infeliz faltou lerem jornais......

oscar varella

Palhoça - SC - Brasil
29/01/2011 - 11:51

  • Qualidade de vida? Virtude democrática? Posso até imaginar a fonte da pesquisa...

Carmen Nelcy Correa

Floripa - SC - Brasil
29/01/2011 - 10:30

  • É realmente uma pena. Tantas coisas para se homenagar no Brasil a União da Ilha, que em outros carnavais sempre prestigiou a cultura loca, dessa vez pisou e feio na bola. Não tenho nada contra o povo cubano, mas não podemos criar oportunidades para que seus ditadores Fidel e Raúl sejam vistos como bons presidentes. São ditadores e a escola não pçoderia fazer isso tipo de homenagem. É uampena, pois a escola poderia ser uma das candidatas ao título. Mas com esse enredo com certeza não vai ganhar o carnaval.

Fredy Silva

Florianópolis - SC - Brasil
29/01/2011 - 10:08”

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

La suerte de Mubarak está echada

La suerte de Mubarak está echada, y ya ni el apoyo de Estados Unidos podrá salvar su gobierno. En Egipto vive un pueblo inteligente, de gloriosa historia, que dejó su huella en la civilización humana. “Desde lo alto de estas pirámides 40 siglos os contemplan”, cuentan que exclamó Bonaparte en un momento de exaltación cuando la revolución de los enciclopedistas lo llevó a ese extraordinario cruce de civilizaciones.

Al finalizar la segunda Guerra Mundial, Egipto estaba bajo la brillante dirección de Abdel Nasser, quien junto a Jawaharlal Nehru, heredero de Mahatma Gandhi; Kwame Nkrumah, Ahmed Sékou Touré, líderes africanos que junto a Sukarno, presidente de la entonces recién liberada Indonesia, crearon el Movimiento de Países No Alineados e impulsaron la lucha por la independencia de las antiguas colonias. Los pueblos del sudeste asiático, el Medio Oriente y el África, como Egipto, Argelia, Siria, Líbano, Palestina, el Sahara Occidental, el Congo, Angola, Mozambique y otros, enfrascados en la lucha contra el colonialismo francés, inglés, belga y portugués con el respaldo de Estados Unidos, luchaban por la independencia con el apoyo de la URSS y de China.

A ese movimiento en marcha, se sumó Cuba tras el triunfo de nuestra Revolución.

En 1956 Gran Bretaña, Francia e Israel, atacaron por sorpresa a Egipto que había nacionalizado el Canal de Suez. La audaz y solidaria acción de la URSS, que incluso amenazó con el empleo de su cohetería estratégica, paralizó a los agresores.

La muerte de Abdel Nasser, el 28 de septiembre de 1970, significó un golpe irreparable para Egipto.

Estados Unidos no cesó de conspirar contra el mundo árabe, que concentra las mayores reservas petroleras del planeta.

No es necesario argumentar mucho, basta leer los despachos informativos de lo que inevitablemente está ocurriendo.

Veamos las noticias:

28 de enero

“(DPA) - Más de 100 000 egipcios salieron hoy a las calles para protestar contra el gobierno del presidente Hosni Mubarak, pese a la prohibición de manifestaciones emitida por las autoridades.”

“Los manifestantes incendiaron oficinas del Partido Democrático Nacional (PDN) de Mubarak y puestos de vigilancia policial, mientras en el centro de El Cairo lanzaron piedras a la policía cuando ésta intentó dispersarlos con gases lacrimógenos y balas de goma.”

“El presidente estadounidense, Barack Obama, se reunió hoy con una comisión de especialistas para asesorarse sobre la situación, al tiempo que el portavoz de la Casa Blanca, Robert Gibbs, advirtió que Estados Unidos reevaluaría las multimillonarias ayudas que otorga a Egipto según la evolución de los acontecimientos.

“Las Naciones Unidas también emitieron un fuerte mensaje desde Davos, donde se encontraba este viernes el secretario general Ban Ki- moon.”

“(Reuters).- Presidente Mubarak ordena el toque de queda en Egipto y el despliegue de tropas del ejército respaldadas por vehículos blindados en El Cairo y otras ciudades. Reportan violentos choques entre manifestantes y la policía.

“Fuerzas egipcias, respaldadas por vehículos blindados, se desplegaron el viernes en El Cairo y otras grandes ciudades del país para terminar con las enormes protestas populares que exigen la renuncia del presidente Hosni Mubarak.

“Fuentes médicas señalaron que hasta el momento 410 personas resultaron heridas en las protestas, mientras que la televisión estatal anunció un toque de queda para todas las ciudades.”

“Los eventos representan un dilema para Estados Unidos, que ha expresado su deseo de que la democracia se extienda por toda la región. Mubarak, sin embargo, ha sido un aliado cercano a Washington por varios años y el destinatario de mucha ayuda militar.”

“(DPA).- Miles de jordanos se manifestaron hoy tras los rezos del viernes en todo el país pidiendo la dimisión del primer ministro, Samir Rifai, y reformas políticas y económicas.”

En medio del desastre político que estaba golpeando al mundo árabe, líderes reunidos en Suiza meditaron sobre las causas que daban lugar al fenómeno que incluso calificaron como suicidio colectivo.

“(EFE).- Varios líderes políticos piden en el Foro Económico de Davos un cambio en el modelo de crecimiento.”

“El actual modelo de crecimiento económico, basado en el consumo y sin tener en cuenta las consecuencias medioambientales, ya no puede mantenerse por más tiempo pues va en ello la supervivencia del planeta, advirtieron hoy varios líderes políticos en Davos.”

“‘El modelo actual es un suicidio colectivo. Necesitamos una revolución en el pensamiento y en la acción’, advirtió Ban. ‘Los recursos naturales son cada vez más escasos’, agregó, en un debate acerca de cómo redefinir un crecimiento sostenible en el marco del Foro Económico Mundial.

“‘El cambio climático nos muestra que el modelo antiguo es más que obsoleto’, insistió el responsable de la ONU.

“El secretario general agregó que, además de recursos básicos para la supervivencia como el agua y los alimentos, ‘se está agotando otro recurso, que es el tiempo, para hacer frente al cambio climático’.”

29 de enero:

“Washington (AP).- El presidente Barack Obama intentó lo imposible ante la crisis egipcia: cautivar a la población furiosa con un régimen autoritario de tres décadas y, al mismo tiempo, asegurar a un aliado clave que Estados Unidos lo respalda.

“El discurso de cuatro minutos del presidente, la noche del viernes, representó un cauto intento de mantener un equilibrio difícil: Obama sólo podía salir perdiendo si elegía entre los manifestantes que exigen la salida del presidente Hosni Mubarak y el régimen que se aferra con violencia a su posición de poder.

“Obama no pidió un cambio de régimen. Tampoco dijo que el anuncio de Mubarak fuera insuficiente.”

“Obama dijo las frases más fuertes del día en Washington, pero no se separó del guión que usaron su secretaria de Estado Hillary Clinton y el vocero de la Casa Blanca Robert Gibbs.”

“(NTX).- El diario The Washington Post pidió hoy al gobierno de Obama usar su influencia política y económica para que el presidente Mubarak abandone el poder en Egipto.”

“‘Los Estados Unidos deberían usar toda su influencia, incluyendo los más de mil millones de dólares en ayuda que suministra cada año al ejército egipcio, para asegurar el último resultado (la cesión del poder por parte de Mubarak)’, indicó el diario en su editorial.”

“Obama en su mensaje pronunciado de la noche del viernes dijo que continuaría trabajando con el presidente Mubarak y lamentó que no mencionara unas eventuales elecciones.”

“El diario calificó de ‘no realistas’ las posiciones de Obama y las del vicepresidente, Joe Biden, quien declaró a una radioemisora que no llamaría dictador al presidente egipcio y que no pensaba que debería renunciar.”

“(AFP).- Organizaciones árabes estadounidenses exhortaron al gobierno del presidente Barack Obama a que deje de apoyar a la dictadura de Mubarak en Egipto.”

“(ANSA).- EE.UU. se declaró hoy nuevamente ‘preocupado’ por la violencia en Egipto y advirtió al gobierno de Mubarak que no puede actuar como si nada hubiese sucedido. Fox News dice que a Obama le quedan dos malas opciones respecto a Egipto.

“Advirtió al gobierno de El Cairo que no puede volver a ‘mezclar las cartas’ y actuar como si nada hubiese sucedido en el país.

“La Casa Blanca y el Departamento de Estado están siguiendo muy de cerca la situación en Egipto, uno de los principales aliados de Washington en el mundo, y recipiente de unos 1.500 millones de dólares anuales en ayudas civiles y militares.”

“Los medios de información estadounidenses están dando una amplísima cobertura a los disturbios en Egipto, y vienen señalando que la situación puede resultar, de cualquier forma que se resuelva, en un dolor de cabeza para Washington.”

“Si Mubarak cae, estimó Fox, Estados Unidos, y su otro principal aliado en Medio Oriente, Israel, podrían tener que afrontar un gobierno de los Hermanos Musulmanes en El Cairo, y un giro anti-occidental del país del Norte de África.”

“‘Estuvimos apostando al caballo equivocado durante 50 años’, dijo a la Fox un ex agente de la CIA, Michael Scheuer. ‘Pensar que el pueblo egipcio va a olvidar que nosotros apoyamos dictadores durante medio siglo es un sueño’, completó.”

“(AFP).- La comunidad internacional multiplicó sus llamados para que el presidente egipcio Hosni Mubarak emprenda reformas políticas y cese la represión de las manifestaciones contra su gobierno que este sábado prosiguieron por quinto día.”

“Nicolás Sarkozy, Angela Merkel y David Cameron pidieron por su parte al presidente ‘iniciar un proceso de cambio’ frente a las ‘reivindicaciones legítimas’ de su pueblo y a ‘evitar a toda costa el uso de la violencia contra los civiles’, el sábado en una declaración conjunta.”

“También Irán llamó a las autoridades egipcias a atender las reivindicaciones de la calle.”

“El rey Abdalá de Arabia Saudita consideró en cambio que las protestas representan ‘ataques contra la seguridad y la estabilidad’ de Egipto, llevados a cabo por ‘infiltrados’ en nombre de la ‘libertad de expresión’.

“El monarca llamó por teléfono a Mubarak para expresarle su solidaridad, informó la agencia oficial saudita SPA.”

31 de enero:

“(EFE) Netanyahu teme que caos en Egipto propicie acceso de los islamistas al poder.

“El primer ministro israelí, Benjamín Netanyahu, expresó hoy su temor de que la situación en Egipto propicie el acceso de los islamistas al poder, inquietud que dijo compartir con dirigentes con los que ha hablado en los últimos días.”

“El primer ministro declinó referirse a informaciones divulgadas por medios locales que apuntan a que Israel ha autorizado hoy a Egipto el despliegue de tropas en la Península del Sinaí por primera vez en tres décadas, lo que se considera una violación del acuerdo de paz de 1979 entre las dos naciones.

“Por su parte y ante las críticas a las potencias occidentales como EE.UU. o Alemania que han mantenido estrechos lazos con regímenes totalitarios árabes, la canciller alemana afirmó: ‘No hemos abandonado a Egipto’.”

“El proceso de paz entre israelíes y palestinos se encuentra paralizado desde el pasado mes de septiembre, principalmente por la negativa israelí a frenar la construcción en los asentamientos judíos en el territorio ocupado palestino.”

“Jerusalén, (EFE).- Israel se inclina por el mantenimiento en el poder del presidente egipcio, Hosni Mubarak, a quien el jefe de Estado israelí, Simón Peres, respaldó hoy al entender que ‘una oligarquía fanática religiosa no es mejor que la falta de democracia’.”

“Las declaraciones del jefe del Estado coinciden con la difusión por los medios locales de presiones de Israel a sus socios occidentales para que bajen el tono de sus críticas al régimen de Mubarak, que el pueblo egipcio y la oposición tratan de derrocar.

“Fuentes oficiales no identificadas citadas por el periódico ‘Haaretz’ indicaron que el Ministerio de Asuntos Exteriores israelí envió el sábado un comunicado a sus embajadas en EE.UU., Canadá, China, Rusia y varios países europeos para pedir a los embajadores que hagan hincapié ante las autoridades locales respectivas de la importancia que para Israel tiene la estabilidad en Egipto.”

“Los analistas israelíes señalan que la caída de Mubarak podría poner en peligro los Acuerdos de Camp David que Egipto firmó con Israel en 1978 y la posterior suscripción del Tratado de paz bilateral en 1979, sobre todo si tuviese como consecuencia el ascenso al poder de los islamistas Hermanos Musulmanes, que gozan de amplio apoyo social.”

“Israel ve a Mubarak como el garante de la paz en su frontera sur, además de un apoyo clave para mantener el bloqueo a la franja de Gaza y el aislar al movimiento islamista palestino Hamas.”

“Uno de los mayores temores de Israel es que las revueltas egipcias, que siguen la estela de las tunecinas, alcancen también a Jordania, debilitando el régimen del rey Abdalá II, cuyo país junto con Egipto son los únicos árabes que reconocen a Israel.”

“La reciente designación del general Omar Suleiman como vicepresidente egipcio y, por tanto, posible sucesor presidencial, ha sido bienvenida en Israel, que ha mantenido con el general cercanas relaciones de cooperación en materia de Defensa.”

“Pero el rumbo que siguen las protestas egipcias no permite dar por hecho que la continuidad del régimen esté garantizada ni tampoco que Israel pueda seguir teniendo en el futuro en El Cairo a su principal aliado regional.”

Como puede observarse, el mundo se enfrenta simultáneamente y por primera vez a tres problemas:

Crisis climáticas, crisis alimenticias y crisis políticas.

A ellas, pueden añadirse otros graves peligros.

Los riesgos de guerra cada vez más destructivos están muy presentes.

¿Dispondrán los líderes políticos de suficiente serenidad y ecuanimidad para hacerles frente?

De ello dependerá el destino de nuestra especie.



Fidel Castro Ruz

Febrero 1º de 2011

7 y 15 p.m.

La verdad se impondrá a favor de Gerardo Hernández, afirma abogado

 

MARTES, 1 Febrero 2011.

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Gerardo Hernández y su pájaro Cardenal en la prisión de máxima seguridad de Victorville, California.

Por Miguel José Maury Guerrero
Agencia de Información Nacional (AIN)

José Pertierra, especialista en temas de inmigración en Washington D.C, y asociado de la firma Pertierra & Toro, P.C de la capital estadounidense, nos recibe franco, amable y desinhibido en La Habana. Frente a no pocas páginas de Internet sobre el caso de Los Cinco, desgrana sus reflexiones sobre la marcha del proceso en busca de la justicia para Gerardo Hernández Nordelo y los otros cuatro compañeros injustamente encarcelados en Estados Unidos.

Su cualidad de típico cubano ayuda a hacerlo partícipe de nuestra intención de esclarecer, lo más posible, sobre el “habeas corpus” solicitado para Gerardo.

EL HABEAS CORPUS

Acerca del significado legal de ese recurso legal interpuesto por el quipo de la defensa de Gerardo y sobre su cometido, el jurista graduado de la Universidad George Washington refiere que se trata de un exhorto que existe hace siglos en toda la jurisdisprudencia anglosajona y no simplemente en la norteamericana.

“El “habeas corpus” lo solicita un acusado cuando piensa que le han violado sus derechos fundamentales, los constitucionales, y acude entonces a un tribunal para que revise la sentencia, con vistas a determinar si efectivamente se han quebrantado o no tales derechos”.

Autor de numerosos artículos sobre extradición, inmigración y derecho internacional, Pertierra explica que Hernández Nordelo –a quien le negaron el derecho a una resentencia a finales de 2009 y mediante la cual le redujeron significativamente las condenas a tres de sus compañeros–, ha acudido ante los tribunales para que determinen si tiene derecho a una asistencia efectiva de sus abogados.

“En octubre del pasado año, –agrega– sus letrados presentaron el recurso ante el Tribunal Federal de Miami, presidido por la jueza (Joan) Lennard, (quien le juzgó en 2001) y ahora, en los próximos días, la Fiscalía responderá”.

LA CLEMENCIA EJECUTIVA

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Entrevista a Joséˆ Pertierra, abogado que representa al gobierno de Venezuela para la extradición del terrorista Luis Posada Carriles, en La Habana, Cuba. AIN FOTO/Omara GARCIA MEDEROS

Hombre de respuestas rápidas y seguras, Pertierra habla con precisión cuando se le pregunta sobre qué otro resquicio permitiría el sistema legal estadounidense, en caso de que la petición de “habeas corpus” no arroje el resultado deseado.

“La defensa puede seguir apelando, –asegura, y respaldado por su experiencia en el ejercicio legal, afirma:

“Estos procesos suelen tomar mucho tiempo; todavía hay varias etapas que pasar, aunque yo sigo insistiendo que la manera más efectiva de resolver este caso es a través de lo que la Constitución de Estados Unidos llama una clemencia ejecutiva, que en esta oportunidad correspondería al Presidente (Barack) Obama”.

Asevera entonces que el actual mandatario, si lo deseara, no tendría siquiera que indultar a Los Cinco, sino simplemente mantenerles la condena, considerar cumplidos los 12 años que llevan en prisión y sólo perdonar los que les restan. Según Pertierra, a finales de cada año, el inquilino de turno de la Oficina Oval de la Casa Blanca revisa los expedientes merecedores de tal tipo de clemencia y permite que los reos salgan en libertad luego de considerar su sentencia, por larga que sea, como tiempo ya cumplido.

CARTER Y LOS INDEPENDENTISTAS PUERTORIQUEÑOS

Con varias décadas de experiencia en la abogacía en Estados Unidos, Pertierra acude a los antecedentes jurídicos de la aplicación de tal figura legal en ese país.

Recuerda entonces que en tiempos de la presidencia de James Carter, cuando Washington le pedía a Cuba la liberación de varios individuos presos por trabajar para la Agencia Central de Inteligencia (CIA), La Habana solicitaba del gobierno estadounidense la revisión de largas sentencias impuestas a un grupo de patriotas puertorriqueños presos en ese país.

“Fue así que Carter, sin indultarlos, les dio “clemencia ejecutiva” a Lolita Lebrón, Rafael Cancel Miranda, Irving Flores y Andrés Figueroa Cordero, independentistas que permanecieron encarcelados por 25 años”, afirmó.

– ¿Será que en el caso de Gerardo no podemos aspirar a otra cosa que a esa clemencia ejecutiva?

– Únicamente si se gana el recurso de habeas corpus…, que la defensa enfocó con particular énfasis en la inocencia de Gerardo en relación con el derribo por parte de la fuerza aérea cubana de dos avionetas de Hermanos al Rescate, el 24 de febrero de 1996, algo esgrimido por el jurado en el juicio de 2001 para aplicarle las dos cadenas perpetuas más 15 años que hoy pesan sobre él.

GERARDO VS. DEFENSA

Luego de interesarnos por su opinión sobre lo publicado por algunas agencias de prensa y medios en Miami acerca de una supuesta contradicción surgida entre Gerardo y sus defensores en cuanto al lugar donde fueran derribados los aviones provocadores en 1996, Pertierra amplia:

“El documento escrito por los abogados Thomas C. Goldstein y Richard C. Kluhk, expresa que el también integrante del equipo, Paul Mc Kenna, no hizo una defensa efectiva durante el juicio de 2001.

“Añade que Mc Kenna le restó los derechos constitucionales a Gerardo, toda vez que hizo demasiado énfasis sobre el lugar dónde ocurrió el derribo de los aviones, en vez de concentrarse en lo que sabía, o no, Gerardo.

“Los hechos demuestran que él desconocía lo que iba a ocurrir con esos pilotos, fuera en aguas internacionales o en las cubanas, y eso debió ser realmente el “corazón” de la defensa”, sentencia.

Pertierra rememora que en el juicio de 2001, la propia Fiscalía reconoció no tener la evidencia para probar la participación del acusado en una conspiración para asesinar a nadie, mucho menos a esos pilotos, y pidió a la jueza, incluso, que retirara ese cargo, a lo cual ella se opuso.

Al recordarle lo viciado que resultaba la sede elegida para el juicio, algo en lo que la defensa ha insistido siempre — incluso solicitó el traslado de sede– , el abogado sitúa tal hecho como una indiscutible violación de lo establecido por la propia juridisprudencia estadounidense al respecto.

AHORA POSADA CARRILES

Pero Pertierra no tiene solo motivos para hablar jurídicamente de Los Cinco, sino también de la otra cara de la moneda, es decir contra lo que ellos luchaban: monitorear posibles acciones terroristas contra Cuba y hasta los propios Estados Unidos.

Amenazado recientemente de muerte en el hotel donde se hospedaba en El Paso, el abogado cubanoamericano representa, además, al gobierno de Venezuela en el caso de la extradición de Luis Posada Carriles, terrorista al cual se le sigue juicio en esa ciudad de Texas, al sur de EE.UU., por delitos migratorios.

“A ese asesino no lo acusan de asesinato ni de terrorista, sino de mentiroso, de manera que no me asombraría que lo declaren culpable de ser mentiroso. Se trata de una infracción relativamente menor”, aclara con ironía.

Explica Pertierra que en tanto Posada Carriles estuvo ya año y medio preso por sospechas de mentir, la jueza que examina actualmente su caso, ha adelantado que si lo condenan por los cargos de perjurio, probablemente no iría preso porque lo que corresponde a ese delito en ese estado, es precisamente ese lapso y ya lo cumplió.

Con el cálculo sobre todas las probabilidades respecto al futuro del actual proceso de El Paso contra Posada Carriles, insiste en la falta de voluntad de parte del gobierno estadounidense para juzgar y condenar a “ese molesto huésped”.
Alude al pasado terrorista y de torturador, bajos los auspicios de la CIA, del conocido personaje, en más de una nación latinoamericana y especialmente en Venezuela.

Asegura que es precisamente en vista de ese pasado molesto, que “Washington no desea realmente juzgarle”.

“Hay muchos esqueletos en ese closet”, dice en referencia a lo mucho que sabe el connotado asesino de 73 personas durante el atentado al avión de cubana de Aviación, cerca de Barbados, en 1976, y principal culpable de las explosiones en hoteles de La Habana durante 1997 y 98.

Pertierra está ahora en El Paso, siguiendo atentamente el juicio de Posada Carriles por mentiroso y escribiendo una crónica diaria, El Diario de El Paso , sobre los acontecimientos en el tribunal. “No dejo de pensar que los Estados Unidos debería estar procesando un caso de extradición contra Posada en El Paso por 73 cargos de asesinato y no 11 cargos de mentiroso, pero para Washington las víctimas cubanas son de segunda categoría y los terroristas de la CIA son buenos terroristas”, dijo. “El terrorismo, sin embargo, no se puede combatir a la carte. No hay terroristas buenos y terroristas malos. Todos son iguales. No hay víctimas de primera y de segunda categoría,” explicó.

Ante la insistencia sobre el probable futuro del proceso y dadas las evidentes maniobras de Washington para darle largas al mismo, Pertierra es tajante: “El gobierno norteamericano, consciente de que por la elevada edad de su protegido y la lógica natural no le quedan muchos años de vida, juega a la dilación en espera de una muerte que para ellos sería oportunísima”.

Insisto sobre lo irrisorio del cargo de perjurio…

“Imagina que capturen en Pakistán a Osama Bin Laden, Estados Unidos pida su extradición y el gobierno pakistaní responda que, en vez de extraditarlo por todos los asesinatos que cometió en las Torres Gemelas y el Pentágono, quieren enjuiciarlo sólo por mentiroso”. ¿Cómo reaccionarían los Estados Unidos ante algo así?, ¡No resulta difícil imaginarlo!”

No obstante, Pertierra sigue esperanzado en que la justicia pueda abrirse paso, tanto en el caso de Posada Carriles, como en el armado contra Gerardo y sus compañeros Antonio Guerrero, René González, Ramón Labañino y Fernando González.

“Si el Presidente Obama quiere dejar atrás la Guerra Fría y avanzar de una manera más decente y sana, para restañar las heridas de tantos años de acciones bélicas contra Cuba, debe comenzar con hacer verdadera justicia en el caso de Los Cinco y particularmente con Gerardo, donde la verdad acabará imponiéndose”.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Para Diario Catarinense sobre UIM

É louvável que por primeira vês o diário catarinense abra espaço para um assunto tão importante como é Cuba e que outros pontos de vista tenham espaço.Um país latino-americanos, com 11 milhões de pessoas, com uma história tão trágica, de colonização, dependência, saqueio e humilhação como os outros países de Nossa America, esta que enfrento com coragem e determinação seus algozes, muitas vezes com a própria vida.
A diferença de Cuba com os outros países latinos Americano é sua luta histórica de vencer a dominação primeiro Espanhol e depois Norte Americana, com uma revolução que expulso, desaproprio e nacionalismo todos seus recursos naturais em venéfico de seu povo, que hoje tem os melhores índices em mortalidade infantil, educação, saúde, esporte, cultura, segurança publica.
A Organização das Nações Unidas por 19 vezes consecutivas, votou quase por unanimidade contra o criminoso bloqueio impetrado pelos Estados Unidos contra Cuba.
Quem hoje é contra Cuba é contra a humanidade.
Edison Puente.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Sábado, dia 29, ato político-cultural em Brasília homenageará José Martí e a luta do povo cubano

Representantes de movimentos sociais, populares, sindicais, estudantis, partidos políticos e entidades de solidariedade à Cuba promovem ato político-cultural em homenagem ao 158° aniversário de nascimento de José Martí, herói nacional cubano, e à luta do povo cubano.

O evento, que contará com a participação da Embaixada de Cuba no Brasil, será realizado no sábado, dia 29, no Panteão dos Heróis (em frente ao Palácio do Buriti, em Brasília), a partir das 10 horas.

Leia mais
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2011/01/ato-politico-cultural-em-brasilia.html


Escola de samba de Floripa homenageará CubaA escola de samba União da Ilha da Magia, de Florianópolis (SC), homenageará Cuba em seu desfile de Carnaval 2011.

O samba-enredo, “Cuba sim! Em nome da verdade”, é dedicado a todos aqueles que defendem a autodeterminação de Cuba e aos amantes da cultura e da liberdade.

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http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2011/01/escola-de-samba-de-floripa-homenageara.html

Miguel Baia BargasBlog Limpinho & Cheirosohttp://limpinhocheiroso.blogspot.com/

As matérias abaixo refletem a essência dos princípios humanitários que norteiam a Revolução Cubana.

Amigas e amigos,

Por outro lado, seria bom que o relato e o artigo chegassem ao conhecimento das autoridades médicas do Conselho Federal e dos Conselhos Estaduais de Medicina.

Quanta utilidade teria um médico formado pela Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM) nos muitos grotões desse imenso Brasil, onde não chegam e nem vão os médicos formados nas faculdades de medicina das capitais e das grandes cidades.

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Crônica de um dos homens do ano

extraído de Cubadebate

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O Dr. Marcus Dutra em Nabasanuka.

O dr. Marcus Dutra, médico brasileiro, graduado na Escola Latinoamericana de Medicina (ELAM), escreveu à jornalista Arleen Rodríguez um comentário, a propósito do artigo 'O Homem do Ano' (leia abaixo), que não queríamos deixar de compartilhar com nossos leitores. Marcus se encontra prestando serviços em uma comunidade indígena chamada Nabasanuka, no Estado de Delta Amacuro, Venezuela.

Arleen querida,

Não havia visto o texto que escreveste para o Cubadebate, obrigado pelas palavras que me dedicas. É certo que se não fosse pela Revolução cubana e pela Revolução bolivariana jamais sería possível nada disso.

E que casualidade que me tenhas enviado hoje o correio eletrônico com o teu artigo. Ontem à noite, às 04h00 da madrugada em ponto, realizei um parto de uma mulher com eclampsia (afecção grave que ocorre geralmente no final da gravidez, caracterizada por convulsões associadas à hipertensão arterial). Convulsionou, apliquei-lhe todo o tratamento e as medidas dentro do possível, pois não contava e não conto aqui com todos os recursos de um hospital nem tinha tempo para trasladá-la a outro centro porque era de madrugada.

A lancha do ambulatório não tinha uma só gota de gasolina e ela já começava a dar à luz. O fato é que depois de todo o estresse da situação, em que era bastante possível que não sobrevivesse, bom, afinal nasceu bem o bebê, homem, gordinho. A mãe começou a melhorar, passei a noite toda a seu lado, atento a qualquer ocorrência. Ela melhorou, não convulsionou mais, a pressão se normalizou, já não tinha dor, estava tranquila, o medicamento continuava baixando lentamente junto com o soro ... Tudo se acalmou.

Quando ela adormeceu, pude sair afora e respirar ar fresco. Era, como disse, 4 da madrugada. Caminhei pelo pequeno cais que há defronte o ambulatório, feito de tábuas semiapodrecidas. Um silência tomava conta da comunidade, algumas casinhas com as luzes acesas brilhando apenas o suficiente que as velas permitem, um cachorro deitado sobre as tábuas e o silêncio profundo de todo esse povo. Não podia deixar de me sentir feliz por ter ajudade a mãe e a seu filho. Um orgulho sadio tomou conta de minha alma e ao sentir tudo isso não podia deixar de me perguntar:

Caramba, saberia Fidel a exata dimensão do bem que fez à humanidade? Acaso imaginaria que em uma pequeníssima comunidade do estado mais pobre da Venezuela frente ao rio Orinoco, às 4 da madrugada, existe um médico filho da ELAM (Escola Latino-americana de Medicina) salvando gente que havia sido esquecida por todos? Poderia ele comprender o quanto dele se necessita, quanto se necessitam de homens como ele para trazer conforto aos seres humanos? Entenderia que não há palavras suficientes para qualificá-lo? E por caso, saberia a criança algum dia que se não fosse por Fidel Castro ela mesma não estaria viva?

|Ou seja, sem Revolução não haveria ELAM, sem ELAM eu não teria sido médico, e se eu não estivesse aqui, no momento em que a mãe começou a ter convulsões e não tivesse agido a tempo, a criança provavelmente iria morrer e talvez também a mãe. Foi então, Arleen, que senti mais que nunca o orgulho de todos os internacionalistas cubanos, os que partiram para a Argélia nos anos 1960, os que foram ao Congo, os que estiveram com Che na Bolivia, os que lutaram em Angola, e senti um frio na barriga, Arleen, quando me inteirei de que agora sou um internacionalista cubano também… um soldado, um revolucionário, às ordens da Revolução cubana, e desse incrível gigante, Fidel Castro

Se algo não se entender disto que estou escrevendo de maneira apressada, é que o desejo de compartilhar tudo com você é muito forte e não posso deixar para depois. Além do mais, já estão batendo à porta, chamando pelo médico, parece que trazem um menino com desidratação. Tenho de atender. Cuide-se muito por aí, obrigado pelas palavras tão belas. Sim, é claro que pode divulgar o meu correio eletrônico, não há qualquer problema. um beijo grande.

Marcus

Os homens do ano

por Arleen Rodriguez

3 janeiro 2011 .

Desde uma comunidade indígena chamada Nabasanuka, no estado Delta Amacuro, Venezuela, me escreve amiúde Marcus Dutra, jovem médico brasileiro formado na ELAM. Está  feliz de servir em um desses povoados de cuja existência nada sabíamos - na verdade nem saberíamos - a não ser pelas circunstâncias que o levaram, e antes outros como ele, até o delta do majestoso rio Orinoco: a Revolução Bolivariana e o horizonte infinito dos sonhos cumpridos de Fidel.

Os correios eletrônicos de Marcus  têm um certo parentesco com os de um grupo de jovens italianos aos quais conheci no ano passado durante uma conferência solidária. O que haviam lido sobre a Brigada Henry Reeve no Paquistão e outras regiões devastadas por fenômenos naturais, os inspirou a fomentar uma aproximação fraterna. Queriam aprender dos nossos a arte de desenvolver energias e esperanças, porque é o que teriam desejado para as vítimas e os danificados do terremoto de L'Aquila, que em abril de 2009 deixou centenas de mortos nesta zona do centro de seu país.

Liurka Rodríguez, colega e diplomata no Haiti também enche minha caixa de relatos sobre a desafiadora realidade dessa nação, onde Cuba, médicos e ELAM constituem-se em sinais envaidecedores de distinção humana para com um povo a quem outros só lhes reservam armas, desprezo e, às vezes, piedade e esmolas.

Conheço bem os rostos que Gladys Rubio e El Loquillo nos trouxeram em casa em seu comovedor documentário sobre a proeza mais recente no Haiti. Vi-os antes em outras reportagens de meus colegas nos cinco continentes. Tive-os por perto nos morros de Caracas e nos áridos vales bolivianos.  Comoveram-me até as lágrimas, ao ver os pais olhar uma e outra vez as fotos e as cartas de seus filhos, penduradas nas paredes dos quartos improvisados a milhares de quilômetros de suas casas, onde estão fazendo história sem que eles mesmos saibam e sem que o resto do mundo o saiba.

Como escreveu Fidel, é valente e ousada a jornalista que os chama de herois. Em nossa aldeia global, onde o heroismo parecia ter ficado apenas nos livros e nas lendas e onde a publicidade persistente e maçante entretem e estupidifica a milhões, convidando-os a ser e parecer com as estrelas de cinema ou eventualmente as do esporte, meter-se até na lama, arriscar a própria vida para salvar outras, parece coisa de missionários loucos que os 'mass midia' não estão interessados em mostrar porque não cumprem com seus padrões de beleza.

Porque não há que se falar ou pensar sobre o silêncio ou a subestimação do verdadeiro heroismo. Os poderosos seguirão escondendo essa verdade enquanto puderem, porque ela guia o mundo no sentido inverso ao que eles estão encaminhando, aqueles que fizeram da medicina e dos medicamentos negócios florescentes e artigos de luxo, uma enorme vergonha para esta que se supõe civilizada época.

Muitos que escrevem seus comentários a respeito das Reflexões de Fidel, se perguntam como é que seu autor não ganhou ainda um Prêmio Nobel por essa ideia maravilhosa que, viajando no sentido contrário das tendências egoistas e predatórias que o mercado impôs ao planeta, melhora e cura, enobrece e salva, não a centenas e sim a milhões de pessoas, sem distinção de etnia, classe social, idade, ideias.

Teremos de esperar outro século, talvez, para que premie o justo, o humano e o verdadeiro? Por ora, seria bom que anotemos em nossas crônicas, como fazem os contadores que apontam em seus livros de deve e haver, o que amanhã a Humanidade irá reconhecer.

Deixemos assentado que, como há meio século, Fidel foi o Homem do Ano 2010. Porque regressou como a ave Fênix, renascido e vital, sacudindo o mundo com premonições que só não se cumpriram por sua oportuna advertência. E que entrou no Novo Ano fazendo-nos ver o que se faz e o que se está ainda por fazer em materia de sensibilidade e compromisso com as vidas que outros consideram desprezíveis porque ninguém paga por elas.

Sim, Fidel foi o Homem do Ano no mundo, como Raúl foi o Homem do Ano em Cuba, com a sacudidela que nos vem dando a todos para que se salve o nosso projeto de sociedade mais humana, essa que outros Homens e Mulheres do Ano -médicos e médicas, enfermeiros e enfermeiras, terapeutas físicos e da alma- em qualquer rincão do planeta expandem com seu esforço, como prova de que é possível salvar-se e salvar o mundo do egoismo, essa epidemia que leva séculos expandindo-se e seguramente custará outros séculos para ser vencida.

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Un niño del Delta Amacuro. Foto: Marcus Dutra

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Niños. Foto: Marcus Dutra

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Lo que se ve desde mi ventana. Foto: Marcus Dutra

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El caserío al pie del Orinoco.

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El nombre del río es de origen tamanaco, quienes lo llamaban Orinucu.. Foto: Marcus Dutra

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El día a día. Foto: Marcus Dutra.

Integração da América do Sul: antecedentes e perspectivas

 

 

22.01.2011

A integração sulamericana - que se converteu num objetivo fundamental da atual política externa brasileira - é mais que uma questão econômica, ela é um fenômeno de longa duração, expressão de um destino histórico. A crescente incorporação do Brasil nesta frente sulamericana, tão desprezada historicamente pela nossa oligarquia, é um fator decisivo para viabilizar este projeto histórico. Toda a região espera do Brasil que ele assuma uma liderança histórica a favor da integração regional. O artigo é de Theotonio dos Santos.

Por  Theotonio dos Santos (*)

Data: 19/01/2011

Nos últimos anos vem se enraizando no país uma enorme procura de cursos de relações internacionais que têm condições de realizar uma rigorosa seleção de seus alunos, em geral de boa qualidade intelectual, conhecimento de línguas e bons conhecimentos gerais. O interesse demonstrado por estes estudantes pela atual política exterior do Brasil vem motivando a criação de disciplinas sobre a integração da América do Sul. No semestre passado tive a oportunidade de realizar um curso sobre a integração regional no cursode relações internacionais da UFF, com o apoio do doutorando Sérgio Sant´Ánna.

Nesta disciplina, procuramos demonstrar uma tese central: a integração sul americana - que se converteu num objetivo fundamental da atual política externa brasileira - é mais que uma questão econômica, ela é um fenômeno de longa duração, expressão de um destino histórico. O continente americano, antes da chegada truculenta de Cristóvão Colombo, abrigava uma população de cinqüenta a setenta milhões de habitantes que estavam relativamente integrados, sobretudo através das conquistas Astecas no sul da América do Norte e do avanço do império Inca na região Andina. Sabemos hoje também que a região amazônica integrava cerca de cinco milhões de habitantes e havia uma alta comunicação destes impérios no seu interior, entre eles e entre os povos que não estavam incorporados a eles.

A violenta colonização espanhola e portuguesa ( além das incursões de outros centros imperiais europeus) buscou administrar esta vastíssima região articulada demográfica, econômica, social e culturalmente sob uma direção única, ao mesmo tempo que buscou reorientar suas economias para o mercado mundial em expansão no séculos XV ao XVIII sob a égide do capitalismo comercial-manufatureiro. Nas regiões de menor densidade das populações naturais assistimos o fenômeno do comercio de escravos, trazidos da África em condições infra-humanas.

A luta pela libertação das Americas rompeu esta dimensão continental. As colônias inglesas conseguiram sua libertação já no século XVIII, inspiradas numa ideologia liberal e republicana que vai revolucionar o mundo no final do século, através da Revolução Francesa e sua expansão por toda Europa e pelas suas colônias, particularmente no Caribe. A onda democrática por ela deflagrada chegou à América espanhola e portuguesa sob a forma da invasão napoleônica que defagrou a gesta impendentista que cumpre agora 200 anos. A pesar de iniciar-se nos cabildos das colônias espanholas, ela percorreu toda a região numa concepção unitária da qual Bolívar foi o intérprete máximo. No Brasil com a vinda da corte Portuguesa em 1808 foi mantida a unidade em torno do príncipe português que declarou a independência,

Não devemos esquecer contudo as várias rebeliões indígenas como a tentativa de Tupac Amaru de reconstruir o império Inca ou as revoltas afro-americanas sob a forma de quilombos cujo mais representativo foi o de Zumbi dos Palmares. Não faltaram também brotos rebeldes contra a colonização ou mesmo propostas independentistas lideradas por uma já poderosa oligarquia local (insurgência de Minas Gerais -Tiradentes).

A América Hispánica surgiu unida, mas deixou-se dividir pelos interesses das oligarquias exportadoras locais, da expansão britânica sobre o comercio da região e em função dos interesses dos Estados Unidos recém formados. O conjunto dessas forças vai fortalecer as articulações regionais voltadas para o comércio e apoiadas no liberalismo econômico.

A região se dividiu assim entre duas grandes doutrinas. De um lado, o bolivarianismo buscou preservar a unidade continental na busca da formação de uma grande nação, pelo menos sul americana. Do outro lado, a doutrina Monroe buscou afastar a presença britânica e européia em geral sob a consigna de "a América para os americanos".

De um lado, Bolívar foi derrotado, mas o bolivarianismo continuou a desenvolver-se como expressão desta historia secular e multidimensional ( hoje em dia as descobertas arqueológicas do Caral, no norte do Peru, nos remetem a uma civilização altamente desenvolvida há cinco mil anos, cuja continuidade é realmente impressionante ao ser cultivada até hoje, ainda que secretamente, pelos seus descendentes indígenas). Do outro lado, os Estados Unidos não pode ser fiél à sua pretensão pan-americana.

Cumprindo a previsão de Bolívar, segundo a qual os Estados Unidos estava destinado a confrontar a América Latina, invadiu o México e se apropriou de metade de seu território, realizou várias intervenções militares na América Central e no Caribe (a participação dos Estados Unidos na guerra de independência de Porto Rico e Cuba deu origem à incorporação de Porto Rico como uma colônia e, ao fracassar a ocupação de Cuba, ao estabelecimento da base militar de Guantánamo, a maior de suas milhares de bases militares espalhadas pelo mundo). O mesmo papel desempenhou a construção do canal de Panamá que separou esta região da Colômbia e tantas outras intervenções brutais que foram se deslocando inclusive para a América do Sul na medida em que as ambições imperialistas dos Estados Unidos foram se ampliando.

Foi assim como os Estados Unidos tiveram que renunciar na prática à sua doutrina panamericana incorporando diretamente ou sob a misteriosa condição de Estado Associado aos americanos do norte (América Francesa) e do Sul (México, Porto Rico) e tornando-se aquele monstro que Marti e Hostos, Mella e Sandino e tanto outros pensadores e lutadores latinoamericanos identificaram. Para manter esta dominação, os Estados Unidos tiveram que realizar em torno de 150 intervenções militares assim como apoiar golpes de Estado locais e ditadores a seu serviço.

Nossas oligarquias exportadoras ou aquelas ligadas ao capital internacional percebem os Estados Unidos como um aliado quase incondicional mas os povos da região se sentem muito mais identificados com a visão bolivariana. Assim também se sentiram os novos empresários, sobretudo industriais, voltados para o mercado interno da região. Eles sempre viram como importante a unificação dos mercados regionais. Muitos intelectuais vêem a uniade regional como um fenômeno cultural indiscutível. Apesar da imposição do Panamericanismo pelos Estados Unidos, continuam atuando forças regionais que aspiram uma maior integração da mesma.

Depois de várias ofensivas os aos 20 e 30, inspiradas em geral na Revolução Mexicana, foram estas forças sociais que, em 1947, se uniram em torno da idéia de formar nas Nações Unidas uma Comissão Econômica da América Latina (CEPAL), contra a qual se colocou infrutuosamente o governo norte-americano. A CEPAL não somente serviu de base para mobilizações diplomáticas mas converteu-se também e sobretudo no centro de um pensamento alternativo que se diferenciava teórica e doutrinariamente da Organização dos Estados Americanos (OEA), do FMI e do Banco Mundial. Foi sob sua inspiração que se criou a ALALC em 1960. Iniciativa que os Estados Unidos responderam com a criação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com a Aliança para o Progresso, a USAID e outras iniciativas diplomáticas e de segurança de inspiração Panamericana.

As duras limitações destas experiências na região foram abrindo caminho para uma concepção mais radical e mais profunda do processo socioeconômico e político regional. A teoria da dependência permitiu questionar os limites da pretensão de nossas burguesias de reproduzir em seus países as experiências de crescimento econômico e desenvolvimento sócio-economico ocorrido no centro do sistema econômico mundial. A nossa história mostrou que não éramos povos atrasados que não conseguiram modernizar-se e sim havíamos participado deste processo de acumulação primitiva capitalista numa posição subordinada a serviço dos interesses do grande capital internacional cujo centro estava nos paises que comandavam a acumulação primitiva de capitais.

A partir deste momento podemos contar uma história muito interessante da resistência mais ou menos radical latino americana. Vários estudos nos contam boa parte desta história ao levantar de maneira mais ou menos didática os antecedentes e as perspectivas de um esforço integracionista regional que avança a passos largos, apesar da tentativa sistemática de um pensamento dependente e subordinado insistir em ignorar todos estes passos que formam uma interessantíssima acumulação de experiências que ganhou uma intensidade extremamente rica nestes últimos anos, conseqüência em parte da diminuição da hegemonia dos Estados Unidos sobre a economia mundial. É assim que assistimos inclusive uma presença crescente de outras regiões antes totalmente ausentes de nossa história como a China que vem se convertendo no principal parceiro comercial e mesmo líderes de investimentos de vários paises da região.

A crescente incorporação do Brasil nesta frente latino americana, tão desprezada historicamente pela nossa oligarquia, é um fator decisivo para viabilizar este projeto histórico. Toda a região espera do Brasil que ele assuma uma liderança histórica a favor da integração regional. Uma parte significativa da população brasileira já aderiu a esta idéia e o governo Lula conseguiu substanciar esta meta histórica ao criar a Unasul, ao apoiar o Banco do Sul e ao tomar posições políticas sempre favoráveis aos interesses regionais.

O governo Dilma deve dar continuidade a estas mudanças buscando dar-lhe maior eficiência e eficácia. A Constituição brasileira já havia consagrado a nossa definição estratégica por uma relação privilegiada com a América Latina, seguida da África. Caminhamos assim para uma política de Estado a favor da integração regional assim como fortalecemos nossa decisão histórica de exercer um papel unificador das duas bandas do Atlântico Sul. Só falta agora que as nossas Universides e nosso ensino em geral tomem consciência do seu papel na criação de uma consciência regional. Da grande imprensa podemos esperar pouco. Ela é propriedade das mais retrógradas oligarquias regionais que se opõem radicalmente à integração regional e a um papel protagônico do Brasil em qualquer campo. Não está na hora das forças progressistas da região se unirem para criar e articular uma imprensa escrita, falada e virtual que cuide dos interesses da região e dos seus povos?

(*) Professor emérito da UFF. Professor visitante nacional sênior da UFRJ. Presidente da cátedra UNESCO/ UNU sobre economia global e desenvolvimento sustentável (www.reggen.org.com.br). / theotoniodossantos.blogspot.com/

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

50 anos da morte de Patrice Lumumba

Estimados,

há 50 anos o dirigente congolês Patrice Lumumba foi assassinado por agentes do colonialismo belga e do imperialismo estadunidense.
Lumumba é certamente um herói africano, mas também um exemplo para a luta pela libertação de todos os povos subjugados e espalhados pelo mundo.
Viva Lumumba! Viva a luta contra todas as formas de opressão!
Remeto um trecho da carta que escreve para a esposa, desde o cárcere e pouco antes de morrer

«(...) Não estamos sós. A África, a Ásia e os povos livres e libertados de todos os cantos do mundo estarão sempre ao lado dos milhões de congoleses que não abandonarão a luta senão no dia em que não houver mais colonizadores e seus mercenários no nosso país. Aos meus filhos, a quem talvez não verei mais, quero dizer-lhes que o futuro do Congo é belo e que o país espera deles, como eu espero de cada congolês, que cumpram o objectivo sagrado da reconstrução da nossa independência e da nossa soberania, porque sem justiça não há dignidade e sem independência não há homens livres.
«Nem as brutalidades, nem as sevícias, nem as torturas me obrigaram alguma vez a pedir clemência, porque prefiro morrer de cabeça erguida, com fé inquebrantável e confiança profunda no destino do meu país, do que viver na submissão e no desprezo pelos princípios sagrados. A História dirá um dia a sua palavra; não a história que é ensinada nas Nações Unidas, em Washington, Paris ou Bruxelas, mas a que será ensinada nos países libertados do colonialismo e dos seus fantoches. A África escreverá a sua própria história e ela será, no «Norte e no Sul do Sahara, uma história de glória e dignidade.
«Não chores por mim, minha companheira, eu sei que o meu país, que sofre tanto, saberá defender a sua independência e a sua

Não existem fronteiras na luta contra a opressão!

sábado, 22 de janeiro de 2011

Contra o cerco midiático a Cuba

Reproduzo artigo de Stela Pastore, publicado no Maragata's Blog:

Cuba precisa vencer um obstáculo informativo: mostrar a realidade para o mundo sem distorções. “Temos que derrotar o muro do silêncio que se estabelece sobre o país. Queremos a verdade e tudo faremos para denunciar as agressões do império e das políticas neoliberais sobre todos os povos”, destacou a coordenadora do Instituto Cubano de Amizade entre os Povos (ICAP), Kenia Serrano.

A dirigente reforçou que na guerra de informação a rede web 2.0 – mais interativa – possibilita que cada um seja um veículo de informação. As declarações foram feitas na abertura da I Brigada Mundial contra o Terrorismo Midiático, realizada de 16 a 26 de novembro, em Caimito, a 45 km de Havana, reunindo mais de 60 comunicadores de 19 países. Vários jornalistas gaúchos integraram a atividade, entre eles o presidente e vice do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul, José Nunes e Milton Simas.

Combater as mentiras e manipulações nos meios de comunicação internacionais foi o objetivo do encontro que encerrou na véspera da publicação de dados no Wikileaks, por Julian Assange, que vem transtornando o conceito de informação e segurança no mundo.

Uma das primeiras ações da Brigada foi publicizar uma ampla lista de sites cubanos (veja os endereços no site do sindicato). “A internet foi feita para Cuba”, disse Fidel Castro ainda 1989. A frase ilustra um quadro no Palácio da Computação, em Havana, onde os jornalistas foram convidados a conhecer o programa de inclusão digital do país. Esta ilha comprida e estreita de 110 992 km2 é bordada de cabos de fibra ótica em todo o solo dos 169 municípios de suas 14 províncias. Há centros de formação – www.jovenclub.cu – tanto nas áreas urbanas como rurais, incentivando a familiarização com a informática. O estímulo ao setor garante que país tenha a exportação de sofwares como segundo item na balança comercial.

EUA impede cubanos de acessar internet

A internet talvez seja a principal arma deste combate midiático. Uma guerra feita de batalhas diárias, sistemática, usando a manipulação, a distorção, a desinformação e o preconceito para atacar a experiência socialista dentro e fora do país. Porém, o bloqueio americano limita o acesso a rede na ilha. Não há qualquer censura ao acesso a sites por parte do governo. O que há é banda estreita, o que determina prioridades de acesso aos setores sociais, de educação, de pesquisa e governamentais.

Grandes esforços estão sendo feitos para garantir banda larga à população. Atualmente a conexão é via satélite por meio de dois provedores, meio mais lento e caro. Mesmo que os cabos de fibra ótica estejam a 5 km da costa, os cubanos estão impedidos pelos EUA de fazer uso. Para ampliar o acesso, um cabo de fibra ótica está sendo instalado desde a Venezuela e deve entrar em operação até junho de 2011.

Bloqueio econômico é mantido apesar da ONU

O bloqueio econômico, vigente desde 1962, já causou um prejuízo estimado em US$ 751 bilhões ao pequeno país de 11 milhões de habitantes. A Assembleia-Geral da ONU condenou, em outubro o embargo comercial americano. Foi a 19ª que isso ocorreu sem qualquer avanço. A resolução teve apoio de 187 dos 192 países membros. Antes da revolução de 1959, 70% das importações vinham dos EUA, país destino de 67% dos produtos cubanos.


O embargo proíbe que empresas americanas tenham relações comerciais com Cuba, ou se associem a outras, de outros países, que mantenham comércio com Cuba. Um estudo recente divulga os danos do bloqueio (www.cubavsbloqueo.cu). “Estas sanções são as mais prolongadas da história e privam o povo cubano de desenvolver-se como poderia. Castiga-se também os que comerciam conosco”, registra a subdiretora para a América do Norte do Ministério das Relações Exteriores, Johana Tablada.

Os EUA buscam historicamente anexar a ilha ao seu território e transformá-la na sua colônia de férias, a exemplo de Porto Rico. Os cubanos têm muito orgulho de sua resistência mantida há 50 anos, mesmo sofrendo os abalos climáticos e uma guerra econômica que penaliza toda a população. “Chamam Fidel Castro de ditador, mas são os Estados Unidos que proíbem que seu povo visite Cuba”, exemplifica o jornalista Milton Simas. Esta guerra para dominar a ilha já matou mais de 3.500 cubanos, e incapacitou outros dois mil. Fidel Castro sofreu mais de 600 atentados neste período.

Denúncia de cerco rádio-eletrônico americano a ilha

A tentativa de minar a resistência cubana também é feita diariamente por um circuito rádio-eletrônico. As transmissões de rádios e tevê chegam facilmente a ilha, distante apenas 180 Km de Miami. Tubal Paez, presidente da União dos Periodistas Cubanos, denuncia a ofensiva dos vizinhos do norte: “são geradas 1900 horas semanais de programação para semear o descontentamento, dúvida, desânimo e desconfiança para instigar mudanças internas”.

Tubal destaca que o ataque midiático ocorre tanto pelo fator psicológico como pelos limites materiais. “Nos bombardeiam com uma política de entretenimento consumista abusiva. Este esforço dos comunicadores de nos conhecer e defender é muito útil”, registrou. Para ele, a revolução é fruto da resistência dos cubanos em construir o socialismo e a solidariedade internacional. “Cuba não teria sobrevivido sem isso. Não vivemos num mar de rosas, mas saber que se preocupam conosco nos alenta”, conclui Paez.

Jornalistas desmascaram farsa da blogueira Yoani

Um diversificado grupo de jornalistas blogueiros cubanos (veja links abaixo) participou das atividades e lamenta que as inverdades divulgadas por Yoani Sánchez tenham ganho notoriedade, num despropósito diante do que se passa. Em seu blog, traduzido para 18 idiomas, ela fala mal de Cuba e das condições de vida. Mesmo podendo viver na Suíça, voltou a morar na ilha. Tem recebido prêmios e distinções de meios conservadores e inventou uma agressão da polícia nacional, conhecida por ser a mais pacifica do mundo.

Norelys Morales Aguilera é jornalista e blogueira, criadora de uma rede internacional de comunicadores latino-americanos e confirma que Yoani é uma empregada da ciberdissidência: “é uma espécie de contratada virtual. Está no lugar dos fatos, fala de repressão, dá entrevistas à direita e à esquerda, posta qualquer conteúdo sem ser incomodada e queixasse de censura. Muito típico da ‘refinada repressão’ da qual se diz vítima, a pobre”, ironiza Norelys. Numa de suas postagens, intitulada de “Si los blogs son terapêuticos, quién paga la terapia de Yoani Sánchéz?”, Norelys lista evidências do financiamento internacional desta falsa perseguida em seu país.

Uma luta de todos

O presidente do Sindicato dos Jornalistas do RS, José Nunes, expressou a posição da delegação gaúcha aos mais de 300 delegados de 56 países reunidos no 6º Colóquio pela Libertação de Cinco cubanos detidos ilegalmente há 12 anos nos Estados Unidos por combaterem o terrorismo contra Cuba. O Colóquio, realizado em Holguín, terceira maior cidade de Cuba, integrou a programação da Brigada. Fernando Gonzalez, Ramon Labañino, Antônio Guerrero, Gerardo Hernandez e René Gonzalez estão detidos desde 1998 por terem evitado atos de grupos terroristas norte-americanos contra a ilha.

O sindicalista alerta sobre a necessária ação dos profissionais de comunicação. “A profissão de jornalista é uma função social para mostrar a verdade. Viemos ver de perto os estragos que o imperialismo causa aos povos e, de forma mais escancarada e raivosa, ao povo cubano. O imperialismo não hesita em valer-se da grande mídia, dos recursos de marketing e demais tecnologias para intervir na sociedade e disseminar sua visão equivocada do mundo, impondo valores que interessam as classes dominantes e a Washington. É o capitalismo se contrapondo aos princípios humanistas do socialismo”, registrou.

O professor de jornalismo da Universidade de Havana, Santiago Feliu, fala da importância dos meios digitais neste embate, porém sem descuidar dos demais, como o rádio, ainda o meio mais popular e acessível. Em Cuba, há 55 emissoras, seis canais de tevê, centenas de sites e blogues. Cerca de 3500 jornalistas atuam nos diferentes meios. Também estão no país dezenas de correspondentes internacionais de 25 agências de notícias.

“Esta luta pela informação democrática é de todos. Devemos estar juntos em todos os lugares e promover o esclarecimento. A luta informativa e as mobilizações são fundamentais para garantir a soberania dos povos”, conclamou o radialista peruano, Carlos Vasquez, da rádio Cielo, em Lima.

A ciberguerra começou

Che Guevara e o exército rebelde sabiam do valor de ganhar a guerra da informação e criaram a Rádio Rebelde em 1958, denunciando os crimes da ditadura, os combates na Sierra Maestra e as ações necessárias para libertar a ilha. Esta luta continua no campo informativo. Após a prisão de Julian Assange, do Wikileaks, o sociólogo Manuel Castells, acadêmico mais citado na área da comunicação, escreveu que a ciberguerra já começou. Ainda em 1988, quando a rede web engatinhava, afirmou: o poder tem medo da Internet.

Mudanças na economia mobilizam país

A atualização do modelo econômico cubano é a principal pauta. Todas as propostas de mudança estão colocadas para debate em um texto de 32 páginas ou em meio digital e serão definidas no 6º congresso do Partido Comunista de Cuba em abril. Serão medidas duras, mas necessárias. Estão sendo debatidas com a população com o objetivo de reduzir o paternalismo estatal e garantir maior equilíbrio econômico. “A revolução é mudança permanente”, orienta o presidente Raul Castro.

Estima-se que 20% dos servidores públicos, de um total de 5,6 milhões de trabalhadores economicamente ativos, estejam em funções obsoletas e serão realocados para outras atividades estatais ou estimulados a atuar em 178 serviços autorizados para o trabalho privado em forma de cooperativas. Também estuda-se eliminar a cartela de abastecimento – “libreta” – sistema de alimentação subsidiado.

“Não podemos seguir adiante sem estas transformações. Precisamos produzir mais comida e mais bens”, reconhece o líder da Central de Trabalhadores de Cuba, Raymundo Fernandez. E esclarece: ”É uma atualização do socialismo e não uma migração ao capitalismo, como tenta-se fazer acreditar.”

O bloqueio econômico, os impactos climáticos e a crise do capitalismo mundial são fatores que estimulam as mudanças. Na última década, 16 furacões devastaram a ilha, com grandes prejuízos. A crise mundial reflete-se na redução do preço pago ao níquel, produto número um na balança comercial de exportação de Cuba, que reduziu de 54 mil dólares para 8 mil dólares a tonelada no mercado internacional.

Por outro lado, a expectativa de vida aumentou: passou de 51, em 1955, para 78 anos, o que também obrigou a ampliar a idade de aposentadoria de 60 para 65 anos, já em vigor. Em 1989, havia sete cubanos ativos para um aposentado. Atualmente, este número reduziu para a metade.

Para muitos cubanos, as medidas são a regularização de algo que hoje está na clandestinidade. E há muito tranqüilidade em áreas fundamentais que dão ao país os melhores dados no Índice de Desenvolvimento Humano. Antes da Revolução, a taxa de analfabetismo era de 18% e atualmente é zero; o número de professores subiu de nove mil para 137 mil. O total de médicos aumentou de 6.280 para 72 mil. A mortalidade infantil, que era de 60 a cada mil nascidos vivos, reduziu para 5,3, uma das menores do mundo. Não está prevista qualquer mudança nos sistemas de saúde e educação, que continuam integralmente gratuitos, de qualidade e referência global. Por enquanto, o que diferencia Cuba do resto do mundo está resguardado.

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Sobre Yoani:

http://islamiacu.blogspot.com/2010/04/yoani-sanchez-cuba-manipulacion.html

Alguns blogues cubanos

www.haciendolascosasmal.blogspot.com
www.islamiacu.blogspot.com
www.paquitoeldecuba.wordpress.com
www.cambiosencuba.blogspot.com
www.yoandry.wordpress.com
www.la-isla-desconocida.blogspot.com
www.bloguerosrevolucion.ning.com
www.lapolillacubana.nireblog.com
www.blogcip.cu

Periodicos y revistas

Granma www.granma.cubaweb.cu www.granma.co.cu
Granma Internacional www.granma.cu www.granmai.co.cu
Juventud Rebelde www.juventudrebelde.cu
Trabajadores www.trabajadores.cubaweb.cu
Bohemia www.bohemia.cubasi.cu www.bohemia.cu
Opciones www.opciones.cubaweb.cu
El Caimán Barbudo www.caimanbarbudo.cu
Somos Jóvenes www.somosjovenes.cu
Juventud Técnica www.juventudtecnica.cu
Pionero www.pionero.cu
Zun Zun www.zunzun.cu
Alma Máter www.almamater.cu
Mujeres www.mujeres.co.cu
El Economista www.eleconomista.cubaweb.cu
Tricontinental www.tricontinental.cubaweb.cu
Cine Cubano www.cinecubano.cu/revista
Temas www.temas.cult.cu
Cubaliteraria www.cubaliteraria.com
Energía y Tú www.cubasolar.cu/biblioteca/energiaytu.html
Giga www.giga.islagrande.cu
El Nuevo Fénix www.fenix.islagrande.cu
Jitweb www.inder.co.cu/jit/
La Jiribilla www.lajiribilla.cu

Periodicos Provinciales

Guerrillero (Pinar del Río) www.guerrillero.co.cu
El Habanero www.habanero.co.cu
Tribuna de La Habana www.tribuna.islagrande.cu
Girón (Matanzas) www.giron.co.cu
5 de septiembre (Cienfuegos) www.5septiembre.cu
Vanguardia (Villa Clara) www.vanguardia.co.cu
Escambray ( Sancti Spíritus) www.escambray.islagrande.cu
Invasor (Ciego de Ávila) www.invasor.cu
Adelante (Camagüey) www.adelante.cu
26 (Las Tunas) www.periodico26.cu
Ahora (Holguín) www.ahora.cu
La Demajagua (Granma) www.lademajagua.co.cu
Sierra Maestra (Santiago de Cuba) www.sierramaestra.cu
Venceremos (Guantánamo) www.venceremos.cubaweb.cu
Victoria (Isla de la Juventud) www.victoria.islagrande.cu

Periodicos provinciales

Prensa Latina www.prensa-latina.cu www.plenglish.com
Agencia de Información Nacional www.ain.cubaweb.cu www.ain.cu
AIN Camagüey www.adelante.cu/AIN
Génesis Multimedia www.prensa-latina.cu/genesisi/index.htm
Tienda virtual www.latincuba.com

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Radio Habana Cuba www.radiohc.cu
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Radio Reloj www.radioreloj.cu
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Radio Enciclopedia www.radioenciclopedia.co.cu
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Radio Metropolitana (Ciudad de la Habana) www.metropolitana.cu
Radio Ciudad Habana www.habanaenlinea.cu
Radio Cadena Habana www.cadenahabana.islagrande.cu
Radio COCO (Ciudad de la Habana) www.radiococo.cu
Radio Guamá (Pinar del Río) www.rguama.co.cu www.rguama.cubasi.cu
Radio 26 (Matanzas) www.radio26.co.cu
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Radio Guaimaro www.radiocadenagramonte.cubaweb.cu
Radio Nuevitas www.cadenagramonte.cubaweb.cu
Radio Florida www.cadenagramonte.cubaweb.cu
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Portales cubanos

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OCORRE EM CUBA A XVIII BRIGADA SUL AMERICANA DE SOLIDARIEDADE

ACJM/RS, em 21 de janeiro de 2011

Em “Playa Girón” Cuba protagonizou a primeira grande derrota do imperialismo na AL.

Por Vânia Barbosa – DRT 8927

Entre os dias 24 de janeiro e 6 de fevereiro, 278 brigadistas do Brasil, Chile, Uruguai Argentina e Costa Rica participam, em Cuba, a convite do Instituto Cubano de Amizade entre os Povos – ICAP, da XVIII Brigada de Solidariedade e Trabalhos Voluntários.Muitas das atividades ocorrem no Acampamento Internacional Julio Antonio Mella - CIJAM, dirigido por Juan Carlos Machado. O Acampamento esta localizado na cidade de Caimito, a 45 km de Havana,
A Brigada será dedicada aos 50 anos da vitória de “Playa Girón”, quando o governo impediu a invasão da Ilha por mercenários cubanos treinados pela Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos. Os mercenários entraram pela Baía dos Porcos, na costa sul – ocidental, na Província de Matanzas, em 17 de abril de 1961. Em 72 horas Cuba protagonizou uma grande derrota do imperialismo estadunidense na América Latina.

A delegação brasileira - que participa com 106 brigadistas, representando nove estados - tem como responsável pela sua organização e orientação Fabio Simeón González, do ICAP, e coordenação nacional de Edison Puente, presidente da Associação Cultural José Marti, de Santa Catarina. Essa brigada de janeiro é a única que funciona através de cotas e coube ao Rio Grande do Sul 15 vagas, preenchidas por estudantes, sindicalistas e simpatizantes da Revolução Cubana.Todos selecionados por meio de inscrição e entrevista.

Durante 14 dias e para que os brigadistas tenham uma visão mais global e real da Ilha, a programação prevê duas conferências: a primeira sobre atualidade e economia cubanas e outra sobre a campanha midiática contra Cuba, em especial a dos EUA. As delegações viajam por províncias e visitam, entre outros, a Escola Latino Americana de Medicina – ELAM; o Museu da Revolução/Memorial José Martí e o Complexo Histórico “Ernesto Che Guevara” e Trem Blindado. Participam, ainda, da Jornada de Trabalho voluntário, junto com a CTC (Central de Trabalhadores Cubanos.

O encontro com os Comitês de Defesa da Revolução – CDRs vão permitir que os participantes tenham um melhor entendimento sobre o processo revolucionário que implantou o socialismo no País.Assim como o Colóquio dedicado aos 50 anos da vitória de “Playa Girón” - com a presença de protagonistas desta ação revolucionária.

No evento com os familiares dos “Cinco”, os brigadistas terão a oportunidade de conhecer de perto o drama vivido há mais de12 anos pelos heróis cubanos Antonio Guerrero, Fernando González, Gerardo Hernandez, Ramon Labañino e René González. Presos desde setembro de 1998, de forma ilegal e injusta, em cárceres estadunidenses, os “Cinco” são penalisados por monitorar ações terroristas do imperialismo contra Cuba, no território da Flórida. Na época eles conseguiram evitar 170 atos terroristas de agressão a Ilha.

As delegações também poderão conhecer de perto as manifestações de carinho e gratidão do governo e da sociedade cubana com os “Cinco” e, entender melhor, a indignação de Cuba - apoiada pelas comunidades internacionais - com a farsa montada para o julgamento do terrorista cubano – americano, Luís Posada Carriles.

Os esclarecimentos mostram a escancarada proteção que o governo dos Estados Unidos dá a esse terrorista que tem notórias ligações com a CIA (Central de Inteligência dos EUA). E também com a Operação Condor - que prendeu e assassinou milhares de militantes políticos latino - americanos. Carriles estranhamente não está sendo acusado pela autoria de vários assassinatos, nem por afrontar governos democráticos na América Latina, mas sim por ser considerado “mentiroso”.

Segundo a coordenadora da Brigada no estado gaúcho, Maria Cezira Mainieri, “quando os brigadistas retornarem ao Brasil deverão atuar como multiplicadores da solidariedade com Cuba, pois o contato com a realidade da Ilha certamente vai desmentir o que a grande mídia faz questão de esconder ou distorcer”.

Para o presidente da Associação Cultural José Marti, Ricardo Haesbaert, “a participação na Brigada possibilita um salto qualitativo na luta dos brasileiros em defesa da soberania de Cuba, e se contrapõe a campanha midiática que a imprensa de direita realiza contra a Revolução na tentativa de descaracterizá- la”.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

CARAVANA EN MIAMI EN CONTRA DEL TERRORISMO, Y EXIGIENDO LA LIBERTAD DE LOS CINCO MAÑANA, SÁBADO, 22 DE ENERO.

NOTA DE PRENSAALIANZA MARTIANAMIAMI, 21 DE ENERO DE 2011

Envía: Andrés Gómez

 

Las organizaciones que integran la Alianza Martiana: la Brigada Antonio Maceo, la Alianza Martiana (como organización individual), la ATC, la Asociación José Martí, el Círculo Bolivariano de Miami y la Asociación de Mujeres Cristianas en Defensa de la Familia, convocan a todas las personas de buena voluntad de nuestras comunidades a una próxima caravana este sábado, 22 de enero, en contra del terrorismo, para exigir que los terroristas de la extrema derecha cubano americana, como la ley establece, sean enjuiciados por sus monstruosos crímenes, así como para reclamar la inmediata libertad de los Cinco.Este próximo sábado los participantes comenzarán a reunirse a partir de las 10:30 de la mañana, más tarde en la mañana la caravana recorrerá importantes calles de Westchester.Con esta acción se le dará seguimiento a la puesta de la valla que reclamaba la libertad de los Cinco, que sólo la intolerancia y el avasallamiento por parte de la extrema derecha en nuestra comunidad permitió por 24 horas.Ahora más que nunca antes, hay que denunciar a los terroristas y a sus odiosos crímenes y reclamar que se haga justicia reclamando la inmediata libertad de los Cinco que infiltraron sus organizaciones para saber sobre sus monstruosos planes.//

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Declaração do Ministério de Relações Exteriores de Cuba.

Redação Cuba Viva 17 jan, 2011


No dia 14 de janeiro de 2011, o Governo dos Estados Unidos anunciou novas medidas sobre Cuba. Ainda teremos que esperar pela publicação das regulações para conhecer seu verdadeiro significado, de acordo com a informação preliminar dada a conhecer pela Secretaria de Imprensa da Casa Branca, as medidas consistem em:

• Autorizar as viagens de norte-americanos a Cuba com fins acadêmicos, educacionais, culturais e religiosos.

• Permitir a cidadãos norte-americanos enviar remessas a cidadãos cubanos em quantidades limitadas.

• Autorizar os aeroportos internacionais dos EUA a solicitar permissão para operar vôos charters diretos a Cuba sob determinadas condições.

A adoção destas medidas é o resultado do esforço de amplos setores da sociedade norte-americana que durante anos tem exigido, em sua maioria, o levantamento do bloqueio genocida contra Cuba e a eliminação da absurda proibição das viagens ao nosso país.

Também expressa o reconhecimento do fracasso da política dos Estados Unidos contra Cuba e de que procura novas vias para conseguir seus objetivos históricos de dominação de nosso povo.


Apesar das medidas serem positivas, ficam muito abaixo destes justos reclamos, tem um alcance muito limitado e não modificam a política contra Cuba.


O anúncio da Casa Branca se limita, fundamentalmente, a restabelecer algumas das disposições que estiveram em vigor na década de noventa sob o governo do presidente Clinton e foram eliminadas por George W. Bush a partir de 2003.
As medidas somente beneficiam determinadas categorias de norte-americanos e não restituem o direito de viajar a Cuba de todos os cidadãos norte-americanos, que continuarão sendo os únicos em todo o mundo que não podem visitar nosso país livremente.

Estas medidas confirmam que não existe vontade de mudar a política de bloqueio e desestabilização contra Cuba. Ao anunciá-las, os funcionários do Governo dos Estados Unidos deixaram bem claro que o bloqueio se manterá intacto e que se propõem usar as novas medidas para fortalecer os instrumentos de subversão e ingerência nos assuntos internos de Cuba. Isto confirma a denúncia exposta na declaração do MINREX de 13 de janeiro passado.


Cuba sempre favoreceu os intercâmbios com o povo norte-americano, suas universidades, suas instituições acadêmicas, científicas e religiosas. Todos os obstáculos que entorpecem as visitas dos estadunidenses a Cuba sempre foram e seguem sendo hoje, do lado do governo dos Estados Unidos.


Se existisse um interesse real em ampliar e facilitar os contatos entre nossos povos, os Estados Unidos deveriam levantar o bloqueio e eliminar a proibição que faz de Cuba o único país que os norte-americanos não podem viajar.
Havana, 16 de janeiro de 2011

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

União da Ilha da Magia se prepara para apresentar Cuba

 

terça-feira, 18 de janeiro de 2011,

Alexandre Brandão

 

Fotos: Alexandre Brandão / Blog Solidários ACJM_SC [clique para ampliar]

Pela primeira vez no Brasil, uma escola de samba vai tratar do tema Cuba durante o desfile do Carnaval de 2011. A iniciativa é da União da Ilha da Magia e o samba-enredo é “Cuba sim! Em nome da verdade”.


 

Para o sucesso dessa empreitada, a escola já está desde maio do ano passado, através de ensaios reservados, se preparando para fazer bonito na Passarela do Samba Nego Quirido, local onde as escolas de samba da capital catarinense desfilam.
Os ensaios para o público começaram na primeira semana de dezembro do ano passado e acontecem todas sextas-feiras e domingos, a partir das 20 horas, na  Praça Bento Silvério, da Lagoa da Conceição.

No domingo 16/01, a praça ficou pequena para abrigar todos os foliões, turistas e admiradores da escola. A noite teve ainda a apresentação da rainha de bateria, Catarina Andrade, do casal de mestre-sala e porta-bandeira, e de integrantes das alas das baianas e das passistas. Até mesmo os representantes da escola Consulado do Samba fizeram uma visita de cortesia.

 

 

Já estão agendados também dois ensaios técnicos na Passarela Nego Quirido antes do desfile: 22 de janeiro (sábado) e 19 de fevereiro (sábado) - nos dois dias às 20 horas. Esses ensaios servem para organizar as diversas alas entre si.
Está programado ainda um desfile-ensaio na Praça XV, no Centro de Florianópolis, no dia 23 de fevereiro (quarta-feira) para apresentar a escola, gratuitamente, para o público de Florianópolis.
Samba-enredo: Cuba
A identidade com a Revolução Cubana é evidente em cada parte da escola, desde a música que conduz o samba-enredo até as fantasias, passando pelas camisetas de propaganda e o discurso em defesa da autodeterminação cubana.

 


Para desenvolver o tema, uma delegação da escola e da Associação Cultural José Martí de Santa Catarina visitaram Cuba em julho do ano passado para conhecer melhor a Ilha de Fidel Castro e trocar experiências culturais com autoridades cubanas da área. O grupo conheceu museus, monumentos históricos e casas de shows.
Segundo o presidente da escola, Valmir Braz de Souza, um dos motivos da escolha do tema é a proximidade cultural entre Brasil e Cuba. "A alegria cubana e brasileira são muito parecidas", compara. Além disso, a diretoria da escola quer aproveitar a oportunidade para mostrar a realidade do país caribenho para o Brasil. O presidente também esteve em Cuba em janeiro de 2010, participando da Brigada de Solidariedade, quando teve oportunidade de conhecer de perto o país.
As 17 alas estão representando diversos momentos do período anterior e posterior à Revolução Cubana, em especial as conquistas e a cultura, como exemplo: Tio Sam; Ditadura comprometida; Paraíso de ricos e milionários; Sofrimento de muitos - o povo; Nacionalização das empresas estrangeiras; Saúde para todos; Reforma agrária; Esporte - conquista de medalhas; A pesca; Indústria farmacêutica e biotecnologia; A Santeria; O carnaval de Cuba; Cabaré tropicana; e Rumba - Música e Dança.
O sucesso do escola já ficou evidente durante a escolha do samba-enredo. Depois de escolhida a temática, a União da Ilha da Magia recebeu 28 propostas de sambas-enredo de todo país. No ano passado, foram apenas oito. Para se ter uma idéia, a carioca Estação Primeira de Mangueira, a maior escola do Brasil, recebeu menos de 20 propostas.
No barracão da escola, localizado em Palhoça, os carros alegóricos estão sendo preparados para surpreender o público que vai comparecer na passarela ou assistir pela televisão. Segundo o diretor de Carnaval, Joel Brigido da Costa Junior, as peças vão emocionar o público, principalmente aqueles que acreditam em um mundo diferente através da transformação social.
A escola

 

Formada no bairro Lagoa da Conceição, um dos principais pontos turísticos e tradicionais de Florianópolis, a União da Ilha da Magia é a mais nova escola da cidade. Em maio de 2011, comemora apenas três anos de vida. No Carnaval do ano passado, a União ficou em segundo lugar.


 

O financiamento da União é o mesmo que das demais escolas: patrocínio dos governos municipal e estadual. A diretoria também vai buscar apoio com Lei Rouanet, através do Ministério da Cultura. Além disso, o desfile é financiado com a própria venda das fantasias, camisetas e com o dinheiro levantado com os ensaios.
O desfile
Cerca de 2.500 moradores da Lagoa da Conceição vão participar do desfile. Entre esses foliões também estão incluídos admidores da escola de outros bairros e até pessoas de outros Estados ligadas ao movimento de solidariedade à Cuba.
Todos esses integrantes, divididos em alas, vão ter apenas uma hora e vinte minutos para desfilar. Além de fazer de desenvolver uma temática inédita, a escola quer fazer um desfile tecnicamente primoroso - e vai brigar pelo título. De acordo com o presidente Valmir Braz, a ideia é não cometer erros para fazer um "desfile perfeito". Joel Brigido também promete empenho no quesito harmonia da escola.
Todo o percurso vai ser transmitido ao vivo pela TV, sem cortes.
Todos aqueles que defendem a autodeterminação de Cuba e os amantes da cultura e da liberdade estão convidados a participar, ou mesmo assistir, do desfile da União da Ilha da Magia.
Veja mais fotos no álbum:

Créditos:
Texto e fotos: Alexandre Brandão / Blog Solidários ACJM_SC