sábado, 25 de fevereiro de 2012

A greve do carnaval


Por Heitor Cesar Oliveira

Imagine um dia, talvez um sábado, ou mesmo uma segunda feira de carnaval. As ruas do Rio vazias. Nenhum bloco; nenhum cordão; nenhum baile; nenhum bêbado cantarolando alguma marchinha; nenhum casal brigando por ciúme; nenhum beijo despretensioso. Imaginem um carnaval que os foliões fizessem greve. Não fossem às ruas. Uma greve de carnaval.

As ruas ficariam desertas. Mais desertas que um início de madrugada de segunda feira. Os comerciantes, estes ficariam em pânicos: os donos dos bares ficariam loucos pensando na “fortuna” por eles gasta para encher seus estoques à espera de foliões e bêbados que não mais apareceriam. A polícia - essa coitada! – perderia grande parte de sua renda extra de extorsão dos foliões exagerados – presas fáceis desse tipo de investimento. Mas o que causaria isso? O que causaria uma greve de carnaval, unindo o folião, o bêbado, os comerciantes ambulantes, os diretores de blocos, os compositores de marchinhas, os sambistas com seus violões e pandeiros?

80 anos do direito de voto feminino no Brasil


publicado em 24/02/2012

Por José Eustáquio Diniz Alves

Fonte
Informativo Agência Patricia Galvão

No dia 24 de fevereiro de 2012, o Brasil comemora os 80 anos do direito de voto feminino. As mulheres passaram a ter o direito de voto assegurado pelo Decreto nº 21.076, de 24/02/1932, assinado pelo presidente Getúlio Vargas, no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro. Esta conquista, porém, não foi gratuita.
A luta pelos direitos políticos das mulheres começou ainda no século XVIII. No início da Revolução Francesa, o Marquês de Condorcet – matemático, filósofo e iluminista – foi uma das primeiras vozes a defender o direito das mulheres. Nos debates da Assembleia Nacional, em 1790, ele protestou contra os políticos que excluíam as mulheres do direito ao voto universal, dizendo o seguinte: “Ou nenhum indivíduo da espécie humana tem verdadeiros direitos, ou todos têm os mesmos; e aquele que vota contra o direito do outro, seja qual for sua religião, cor ou sexo, desde logo abjurou os seus”.

Cuba hoje N° 24



24 de febrero de 2012 Año 2 No. 24


INDICE

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A liberdade de expressão não pode acobertar a injúria




Em editorial publicado na edição de 18 de fevereiro sob o título “Rafael Correa, ditador”, o jornal Folha de S. Paulo afirma que a possibilidade do governante equatoriano se sujeitar a críticas públicas, “ainda que veementes, mesmo se injustas, sem que o autor seja punido por expressá-las” não existe mais no Equador.
O jornal se referia a que na quinta-feira, 16 de fevereiro, a Corte Nacional de Justiça, que é a suprema instância daquele país, confirmou por unanimidade, após recursos em outras instâncias, a sentença inicial que condenou diretores e colunista do diário El Universo a três anos de prisão e multas que somadas totalizam 40 milhões de dólares, por crime de injúria.
É preciso que se diga, a bem da verdade, que críticas veementes, amiúde injustas e caluniosas, contra Rafael Correa foram e são estampadas na imprensa equatoriana, antes, durante e depois do processo que condenou os diretores de El Universo. Basta ler editoriais, matérias de opinião e até simples reportagens publicadas diariamente em publicações locais como Diario Hoy, La Hora, El Telegrafo, El Comercio, alem do próprio El Universo, só para citar as mais importantes. E como a Folha pretende aferir se existe democracia no Equador, basta acrescentar à ampla liberdade de imprensa o fato de Rafael Correa ter sido eleito e reeleito por destacada maioria, da atual Constituição ter sido redigida após pleito constituinte específico e ela ter passado por aprovação popular após demorada discussão.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

XIX brigada Sul-Americana de Solidariedade a Cuba



DECLARAÇÃO DE SOLIDARIEDADE
 
Em 1959 Cuba fez a sua Revolução o que estimulou o surgimento de diversos movimentos de contraposição ao imperialismo em toda América Latina. Outra sociedade começava a se tornar realidade para um “outro mundo” possível. A partir de optar pela posição no campo socialista, neste momento os EUA iniciaram e ainda impõem um bloqueio econômico rigoroso e desumano. Há 50 anos o sistema politico socialista cubano é caluniado, difamado e descaradamente distorcido pela grande mídia mundial. Este resiste a todas as mentiras da imprensa dominante e manipuladora, a todas as investidas terroristas arquitetadas pelo governo dos Estados Unidos, resiste também com força e criatividade à escassez de bens, alimentos e a proibição de importar ou exportar novas tecnologias.
Apesar destas dificuldades, Cuba optou em diversas ocasiões por desenvolver ações solidárias junto a vários países, principalmente os mais pobres, como dar asilo político a companheiros latino-americanos perseguidos nos período duros da ditadura, ou o envio de profissionais cubanos de alta competência em missões humanitárias.
Cuba é hoje um país onde a seguridade social está garantida. Todos os cubanos e cubanas, de qualquer idade, tem direito à educação, em todos os níveis, sendo esta gratuita, totalmente subsidiada, de qualidade e avançada. O mesmo ocorre com demais direitos sociais: alimentação, saúde, pesquisa, habitação, lazer, aposentadoria, cultura, esportes.
Por tudo isso, os e as brigadistas da XIX Brigada Internacional de Solidariedade a Cuba nos colocamos em favor e a disposição para o enfrentamento, através da denúncia aberta dos seguintes pontos:
- Contra as campanhas caluniosas promovidas pelos monopólios imperialistas midiáticos;
- Pela libertação dos 5 heróis cubanos presos injustamente por lutarem em contra do terrorismo;
- Pelo fim do criminoso Bloqueio Econômico;
- Pela desativação da Base Militar de Guantánamo;
- Pelo respeito ao direito de escolha politica do povo cubano.
Para alcançar nossos propósitos nos comprometemos a:
- Desmistificar, a partir de nossa experiência vivida, a realidade cubana tergiversada, construída pelos meios de comunicação em função do imperialismo;
- Difundir o caso dos cinco heróis através de todos os instrumentos de comunicação que temos a disposição em cada território, para assim trabalhar pela libertação dos mesmos;
- Compromisso e adesão com a Revolução cubana e suas propostas democráticas, através de reavaliação de nossos valores e prioridades centrando-as mais na essência de “ser” em lugar do “ter”, dando sentido a nossa ação a partir de uma prática comprometida;
- Promover a participação e organização de novos movimentos com o fim de conscientizar e somar novos companheiros para as próximas brigadas e estimular a união dos povos latino-americanos.
- Denúncia massiva das condições desumanas vividas pelos prisioneiros da base militar de Guantánamo, sua origem e permanência imperialista através da emenda Platt.
Celebramos a criação recente da organização CELAC – Comunidade de Estados Latino Americanos e do Caribe, que encontrará a Cuba presidindo o seu governo proximamente. Esperamos que esta união de nossos povos seja o reflexo do desejo de heróis libertadores de nossas terras cujos pensamentos coincidem com os de José Martí, herói nacional cubano.
 
 
Caimito, Artemisa, 04 de fevereiro de 2012.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Cúpula das Américas

Max Altman 

Cuba  11/12

É  lamentável que porta-vozes do governo de Washington questionem a participação de Cuba na Cúpula das Américas a ter lugar em Cartagena, Colômbia no próximo mês de abril, com a anunciada presença de Barack Obama, sob a alegação de que não é um país democrático. O Chile de Pinochet, a Argentina de Videla, ditaduras sanguinárias que sacrificaram seus próprios povos, e só para citar dois exemplos, receberam apoio político pouco dissimulado de Washington, e jamais deixaram de participar das reuniões da OEA ou de qualquer outro órgão multilateral regional.
Não pode haver uma Cúpula das Américas sem Cuba. Os Estados Unidos não podem seguir insistindo num tema anacrônico, que gera mal-estar em todo o continente.  A comunidade das nações na ONU e em especial a unanimidade dos países da América Latina e Caribe condenou reiteradamente o bloqueio de mais de meio século dos Estados Unidos contra Cuba.
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Se convidada Cuba assistirá à Cúpulas das Américas
Diante da consulta respeitosa do governo colombiano, Cuba declarou que, caso seja convidada, assistiria à Cupula das Américas a partir de suas posições de apego à verdade e sua tradicional política exterior de princípios, afirmou nesta quarta-feira, 15, Bruno Rodríguez Parrilla, ministro de Relações Exteriores, ao deixar instalada a 8ª Reunião do Conselho Político da ALBA, sessão extraordinária, que teve lugar no hotel Occidental Miramar de Havana.

Fotos: Jorge Luis González
Fotos: Jorge Luis González
chanceler Bruno Rodrigues Parrilla                                                                                                                                      o venezuelano Rodolfo Sanz, Coordenador Executivo da ALBA.

O chanceler recordou que a mencionada cúpula foi lançada pelo ex-presidente Bill Clinton em 1994 como a plataforma política para a anexação econômica da América Latina e o Caribe. "Não pode ser das Américas e ao mesmo tempo excluir de maneira infundada e injusta a Cuba", assinalou.
Não obstante, reiterou que Cuba "não regressará à OEA, nem lhe interessa ter qualquer relação com esta organização que só serviu para propósitos de dominação, ocupação e agressão dos Estados Unidos para espoliar a América Latina e o Caribe".
À reunião estiveram presentes os chanceleres e altos representantes de oito países do bloco regional: Venezuela, Bolívia, Nicarágua, Equador, Dominica, São Vicente e as Granadinas, Antigua e Barbuda e Cuba, além de Santa Lucia e Suriname como convidados especiais.



Sergio Pitol afirma que Cuba es uno de sus motivos de inspiración


16 Febrero 2012 1 Comentario
 
Sergio Pitol

Sergio Pitol

El narrador mexicano Sergio Pitol, homenajeado en Cuba como uno de los grandes escritores en lengua española, afirmó que esta nación caribeña constituye uno de sus motivos de inspiración y sensibilidad.
Pitol, Premio Cervantes 2005, recibió este miércoles un homenaje en la Casa de las Américas, de Cuba, donde aseguró que cuando visitó la Isla por primera vez quedó “deslumbrado” por la zona antigua de la ciudad, La Habana Vieja, Patrimonio de la Humanidad.
El también ganador del premio Juan Rulfo en 1999 agregó que siente además una atracción especial por las artes plásticas y la literatura cubanas, con cuyos autores, dijo, lo unen viejos lazos de amistad.
Durante el homenaje a Pitol (1933), que incluyó lecturas de su novela “Diario de la pradera”, el intelectual mexicano compartió sus memorias con el público participante del Foro Caribe, escritura y contemporaneidad celebrado en esta capital.
Pitol, autor de “El viaje” y “El arte de la fuga”, recibió esta semana en La Habana el Premio Internacional “Dulce Maria Loynaz”, conferido por la Unión de Escritores y Artistas de Cuba.
Su obra centró los debates de un coloquio realizado en la fortaleza colonial San Carlos de la Cabaña, sede de la 21 Feria Internacional del Libro de Cuba, que se celebra en La Habana del 10 al 19 de febrero.
Pitol, ex profesor universitario y ex diplomático, ha visitado Cuba en dos ocasiones anteriores, la primera en 1953, y la segunda hace ocho años cuando llegó a la capital cubana para atender problemas de salud.
(Con información de Notimex)

UNESCO llama en La Habana a los universitarios a trabajar juntos por el desarrollo

16 Febrero 2012 Haga un comentario
 
unesco

El subdirector general de Educación de la Organización de Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO), el chino Qian Tang, llamó hoy a los países trabajar juntos en pos del desarrollo sostenible.
La UNESCO somos todos, expresó Qian durante una conferencia en el VIII Congreso Universidad 2012 que reúne en La Habana hasta mañana a unos tres mil 500 delegados de 74 países.
Tenemos el desafío de medir la responsabilidad de los graduados universitarios con las sociedades para contribuir al avance de nuestros países, expresó el directivo, quien llegó a Cuba para participar en la cita en la que se debaten unas dos mil ponencias.

Respaldo al Presidente Chávez crece en cada proceso electoral en Venezuela, afirma encuestadora


16 Febrero 2012 6 Comentarios
 
 
Hugo Chávez

El presidente del Grupo GIS XXI, Jesse Chacón, mostró ante las pantallas de Vive TV los últimos históricos de las elecciones presidenciales que reflejan un crecimiento del respaldo popular al Mandatario Nacional en cada contienda. “En el 2000, el Presidente obtuvo 36% de votos, en el 2004 obtuvo 40.34% y en el 2006 un 46.3%, es decir, ha habido un proceso de crecimiento de su influencia”.
“Cuando el presidente Chávez entra en unas elecciones hay una mayor movilización de los sectores cercanos al proceso revolucionario. Él tiene un efecto de influencia que va más allá de los partidos políticos. Todos los sectores contrarios a la política partidista se nuclean alrededor del presidente Chávez”, agregó.
Comparó los techos históricos de movilización alcanzados por el presidente Chávez con los de la oposición, demostrando una ventaja de 7 millones Vs. 5 millones de votos, respectivamente. “Si a esto le anotamos que arranca el año con la mejor valoración de gestión, decimos que Chávez es un ‘hueso duro de roer’ para cualquiera. Es la figura más influyente de finales del siglo XX y de principios del XXI. Con esto es que se va a enfrentar Radonski”, agregó.
Sin embargo, consideró que “no hay que confiarse porque del otro lado hay un enemigo con mucho poder económico e internacional”.
(Con información de RNV)

Triunfa Correa en batalla legal contra la prensa


16 Febrero 2012 6 Comentarios
 
rafael-correa

El presidente ecuatoriano, Rafael Correa, finalmente se impuso en su batalla legal contra El Universo, el diario más grande de Ecuador.
Este jueves, tras más de 13 horas de audiencia, la Corte Nacional de Justicia resolvió ratificar la sentencia de 40 millones de dólares y tres años de cárcel dictada en contra de El Universo y sus principales directivos.
El controvertido proceso legal inició hace menos de un año, cuando el presidente Correa interpuso una demanda por injurias tras la publicación de un artículo de opinión del columnista Emilio Palacio, en el cual se criticaban las acciones del mandatario durante el golpe de Estado del 30 de septiembre de 2010.
En su columna, Palacio, que ahora busca asilo político en Estados Unidos, señaló que: “El dictador debería recordar, por último, y esto es muy importante que, con el indulto, en el futuro, un nuevo presidente, quizás enemigo suyo, podría llevarlo ante una corte penal por haber ordenado fuego a discreción y sin previo aviso contra un hospital lleno de civiles y gente inocente”.
Conocida la resolución de este jueves, Correa insistió en que las afirmaciones de Palacio afectaron a su honra, y añadió que con el fallo de la Corte se han logrado tres objetivos: demostrar “que El Universo mintió, que se puede juzgar no a los payasitos sino a los dueños del circo, y que los ciudadanos pueden reaccionar frente a los abusos de la prensa”.
El presidente añadió: “Esto va a cambiar la historia, van a entender que la libertad de expresión es de todos, no solo de los que tienen plata para tener una imprenta”.

(Con información de El País)

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Marcha Patriotica: Hablemos del Conflicto Social y Armado Colombiano









por: José Antonio Gutiérrez D.

Colombia es un país bastante curioso. Todo el mundo habla de paz en abstracto, mientras la guerra y las más variadas violencias son pan de cada día y lo único tangible para las comunidades más marginadas del país. Sin embargo, mientras todos hablan de paz en abstracto, hablar de paz en términos concretos ha sido prácticamente criminalizado. El propio presidente Santos ha dicho que nadie más que su gobierno puede inmiscuirse en temas de paz, que sólo él tiene la dichosa llave de la paz[1].

Cualquier persona que aborda de manera seria el estudio de los procesos de diálogo fallidos del pasado (La Uribe, San Vicente del Cagúan), cualquier persona que aborda de manera seria el estudio de las fuentes de la violencia en Colombia, las causas estructurales de ésta, y que más aún, propone transformaciones sociales para lograr una paz orgánica (a diferencia de, digamos, la paz de los cementerios) es inmediatamente tachada de áulico del “terrorismo”. Cualquier persona que llega a la conclusión honesta de que sin justicia social no habrá paz, que éste es el prerrequisito para una coexistencia civilizada es inmediatamente estigmatizada desde los círculos dominantes. Cualquier persona que busca el diálogo político, es inmediatamente señalada por intentar dar “oxígeno a la guerrilla”. Si, todos hablan de paz en abstracto pero cualquier movimiento efectivo para lograr algún avance hacia una paz orgánica, con justicia social, efectiva, es criminalizado. 

Viva o Cavaleiro da Esperança, 114 anos!






Saudações Revolucionárias,

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Síria: guerra por procuração

destinatários desconhecidos


por M.K. Bhadrakumar [*]
 
Se fosse necessário fixar uma data que assinalasse o fim da "era pós-soviética" na política mundial, esse dia seria 4 de Fevereiro de 2012. O duplo veto da Rússia e da China à resolução proposta pela Liga Árabe ao Conselho de Segurança da ONU é um evento histórico monumental.

Curiosamente, o secretário-geral da NATO, Anders Fogh Rasmussen, escolheu o próprio dia do veto para provocar a Rússia. Disse ele que a NATO terá os primeiros elementos do sistema de mísseis anti-balísticos (ABM) dos EUA implantados e em actividade na Europa na data da próxima cimeira da NATO, em Maio, em Chicago, sejam quais forem as objecções de Moscovo.

O primeiro duplo veto de russos e chineses na questão síria, em reunião do Conselho de Segurança da ONU em Outubro, foi movimento coordenado, com o objectivo de fazer gorar uma resolução que poderia ser aproveitada pela NATO para montar uma operação militar na Síria. Mas o segundo duplo veto, em movimento para pressionar o presidente Bashar al-Assad da Síria a deixar o poder, tem significado muito mais amplo.

Guerras por procuração

A situação na Síria evoluiu desde Outubro e aparece afinal como disputa geopolítica pelo futuro do regime iraniano, pelo controle do petróleo do Oriente Médio e pela perpetuação da influência dominante do ocidente naquela região. Rússia e China sentem que pode acontecer de serem despachadas para fora do Oriente Médio.

Com o duplo veto, a única opção deixada para os EUA e seus aliados na Síria é atropelar a lei internacional e a Carta da ONU e derrubar o governo sírio. Há também a opção da intervenção clandestina, mas é possibilidade remota. Segundo Philip Giraldi, ex-analista da CIA, em artigo publicado na última edição da revista The American Conservative:

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

La polémica, una forma de defender las ideas

11 Febrero 2012  
enrique-ubieta_libro_cuba1 

Por Yuliat Danay Acosta, especial para Cubadebate

A veces, despierta en la madrugada pensando en una frase, en una idea. No lo vence el sueño, revisa una vez más el libro que escribió hace un mes. Escrupulosamente escoge cada palabra, como quien no admite más de un significado. Lo hojea de nuevo, lo marca, no deja de analizarlo, de repensarlo. Es de los que cree que un libro nunca se termina, sino que se abandona.
Admirado por algunos y odiado por otros. Sus enemigos le han hecho caricaturas, sus amigos también. Y es que Enrique Ubieta adora la polémica, es su forma de defender las ideas.
Esta vez nos propone un libro singular: Cuba ¿revolución o reforma? Su título, como asidero de acertijos, resume la madurez intelectual del Ubieta que dirigió la revista Contracorriente y la Videoteca del mismo nombre en el ICAIC, el actual director de La Calle del Medio, el bloguero de La Isla desconocida, el martiano, el escritor y el filósofo.

-¿Cómo te defines, filósofo, periodista, ensayista, intelectual? ¿Alguna ambigüedad de roles?
-No quiero encasillarme en una definición. Mi mayor placer es la escritura. Estudié filosofía, pero mi vocación participativa me ha llevado al periodismo. Esto puede resultar conflictivo para la Academia, a la que puedo parecer excesivamente literario, o para el ideal del escritor de moda, enredado en lo nimio y sucio, o en lo desasido y lúdico, que desprecia la intencionalidad política. Por otra parte, los políticos revolucionarios tienen a veces prejuicios con respecto a los intelectuales; y los intelectuales revolucionarios sienten prejuicios hacia los políticos. Ambos extremos son fatales. La política, para ser auténticamente revolucionaria, tiene que ser culta. Paradigmas de intelectuales revolucionarios fueron José Martí y Ernesto Che Guevara, y es Fidel Castro. Yo reclamo ambas condiciones sin rubor. No desdeño ninguna forma de participación en el proceso de transformación social, nací con la Revolución y mi vida está indisolublemente asociada a ella. Todas mis vocaciones, sean literarias o filosóficas, confluyen, y se determinan en la participación político-revolucionaria. Y ser revolucionario es ser creador. No hay ambigüedad alguna de roles.

Fidel vuelve a las andadas

 

12 Febrero 2012 



Foto: Alex Castro


Fidel en el encuentro con los intelectuales. Foto: Alex Castro
Fotos: Alex Castro y Roberto Chile
Aprovechando la presencia de un numeroso grupo de intelectuales (latinoamericanos y caribeños, amén de algunos europeos y estadounidenses invitados para participar en la Feria del Libro de La Habana) Fidel los convocó para intercambiar ideas sobre la actualidad internacional.
La reunión dio comienzo poco después de las 13 horas del viernes, en una sala del Palacio de las Convenciones de La Habana y, retomando un viejo hábito del líder histórico de la Revolución Cubana, se extendió hasta bien pasadas las 22 horas.

Fidel con intelectuales



Más de nueve horas de diálogo con el infinito


De 22 países eran; la mayoría escritores que asisten a la XXI Feria del Libro e intelectuales de diversas disciplinas académicas y científicas, unidos por la Red En Defensa de la Humanidad a favor de "la paz y el medio ambiente."
Zuleika Romay, Premio Casa de las Américas y Presidenta del Instituto Cubano del Libro (ICL), presentó a las personalidades más prominentes entre los invitados y comentó las generalidades del conjunto: Adolfo Pérez Esquivel, Premio Nobel de la Paz; Sergio Pitol, Premio Cervantes 2005. También Stella Calloni, Carlo Frabetti, Francois Houtart, Frei Betto, Ignacio Ramonet, Atilio Borón, Farruco Sesto, Miguel Bonasso, Carmen Bohórquez, Peter Phillps, Santiago Alba y Mayda Acosta.
Importantes escritores e intelectuales caribeños, representantes de las culturas invitadas a nuestra feria: Norman Girvan, Chiqui Vicioso, Kendel Hyppolite, Alejandro Carpio, Daniel Ferreira, Lenito Robinson, Bárbara Chase, Carlos Roberto Gómez, René Baptiste, Cynthia Abrahams, Lasana Sekou, Pedro Antonio Valdés, Johan Roozer, así como Kari Polanyi Levitt, estudiosa del Caribe. Por Cuba, varios premios nacionales de Literatura, de Historia y de Ciencias Sociales, además de científicos cubanos de varias especialidades.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Carta de amor de Adriana a Gerardo


Reproduzimos, traduzido de Granma Internacional, uma carta que Adriana Pérez O’Connor enviou ao seu marido Gerardo Hernández, preso em Victorville, Califórnia, e condenado a duas prisões perpétuas mais 15 anos.

http://www.granma.cubaweb.cu/2012/02/10/nacional/adriana_perez.jpgAmor, se aproxima o Dia dos Namorados e uma vez mais continuamos separados. Todos os anos dizemos o mesmo: este será o último!
Desejo despertar a teu lado e te abraçar como o fará a maioria dos casais, de quem hoje sinto inveja. Direito que nos arrebataram por muito tempo. Mais de catorze anos sem te beijar, sem te tocar, conformando-me apenas com ouvir tua voz em uma chamada, quando é possível, um postal ou algum detalhe graças à criatividade que te caracteriza e ao apoio solidário daqueles que oferecem seus esforços para arrancar de nós um sorriso de felicidade.
Revisando uns papeis e fotos, me detive nas últimas que nos tomamos no dia de meu aniversário em janeiro de 1998 e não pude deixar de pensar quão felizes nos encontrávamos e éramos nessa ocasião. Nossos olhos diziam tudo.
"Onde está minha primavera? Onde se escondeu o sol que meu jardim esqueceu, que a alma me secou?", como diz a canção.
Me descobri sonhando que já estavas livre, de volta para casa junto a mim e que com forte abraço te pedia que não voltasses a me deixar sozinha. Chega, tempo! Como costumas dizer.
Por isso, neste dia de felicidade, romance e oferendas não encontro melhor presente para ti que oferecer-te meu futuro, porque já és dono de meu passado e de meu presente.
FELICIDADES!!!
Por favor, regressa logo, te necessito, te amo.
Tua Bonsái,
7 de fevereiro de 2012
 

Ficha de inscrição / VI Brigada Internacional 1° de Maio

               
                                                 
                               -
Nome do brigadista :                                                        Sexo:
Local de nasc:                                                                   Data de nasc:  
Nacionalidade  e  Cidadania -
Endereço residencial:
    

Síntese da Programação da VI Brigada Internacional 1º de Maio

 23-04 a 06-05-2012

Abertura
Oferenda Floral  ao busto de Julio Antonio Mella
Atividade Oficial de Boas Vindas –
Plantar uma àrvore no Bosque Martiano
Apresentação Cultural
Noite Cubana

Síntese da Programação

                
                            VI Brigada Internacional 1º de Maio -2012