terça-feira, 30 de agosto de 2011

Parabéns Fernando Morais





 Estou terminando de ler o livro de Fernando Morais é realmente um importante documento jornalístico que desvenda o trabalho de terroristas e mercenários em território Norte Americano articulando contra um país livre e soberano como é Cuba.

O que realmente senti falta é o relato do trabalho de muitas pessoas nos mais recônditos lugares deste planeta se solidarizando pela libertação destes cinco patriotas. Em vários estados do Brasil parlamentares, assembléias legislativas, personalidades têm manifestado seu apoio.

É de fundamental importância que o governo brasileiro posicione-se, como tem feito em algumas causas internacionais justas, e manifeste ao presidente Obama que este exerça o seu poder e liberte definitivamente estes cinco heróis latino-americanos.

Edison Puente

Liberdade para os Cinco Heróis Latino-Americanos 

OTAN bombardeia Trípoli, enquanto rebeldes líbios pressionam em Sirte

Várias explosões escutaram-se hoje nesta capital depois de ataques aéreos da OTAN em zonas onde leais a Muamar Kadafi mantêm choques esporádicos com os rebeldes, empenhados agora em dominar Sirte.
O assalto “humanitário” ao povo líbio Testemunhas em Trípoli disseram ter escutado deflagrações de bombas a primeiras horas da madrugada e o sobrevoo a baixa altura de aviões militares da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), cujos bombardeios têm sido essencial na ofensiva da oposição.
Conquanto nas últimas 48 horas diminuíram os cruentos confrontos entre insurgentes e tropas governamentais líbias, prevalecem escaramuças e ações isoladas em diversos pontos da cidade contra os que a aliança atlântica arremete pontualmente.
Milícias dos sublevados continuam patrulhando e apoderando-se do complexo de Bab Aiziyah, onde residia o líder líbio, além de que aumentam a caçada para tratar de dar com o paradeiro deste e de seus mais próximos familiares e colaboradores.
Enquanto, a liderança do Conselho Nacional de Transição (CNT) tenta afiançar-se em Trípoli, simultaneamente que faz questão de negociar com os chefes tribais de Sirte, a cidade natal de Kadafi, para uma rendição pacífica e poder a tomar.
Após dominar Bin Jawad, o propósito de fazer com a terra natal do evadido mandatário é estrategicamente importante para o CNT poder declarar-se em controle de todo o país, ainda que se prevê terão bolsões de resistência durante longo período de tempo.
O porta-voz do CNT, Mahmud Shammam, assegurou hoje que os rebeldes apoiados pela OTAN estão nas vizinhanças de Sirte, a uns 30 quilômetros, e lançou um ultimato aos chefes tribais lhes advertindo que a negociação para que se submetam não será eterna.
Os rebeldes, que se aproximam à mencionada urbe pelo este e o oeste, caíram nas últimas horas em uma emboscada na localidade sudoeste de Zuwarah, enquanto persistem ferozes combates em outras áreas do ocidente do país onde resistem partidários do líder líbio.
Por outro lado, meios jornalísticos árabes citaram o porta-voz de Kadafi, Moussa Ibrahim, que afirmou que o mandatário permanece em Líbia e estaria disposto a negociar uma transição com os rebeldes, ao qual se negaram rotundamente os insurgentes.
No plano diplomata, o chefe do CNT e ex-ministro de Justiça de Kadafi, Mutafa Abdel Jalil, entrevistou-se ontem à noite em Doha com o emir de Provar, jeque Hamad bin Khalifa Al Thani, cujo governo consideram o principal respaldo árabe à rebelião contra o governo líbio.
(Prensa Latina)

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

LÍBIA: Contra a guerra imperialista!

 


"O Partido Comunista Brasileiro (PCB) manifesta sua indignação militante e condena com veemência a ocupação da Líbia pelas tropas da OTAN, travestida de proteção à população do País e apoio humanitário. Trata-se de uma das mais vergonhosas intervenções do imperialismo numa nação soberana, o que demonstra que, diante da crise sistêmica global, a bestialidade e a ganância imperiais não têm mais limites. O PCB também manifesta a sua solidariedade aos combatentes e milicianos líbios que estão enfrentando heroicamente a maior máquina militar do planeta.

Para o PCB, não se trata de defender o governo de Kadafi, mas de combater o imperialismo. O regime inspirado no “Livro Verde” não é socialista nem democrático. A Líbia foi escolhida como o atual alvo da cobiça imperial, em razão de suas imensas riquezas naturais, de seu histórico de luta pela soberania, de sua localização estratégica e de uma relativa independência em relação ao imperialismo, que não mais se contenta em ser apenas sócio dessas riquezas.

A ocupação militar da Líbia é uma grave advertência não só para os povos árabes, especialmente a Síria e o Irã, mas para todos os povos do mundo. O imperialismo, ferido nas suas entranhas,  está cada vez mais agressivo e não hesita em promover uma escalada de guerras em todas as regiões do globo, para ativar seu complexo industrial militar e se safar de sua crise global.

A invasão da Líbia foi uma decisão dos países imperialistas, especialmente Estados Unidos, França e Inglaterra, visando a controlar o petróleo e o gás líbio, além dos recursos do tesouro nacional, que Kadafi ingenuamente depositou nos bancos ocidentais, imaginando que isso lhe pouparia da fúria imperialista. Nesta guerra, esses países se comportaram como verdadeiros piratas modernos, congelando os recursos financeiros líbios investidos no exterior e saqueando as reservas em ouro depositadas no Banco Central líbio.

A brutal intervenção pode ser considerada uma das mais bárbaras da história moderna, pois nestes meses de guerra a OTAN realizou mais de 20 mil bombardeios aéreos, dos quais 8 mil com bombas inteligentes guiadas a laser e outras de efeito moral, para criar um clima de pânico junto à população.  Além disso, centenas de helicópteros Apache varrem diariamente os céus da Líbia atirando contra tudo que se move. A parafernália da guerra se completa com os ataques maciços dos drones, aviões de guerra não tripulados, que despejam também toneladas de bombas no País.

Esses ataques destruíram completamente a infraestrutra líbia e não pouparam residências, universidades, hospitais, estradas, quartéis, estações retransmissoras de rádio e TV, matando milhares de pessoas e criando assim um cenário de terra arrasada, a partir do qual a OTAN enviou as tropas especiais do Comando Alfa e dezenas de comandos especiais da Arábia Saudita e Qatar para tomar os pontos estratégicos do País. Depois do serviço realizado, então chamam “os rebeldes” para fazer figuração para a TV, como se tivessem sido eles os que tomaram cidades e objetivos estratégicos.

Na verdade, esses “rebeldes” não teriam a menor condição de circular em território líbio se não estivessem na retaguarda das tropas da OTAN. Trata-se de um bando de lumpens, aos quais se aliaram monarquistas, antigos exilados, mercenários estrangeiros e alguns dissidentes do regime. Não têm a mínima unidade. O que move esses bandoleiros é a repartição do butim de guerra. Foram treinados improvisadamente pela CIA e serviços secretos da França e Inglaterra mas não possuem habilidades militares, tanto que entram em pânico a qualquer disparo da resistência no interior do País.

Não é a primeira vez que o imperialismo procura vencer guerras com pretextos hipócritas, criando ficticiamente “exércitos rebeldes”, para atingir seus objetivos políticos e econômicos. Foi assim na Iugoslávia, que resultou em seu desmembramento em várias repúblicas; depois foi no Kosovo, onde chegaram a criar uma “guerrilha” cuja cúpula era constituída de chefões traficantes de drogas, como ficou demonstrado mais tarde. O imperialismo perdeu completamente os escrúpulos nessa fase de decadência.

Diante de todas estas evidências, causa repugnância e vergonha que certas forças políticas no Brasil, fantasiadas de esquerda, estejam apoiando esta guerra imperialista, apresentando os mesmos argumentos que o aparato manipulatório da mídia internacional tenta vender diariamente ao mundo. Chegam ao ponto de caracterizar os acontecimentos na Líbia como a “vitória de uma revolução popular”.

Isso significa que esses setores não apenas se comportam historicamente como a mão esquerda da direita e do imperialismo, como também cometem uma infâmia contra todo o povo líbio e as forças que no mundo inteiro dão combate ao imperialismo. Objetivamente, fazem o jogo do imperialismo, do qual são agentes de fato.

A invasão da Líbia pela OTAN deve servir de lição para todos os governantes e povos do mundo: neste momento de crise imperial, não adianta querer conciliar com o imperialismo. Ele aproveita a conciliação e exige mais concessões. A hora é de arregaçar as mangas e construir um amplo movimento mundial antiimperialista e anticapitalista, com capacidade de  colocar as massas em movimento para derrotar os inimigos da humanidade.

Partido Comunista Brasileiro
Comissão Política Nacional
26 de agosto de 2011"

É a Otan que está conquistando Trípoli


Por Manlio Dinucci, em Il Manifesto
Em menos de cinco meses, informa o Comando conjunto aliado de Nápoles, a Otan efetuou mais de 20 mil ataques aéreos, dos quais 8 mil com bombas e mísseis. Esta ação, declaram ao New York Times altos funcionários estadunidenses e da Otan, foi decisiva para apertar o cerco em torno de Trípoli.
Os ataques tornaram-se cada vez mais precisos, destruindo as infraestruturas líbias e impedindo assim o comando de Trípoli de controlar e aprovisionar suas forças. Aos caça-bombardeiros que lançam bombas guiadas por laser de uma tonelada, cujas cabeças penetrantes com urânio empobrecido e tungstênio podem destruir edifícios reforçados, juntaram-se os helicópteros de combate, dotados dos sistemas de armamentos mais modernos. Dentre eles, o míssil guiado por laser Hellfire, que é lançado a 8 quilômetros do objetivo, utilizado também na Líbia pelos aviões telecomandados estadunidenses Predator / Reaper.
Os objetivos são localizados não só pelos aviões-radar Awacs, que decolam de Trapani (costa sudoeste da Sicília) e pelos Predator italianos que decolam de Amendola (Foggia, província de Puglia), sobrevoando a Líbia 24 horas por dia. Eles também são assinalados – indicam ao New York Times os funcionários da Otan – pelos rebeldes. Estes, embora “mal treinados e mal organizados”, estão em condições, “graças a tecnologias fornecidas por países da Otan”, de transmitir importantes informações à “equipe da Otan na Itália, que escolhe os objetivos a atingir”. Além disso, relatam os funcionários, “o Reino Unido, a França e outros países instalaram forças especiais sobre o terreno líbio”. Oficialmente para treinar e armar os rebeldes, na realidade sobretudo para tarefas operacionais.
Assim, vê-se emergir o quadro real. Se os rebeldes chegaram a Trípoli isso deve-se não à sua capacidade de combate, mas ao fato de que os caça-bombardeiros, os helicópteros e os Predator da Otan lhes abrem o caminho, praticando a terra arrasada. No sentido literal do termo, como mostra o corpo do soldado líbio carbonizado pelo ataque da Otan. Por outras palavras, criou-se para a utilização da mídia a imagem de uma resistência com uma força capaz de bater um exército profissional. Mesmo que rebeldes morram nas confrontações, como é natural, não são eles que estão em vias de se apoderar de Trípoli. É a Otan que, graças a uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, está em vias de demolir um Estado a fim de “defender os civis”.
Evidentemente, desde que há um século as tropas italianas desembarcaram em Trípoli, a arte da guerra colonial deu grandes passos em frente.

#AnistiaSC: 30 de agosto - twitaço pela anistia em Santa Catarina

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No dia 30 de agosto, terça-feira, ajude a cobrar a anistia. Faça parte do twitaço! Escreva a tag #AnistiaSC no seu twitter! E vamos juntos cobrar do governo a aplicação da anistia em Santa Catarina! Ajude a divulgar essa mensagem! Publique no seu blog!

Em dezembro de 2008, familiares e praças do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar realizaram manifestação por melhores salários e condições de trabalho. Por isso, 19 PMs foram expulsos da Polícia Militar por participação do movimento reivindicatório. Desses, 14 PMs estão excluídos, quatro retornaram por decisão judicial e um falecido, assassinado fazendo segurança pública, que também estava na ativa por decisão judicial. Com exceção de um policial, todos os retornos por decisão judicial ainda são inconclusos.

Além dos  excluídos, foram abertos mais de 50 conselhos de disciplinas, dezenas inquéritos policiais militares (IPM) e centenas de processos administrativos (PAD).

O que impressiona é que o governo do Estado, a Secretaria da Segurança Pública e os Comandos da Polícia e Bombeiro Militar não querem cumprir a Lei da Anistia  (Lei nº 12.191/2010), apesar de ter sido sancionada em 13 de janeiro de 2010 pelo ex-presidente Lula.

A lei anistia policiais e bombeiros militares de nove unidades da federação, entre elas, Santa Catarina. É  a mesma lei que agora foi emendanda pelo Senado Federal para incluir os bombeiros do Rio de Janeiro.

Desde que foi promulgada, quatro governadores de Santa Catarina ainda não cumpriram a lei: Luiz Henrique da Silveira, João Eduardo Souza Varella, Leonel Pavan e, agora, Raimundo Colombo.

Há uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4377) de iniciativa do desembargador Varella, quando assumiu o governo interinamente no começo de 2010. No entato, a ADI ainda não foi julgada e a lei continua em vigor. No final de 2010, o ex-governador Pavan aplicou anistia parcial, através do Decreto nº 3.433, de 3 de agosto de 2010, que suspendia os processos administrativos disciplinares na PM e no BM até o 31 de dezembro de 2010.

Aplicar anistia não é novidade em Santa Catarina. O próprio ex-governador Luiz Henrique da Silveira já fez isso duas vezes.

Para o bem da segurança pública de Santa Catarina, para a pacificação dos quartéis e para que se faça justiça é importante que o Executivo promova a anistia aos praças da Polícia e Bombeiro Militar.

No dia 30 de agosto, a partir das 14 horas, ajude a cobrar a anistia. Faça parte do twitaço! Escreva a tag #AnistiaSC no seu twitter! E vamos juntos cobrar do governo a aplicação da anistia em Santa Catarina!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Cuba asume presidencia de conferencia desarme de ONU




Ginebra, 23 ago (PL-RHC) Cuba asumióeste martes la presidencia de la Conferencia de Desarme de la Organización de Naciones Unidas (ONU) en Ginebra con un llamado a preservar y fortalecer el grupo como garante de la paz mundial.
altLas soluciones acordadas de forma multilateral constituyen el único método sostenible de abordar los asuntos relacionados con el desarme y la seguridad internacional, expresó el viceministro de Relaciones Exteriores Abelardo Moreno en la sesión inicial de la presidencia cubana.

Debemos iniciar con toda urgencia nuestros trabajos sustantivos y garantizar el derecho de los seres humanos y de los pueblos a vivir en paz y en un mundo sin armas nucleares ni guerras injerencistas, señaló Moreno.

Dedíquese a promover la vida y el desarrollo la astronómica cifra de 1,5 millones de millones de dólares que hoy se destinan a gastos militares y se despilfarran en medios para hacer la guerra, remarcó el vicecanciller.

Cuba asume la responsabilidad de presidir la Conferencia con el propósito de que no pierda su relevancia por el inmovilismo y la falta de voluntad política, manifestó el diplomático en un discurso ante Kassym-Jomarte Tokayev, director general de la Oficina de la ONU aquí.

Ello, añadió, solo sería posible con la contribución de todos y cada uno de los miembros del foro, por lo que está en nuestras manos demostrar nuestro compromiso con el desarme y la paz.

Lamentó que por más de una década la Conferencia de Desarme no haya podido alcanzar acuerdos sustantivos, especialmente sobre las armas nucleares, una de las principales amenazas a la existencia misma de la humanidad.
Sin embargo, se negó a reemplazar la Conferencia con arreglos ad hoc improvisados, selectivos, fuera de Naciones Unidas y manejados por un grupo reducido de países, porque    aseguró-constituirían un peligroso retroceso.

Estamos convencidos de que la parálisis que actualmente afecta a gran parte de esa maquinaria, afirmó Moreno, se debe a la falta de voluntad política por parte de algunos Estados en lograr avances reales, en particular en materia de desarme nuclear.

Resulta simplemente inaceptable que en el mundo existan casi 23 mil armas nucleares, siete mil 560 de ellas listas para ser empleadas de inmediato, manifestó.

La Conferencia, adelantó, tiene la capacidad para negociar paralelamente un tratado que elimine y prohíba las armas nucleares, un tratado que prohíba la carrera de armamentos en el espacio ultraterrestre, un tratado que brinde garantías de seguridad efectivas para los Estados que, como Cuba, no son poseedores de armas nucleares.

También podría adoptar un tratado que prohíba la producción de material fisible para la fabricación de armas nucleares u otros dispositivos explosivos nucleares, agregó el funcionario cubano, que consideró insuficiente si no se va a la eliminación de esas armas.

Entretanto defendió la propuesta del Movimiento de Países No Alineados (Mnoal) que propuso eliminar esas armas de exterminio a más tardar en 2025.

La oferta del Mnoal incluye también la creación de Zonas Libres de Armas Nucleares, recordó Moreno, para quien es necesario crear urgentemente una en Oriente Medio como contribución a la paz duradera en esa región.

 

Gadafi exhorta a los libios a luchar contra opositores y la OTAN



Argel, 24 ago (EFE-RHC) El coronel libio Muamar El Gadafi, que se encuentra en paradero desconocido desde la irrupción de los rebeldes en Trípoli, instó a "los hombres, mujeres, jóvenes y viejos a luchar contra los opositores en la capital, a los que una vez más calificó de "traidores pagados por los colonizadores".
 En unas declaraciones al canal internacional de televisión sirio Al Rai, el dirigente libio aseguró que "la misión de los habitantes de Trípoli es purgar su ciudad" de insurgentes.alt
 "Los jóvenes de Tayura, Suk el Yuma y los comités revolucionarios, todos deben luchar contra los traidores, es su deber", dijo Gadafi al canal, que en su página web asegura que estas declaraciones fueron realizadas desde Trípoli, aunque sin precisar el lugar.
 Asimismo, el cada vez más acorralado dirigente libio instó a las tribus y a los habitantes de otras ciudades a acudir en auxilio de los tripolitanos.
 "Convoco a las tribus de Sebha, Beni Oualid, Feran, Yufra y Anwaset, a que cada una tome una zona para ayudar a purgar la capital, debéis tomar Trípoli y peinarlo para eliminar a las ratas", dijo.
 En su alocución, de unos siete minutos, también declaró que los rebeldes se han escondido entre las familias de la capital y han ocupado edificios civiles, lo que ha obligado a las fuerzas gadafistas, según el coronel, a evitar el combate.
 "El Ejército no puede destruir los edificios y las casas", dijo en este sentido Gadafi.
 Este mensaje se produce pocas horas después de otras palabras del líder recogidas por la cadena catarí Al Yazira y difundidas por un canal de radio local, en las que Gadafi amenazaba con resistir hasta la "victoria o la muerte".
 En dicho mensaje, Gadafi aseguró que el abandono del simbólico complejo residencial y militar de Bab Al Aziziya, en Trípoli, tomado ayer por los rebeldes, se debió a un "movimiento táctico", después de los bombardeos de la OTAN sobre este palacio que, según explicó, ya no tenía importancia para él.
 Al parecer, el complejo presidencial fue destruido por un bombardeo de la OTAN antes de ser tomado por los seguidores del Consejo Nacional de Transición (CNT), que ya han hecho ondear en sus ruinas la antigua bandera tricolor del país.
 Tras la intervención de Gadafi, su portavoz habitual Moussa Ibrahim aseguró que el líder libio está "preparado para resistir a los rebeldes durante meses o incluso años" y se comprometió a convertir Libia en un "volcán" de guerra y muerte hasta conseguir echar al enemigo, asegura Al Yazira.