terça-feira, 26 de março de 2013

Descargue en Cubadebate “La paz en Colombia”, libro de Fidel Castro

4 septiembre 2012
 
Paz Colombia. Fidel Castro Ruz

La paz en Colombia. Fidel Castro Ruz


Más de 400 horas de intenso trabajo -lo confiesa su autor- desbordan  265 páginas de revelaciones sobre los vínculos de la Revolución Cubana con los más destacados movimientos revolucionarios latinoamericanos.
La guerrilla más antigua y el conflicto más largo y violento de América Latina dejan de ser una circunstancia maldita para mostrársenos, con sus antecedentes y precedentes, sus causas y consecuencias, desde la perspectiva del más experimentado combatiente e indiscutible líder revolucionario continental.

Contenido

  • Introducción / 1
  • La Primera Declaración de La Habana / 9
    • El acuerdo de Costa Rica / 9
    • La respuesta de Cuba / 11
  • La reunión de Punta del Este / 19
  • La Segunda Declaración de La Habana / 35
  • Los cuadernos de Marulanda / 53
  • Jacobo Arenas / 69
  • Los dos libros de Alape / 79
  • San Vicente del Caguán / 93
  • Los dos encuentros con Marulanda / 105
    • Antecedentes / 105
  • El valor de los principios / 127
  • Sucesos de ficción / 149
  • Cómo se salvaron muchas vidas, incluida la del Embajador de Estados Unidos / 175
  • Diálogo con jefes guerrilleros colombianos / 193
    • Primera parte / 193
  • Diálogo con jefes guerrilleros colombianos / 223
    • Segunda parte / 223
  • Andrés Pastrana / 251
  • Epílogo / 263

O sistema político em Cuba: uma democracia autêntica



Cuba constitui um sistema de poder popular único, autóctone, que não é cópia de nenhum outro
“O governo do povo, pelo povo e para o povo”
(Abraham Lincoln)

Anita Leocadia Prestes*

Ao estudar o sistema político vigente em Cuba, é necessário lembrar que seus antecedentes remontam ao ano de 1869, quando o povo da pequena ilha caribenha lutava de armas na mão pela independência do jugo colonial espanhol. Seus representantes se reuniram na parte do território já liberado e constituíram a Assembléia Legislativa, que aprovou a primeira Constituição da República de Cuba em armas. Era assim estabelecida a igualdade de todos os cidadãos perante a lei e abolida a escravidão até então existente. Essa primeira Assembléia Constituinte elegeu o Parlamento cubano daquela época e também, de forma democrática, seu Presidente, assim como o Presidente da República de Cuba em armas, designando ainda o Chefe do Exército que levaria adiante a luta pela independência.
Cuba socialista reconheceu a importância de tal herança e, inspirada também nos ensinamentos do grande pensador e líder revolucionário José Marti, chegou a criar um sistema político que constitui um Sistema de Poder Popular único, autóctone, que não é cópia de nenhum outro. Em Cuba não existem os chamados três poderes (executivo, legislativo e judiciário), característicos do sistema político burguês. Há um só poder – o poder popular. Como o povo exerce o poder? Segundo a Constituição, o povo o exerce quando aprova a Constituição e elege seus representantes e, em outros momentos, mediante as Assembléias do Poder Popular e outros órgãos que são eleitos por estas Assembléias, como é o caso do Conselho de Estado, órgão da Assembléia Nacional. Portanto, o poder popular é único e exercido através das Assembléias do Poder Popular.
Outro elemento importante do sistema político cubano é a existência, de acordo com a Constituição, de um único partido – o Partido Comunista. Não se trata de um partido eleitoral, e por isso não participa do processo eleitoral, designando ou propondo candidatos ou realizando campanha a favor de determinados candidatos. Seguindo o caminho apontado por José Marti, fundador do Partido Revolucionário Cubano - partido único como única via para conquistar a unidade de todo o povo na luta pela independência e a soberania do país, e também na luta por justiça social -, o Partido Comunista de Cuba se diferencia do conceito clássico de partidos políticos; além de não ser um partido eleitoral, é o partido dirigente da sociedade, cujas funções e cujo papel são reconhecidos pela imensa maioria do povo. A definição do seu papel está inscrita na Constituição, aprovada em referendo público, mediante voto livre, direto e secreto de 97,7% da população.

Venezuela asumirá la presidencia de Mercosur el 28 de junio

25 marzo 2013
mercosur5 

El presidente (e) de Venezuela, Nicolás Maduro, anunció este domingo que el próximo 28 de Junio su país asumirá, de manos de Uruguay, la Presidencia Pro Témpore del Mercado Común del Sur (Mercosur), organismo del que Venezuela forma parte desde julio del año pasado.
En un acto oficial desarrollado en el estado Lara (centro-occidente), Maduro recordó que “hoy (domingo) estuvimos reunidos con el canciller de Uruguay (Luis Almagro)” y confirmó la asunción de Venezuela a la Presidencia del organismo regional.
“El 28 de junio, yo como presidente constitucional de Venezuela, yo voy a ir a Montevideo (Uruguay) porque Venezuela asume la presidencia de Mercosur (…) El 28 de junio seremos presidentes de Mercosur”, expresó Maduro ante una ovación de centenares de seguidores que lo acompañaban.
El mandatario afirmó que para ese día  “va a ser difícil no recordarlo (al líder de la Revolución Bolivariana, Hugo Chávez) con lágrimas, con cantos y con  amor” porque “fue él quien impulsó como nadie el ingreso de Venezuela al Mercosur”.

Envió Carta Fidel a Evo Morales en el Día del Mar



La Habana, 25 mar (RHC) El líder de la Revolución cubana, Fidel Castro, envió una carta al presidente boliviano, Evo Morales, con motivo de conmemorarse en la nación sudamericana el Día del Mar, y le instó a no desanimarse en su propósito de obtener una salida soberana al Océano Pacífico.
altEn la misiva reiteró el respaldo del pueblo cubano a la nación andina, y destacó la importancia e recuperar esa salida al mar perdida en 1879 en una guerra con Chile, que tuvo nefastas consecuencias para dos pueblos hermanos.

Resaltó Fidel Castro que en las tierras arrebatadas a Bolivia, siguiendo la línea trazada por las potencias coloniales, las jóvenes naciones  latinoamericanas fueron despojadas de inmensos recursos, y subrayó que, de esas tierras arrebatadas a Bolivia, la burguesía y el imperialismo extraen cada año decenas de miles de millones de dólares.

En su mensaje, el líder cubano aseguró que hay muchas reuniones internacionales donde proclamar el derecho de Bolivia de salida al mar, a sus productos y alimentos marinos que le arrebataron a la fuerza cuando la privaron de 400 kilómetros de costa y 120 mil kilómetros cuadrados

Aseguró Fidel Castro que Simón Bolívar no habría aceptado jamás que se privara a los quechuas, aymaras y demás habitantes de Bolivia, de tales derechos que le asignó El Libertador de América, y agregó que el líder  de la Revolución venezolana Hugo Chávez., quien amaba profundamente al pueblo boliviano,  jamás se habría resignado a tan ignominioso destino.

segunda-feira, 25 de março de 2013

CRONOLOGIA DA LUTA PELA DEMARCAÇÃO DA TERRA INDÍGENA MORRO DOS CAVALOS


- FATOS RELEVANTES -

Duas décadas de espera
1993 - 2013


Comunidade Guarani Itaty/Morro dos Cavalos – 48-8473-2927 (Eunice)
Comissão Guarani Nhemonguetá – 48-9607-9339 (Marco)
Conselho Estadual dos Povos Indígenas – 48-9910-1870 (José)
Conselho Indigenista Missionário – 48-9104-4836 (Clovis)
Comissão de Apoio aos Povos Indígenas – 48-9914-8290(Maria Dorothea)
       

Palhoça, Florianópolis
Março de 2013

1. Presença Indígena no Litoral Catarinense

        Durante os séculos XVI e XVII os cronistas denominavam de "guaranis" os grupos de mesma língua que encontravam desde a costa atlântica até o Paraguai, nome atribuído por Luiz Ramirez, tripulante da expedição de Sebastião Caboto ao percorrer o rio da Prata. De modo geral, pequenas comunidades designadas pelo nome do local ou do rio às margens do qual habitavam, ou pelo de seu líder político, compunham a "nação Guarani". No século XX, estudos etnohistóricos fundamentados nos documentos dos primeiros cronistas mencionam que os Guarani formavam "conjuntos territoriais" em toda a extensão de um espaço geográfico que compreendia a costa atlântica de Rio Grande do Sul até o atual Estado de São Paulo e, no interior, se estendia pela margem oriental do Paraguai e pelas duas margens do Paraná. Esse território que integrava os atuais Estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, além de parte do Uruguai e da Argentina, era então jurisdição da Província do Paraguai.
        Em Santa Catarina, a presença Guarani foi registrada pelos primeiros viajantes que aqui aportaram. Gonneville (1504), Aleixo Garcia (1515), Caboto (1526), Cabeza de Vaca (1541), Schmidel (1552), Hans Staden (1548). Esses viajantes sobreviveram graças à generosidade dos Guarani, também conhecidos como Carijó, que os hospedavam, forneciam alimentos, guias e mão de obra para suas expedições terrestres. Durante a colonização, os Guarani/Carijó retiravam-se de lugares que ocupavam no litoral, para outros, como meio de manterem-se distantes dos maus tratos dos novos povoadores e seus métodos de "domesticação". Levantamentos recentes, reunindo fontes escritas e registros arqueológicos, procuram reconstruir ou reinterpretar a história da presença Guarani no litoral catarinense. No século XX, até praticamente o início da década de 1990, a presença Guarani era reconhecida pela sociedade envolvente (e registrada pela escrita) somente na região que se encontra a TI Morro dos Cavalos.
        No litoral, as aldeias Guarani estão distribuídas numa longa faixa geográfica que se estende do RS ao ES. Seu contingente populacional é composto por grupos familiares Mbya e Xiripa/Nhandéva que, historicamente, procuram formar seus assentamentos junto à Mata Atlântica e à Serra do Mar.

2. Sobre a TI Morro dos Cavalos       

        A presença Guarani no Morro dos Cavalos vem de longa data. Alguns Guarani mais velhos recordam que quando Getúlio Vargas era governo residiriam na aldeia na região do Morro dos Cavalos. Um momento de muita tensão ocorreu na década de 1960, durante a construção da rodovia BR 101, que cortou suas áreas de uso. O Sr. Alcindo Moreira, Guarani do M’biguaçu relata assim a “saída” dos Guarani
Aí eu sei, que afinal a federal [BR 101] já ia passar. Aí o que nós ia fazer.(...) Aí sei que chegaram, avisaram (...), aí ela disse, não dá: “eu vou embora, daqui a cinco dias vai chegar a máquina”. E ela de medo, eu acho eu. Eu acho que ela de medo, não ficou. Aí ele ia fazer a estrada em cima, viu... Ia sair bem naquela curva, bem naquela curva. Aí eu sei que fizeram.
        O crescimento da ocupação na região do entorno, a despeito da criação do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro em 1975, o que também foi um agente cerceador do uso tradicional indígena, provocou a redução dos espaços ocupados pelos Guarani, comprometendo a sua autonomia econômica e a satisfação de suas necessidades. Em realidade, a própria criação dessa Unidade de Conservação traria consigo a indenização dos ocupantes, o que ocorreu apenas parcialmente.
        Até 1988 a Funai não assistia indígenas que residissem fora de uma “reserva indígena”, no caso catarinense as únicas duas reservas eram a TI Xapecó e a TI Ibirama Laklãnõ. Mesmo que os indígenas do Morro dos Cavalos desejassem, a Funai não reconhecia sua presença, não os assistia e não reconhecia direito sobre terras. Foi necessária muita persuasão e luta para mudar essa história.
        A delimitação da TI Morro dos Cavalos ateve-se no parágrafo 2º Art. 231 da CF, segundo o que consta o resumo do relatório publicado no DOU: 

Rechazo a injerencia en Siria en debate de la Unión Interparlamentaria

Lunes 25 de Marzo de 2013, 05:04 am


En la Asamblea de la UIP convergen más de mil delegados de 126 países (Foto: EFE)
La segunda jornada de la 128° Asamblea de la Unión Interparlamentaria (UIP), que tiene lugar en Quito, Ecuador; estuvo marcada por el debate del conflicto armado que vive la República Árabe Siria, en el que se rechazó las intenciones de injerencia demostradas por algunos países árabes y occidentales que buscan derrocar al presidente constitucional, Bashar al-Assad.
El titular del Parlamento ecuatoriano, Fernando Cordero, quien también preside el foro interparlamentario, acotó que entre las posiciones presentadas destacó el apoyo mostrado a la iniciativa de su país, que condena la violación a los derechos humanos en la nación árabe, “sin importar de qué bando provengan los atropellos”.
Cordero sostuvo que no basta con exigirle al Gobierno sirio que vele por el respeto a los derechos humanos -tal como hacen grandes potencias como Estados Unidos, Gran Bretaña y Francia- pues también “debemos condenar la injerencia extranjera“ que “está provocando muertes”, cuando el conflicto debería resolverse pacíficamente.
El parlamentario recordó que la existencia de una oposición fuerte es algo normal en las democracias, “pero es obligación de esa tendencia resolver sus controversias de manera pacífica, no violenta, no con la guerra, no con la muerte”.
“Peor todavía cuando hay potencias extranjeras queriendo apoyar el derrocamiento de un Gobierno, a pretexto de ayuda humanitaria”, apuntó el jefe del legislativo ecuatoriano.
Durante el debate, la Asamblea propuso dar un rol a los parlamentos de cada país para que sugieran a sus gobiernos “la necesidad de asumir una responsabilidad internacional y una actitud humanitaria hacia los refugiados en el mundo”, especialmente aquellos que son víctimas de la guerra armada en Siria.
“Se necesitan soluciones que abandonen la violencia y sugieran vías pacíficas a través del diálogo”, precisó Cordero, recordando que el conflicto sirio ha causado la muerte de unas 70 mil personas y más de un millón de refugiados en países vecinos.
Alrededor de mil 300 delegados provenientes de 126 países se reúnen desde el pasado viernes en la capital ecuatoriana, para participar en la 128° Asamblea de la Unión Interparlamentaria (UIP) y debatir sobre los modelos de desarrollo y grandes problemas que afronta la humanidad.
"Derrotar a la pobreza, vivir en paz, erradicar toda forma de violencia, eliminar al crimen organizado", entre otros, "son objetivos comunes en los países del mundo”, expresó Cordero días atrás, antes de comenzar la cita interparlamentaria.

teleSUR-EFE-Andes/MARL

Manifiesto de Montecristi.


 Documento oficial del Partido Revolucionario Cubano, firmado por José Martí y Máximo Gómez el 25 de marzo de 1895 en la localidad de Montecristi, República Dominicana, expone las ideas para organizar la guerra de independencia cubana de 1895. Este documento constituye una fehaciente muestra de la unidad y solidez de la revolución cubana, tal el propio texto recogiera. Al mismo tiempo, expone la comunidad de criterios y los estrechos lazos de las dos generaciones participantes en la guerra del 95, mientras evidencia la profunda amistad y el sentimiento patrio que hermanaban a Gómez y a Martí.
Semblanza
Al inicio de 1895, los preparativos de la "Guerra Necesaria", organizada por José Martí, habían alcanzado un momento culminante. El 29 de enero de aquel año, Mayía Rodríguez, Enrique Collazo y José Martí, firmaron la Orden de Alzamiento. Tan pronto fue enviada a la Isla, el Maestro viajó a la República Dominicana, donde se reuniría con Máximo Gómez, para preparar su viaje a la Mayor de las Antillas.
Martí se encuentra en Santo Domingo, y recibe noticias concretas donde se da por seguro que ha estallado nuevamente la guerra en Cuba, y donde se dice, incluso, que él y Máximo Gómez han desembarcado en la amada patria. No hay que pensar ni esperar más, se impone prepararlo todo y partir.
El 7 de febrero, José Martí tocaba a la puerta del estratega dominicano en la ciudad de Montecristi. Allí les llegó la confirmación de que el 24 de febrero se había encendido otra vez la llama de la revolución en Cuba. Un mes después, el 25 de marzo, firmaban el documento bajo el nombre El Partido Revolucionario a Cuba, conocido en la historia nacional como Manifiesto de Montecristi, por la localidad dominicana donde fue suscrito.

quinta-feira, 21 de março de 2013

SILVIO HACE CAMINO AL ANDAR


El trovador cubano Silvio Rodríguez protagonizará en abril próximo un conjunto de presentaciones en América Latina que incluirá conciertos en Costa Rica, Bolivia y Perú, acompañado por el Trío Trovarroco, Niurka González en la flauta y el clarinete, así como Oliver Valdés en la percusión.
 
El 12 de abril el Estadio Ricardo Saprissa de San José, Costa Rica, recibirá al fundador de la Nueva Trova, luego de varios años ausente de los escenarios de esa nación centroamericana. Andrés Guanipa, director general de Evenpro, una de las empresas a cargo de la organización del recital, comentó a la prensa que Rodríguez “se preocupa más por la música que por lo estético” y este “es un concierto donde la gente va a ir a escuchar, más que a ver” pues “él siempre genera un ambiente íntimo”.
 
Mientras, tres días después, el Parque Urbano Central de Santa Cruz, Bolivia, acogerá al autor de “Unicornio” y “Cita con ángeles”, que no podrá ir a La Paz por cuestiones de salud relacionadas con la altura de esa ciudad, según explicó en su blog Segunda cita. Esta será la segunda ocasión en que el músico llega a tierras bolivianas para ofrecer su amplio repertorio de canciones, tras conmemorarse exactamente 30 años de su primera gira por ciudades y minas de Bolivia.
 
Más adelante, el 19 de abril, la explanada Sur del Estadio Monumental de Lima, Perú, con capacidad para 80 mil 93 personas, se deleitará con la propuesta artística de Rodríguez, quien cuenta en su haber con una sólida carrera discográfica y goza de gran popularidad en los escenarios latinoamericanos.
 
Pero antes de hacer camino al andar, de recorrer latitudes que han marcado algunos de sus temas, Silvio tiene en planes dialogar con poblaciones de la geografía habanera como parte de su proyecto Gira por los barrios, del que ha nacido la exposición La gira interminable, muestra que reúne un conjunto de pasteles de Antonio Guerrero inspirados en fotografías tomadas durante este encuentro del trovador con las audiencias más desfavorecidas del país y que se exhibe en la Sala Majadahonda del Centro Pablo.
 
De manera que antes de partir a compromisos internacionales, Rodríguez compartirá su quehacer durante los días 29 y 31 de marzo con los habitantes de los barrios del Cerro y 10 de Octubre de la capital cubana, intercambio que se había visto interrumpido por la celebración de la Feria Internacional del Libro de La Habana pero que, felizmente, vuelve a ser noticia en nuestra cotidianidad.

Obama inicia gira por Oriente Medio sin iniciativas de paz para la región

20 marzo 2013
 
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El presidente de Estados Unidos arribó este miércoles a Tel Aviv, en el inicio de la primera gira que realiza por Medio Oriente desde que asumió la jefatura de Estado en 2009. Pese a las expectativas generadas por sus visitas a Israel y Palestina, el mandatario no lleva consigo iniciativa alguna que pudiera relanzar el estancado plan de paz que necesita la región.
A su llegada a la capital israelí, Obama se convirtió en el noveno Presidente de EE.UU. en visitar esta nación aliada, donde tiene previsto reunirse hasta tres veces con el primer ministro Benjamin Netanyahu y con el presidente Shimon Peres.
El vocero de la Casa Blanca, Mark Regev, informó que la agenda de Obama en Israel está centrada en conversaciones sobre el desarrollo nuclear de Irán, la expansión de la violencia del conflicto en Siria y el proceso de paz con los palestinos, estancado desde hace cuatro años.

Iraq: las víctimas

20 marzo 2013
 
bush misión cumplida

Cuando las fuerzas estadounidenses entraron a Bagdad prometieron al mundo que la nación árabe se convertiría en un paradigma de democracia y prosperidad, que los árabes de países vecinos irían allí a buscar oportunidades mejor vida. Diez años después, aquel pronóstico norteamericano parece un irrespetuoso chiste de mal gusto.
La mayoría de los iraquíes carecen de agua potable, los servicios públicos (educación, salud y electricidad) son muy precarios, casi un millón y medio de desplazados no pueden o no quieren regresar a la nación, una fragilidad política extrema, y solo el 40 por ciento de los ciudadanos tiene trabajo; lo único que funciona a la perfección (fíjense que interesante) es la industria petrolera con sus 73 mil millones de dólares anuales. ¿Casualidad? No.

Una mirada responsable al nuevo Papa

20 marzo 2013
Papa Francisco  

Queridos compañeros:

Nunca como en estos tiempos la izquierda tiene que ser seria y responsable.
Es muy buena la nota de Vicky Peláez , a quien respeto mucho, pero como está lejos seguro no se enteró de la falsedad de algunas informaciones que circulan hoy como verdades.
Esto es una llamada de atención . Otra fotografía con Videla tampoco es Bergoglio se lo Confunde con otros religiosos. Lo malo es que es asombrosamente visible que no es Bergoglio.
Nosotros no podemos decir lo que nadie ha dicho aquí. Bergoglio no fue acusado por el robo de Bebés durante la pasada dictadura. Fue citado como testigo en un caso muy especial y como testigo declaró.
Nunca ha sido citado como acusado en una causa – Uno de los sacerdotes jesuitas que menciona el periodista Verbitsky, el padre Jalics acaba de enviar una carta donde dice que el ha hablado largamente con Bergoglio y que han celebrado una misa juntos. Para mí dice “e sun caso cerrado”. Sostiene el Premio Nóbel de la PAZ, Adolfo Pérez Esquivel, que sí conoció a Bergoglio: “Nunca fue un entregador. Si algo se podría reprochar es la falta de acción de la Iglesia en su conjunto de cúpula para defender a los religiosos perseguidos, al pueblo perseguido”. Entonces no es necesario usar nada de este tipo de situaciones en las que no hay pruebas concretas para desacreditar al Papa actual. Simplemente creo que si somos verdaderamente de izquierda debemos rechazar estas prácticas que tanto criticamos en la derecha. Hay mucha intoxicación informativa en las redes sociales y hay falsedades y mentiras a veces a grado de escándalo . Es urgente y necesario que nuestros planteos sean seriamente políticos, ideológicos. Es lamentable que la izquierda esté a la espera de ¿qué va hacer el papa? Simplemente tenemos que preguntarnos qué vamos a hacer nosotros. Porque somos nosotros, estos que nos dividimos en pedazos por vanidades, egocentrismos, intolerancias ,impensables en un verdadero hombre de izquierda, los que debemos pensar que vamos a hacer. En el período histórico donde hace falta toda la mejor inteligencia de izquierda, nos estamos dedicando a destruirnos entre nosotros, en el mejor de los casos, porque en el peor que está sucediendo: estamos ayudando mucho al enemigo que viene por nosotros.
No es posible que se hable de todo con tanta liviandad. Hay que preguntar. Hay que tener pruebas de lo que se dice o al menos una constatación seria. Hay reacciones que a veces ni siquiera tienen una razón ideológica sino un enfrentamiento personal, un encono o una obsesión. Nosotros si somos serios, consecuentes y verdaderamente mejores seres humanos, “hombres nuevos” que debemos ser como decía el Che no podemos falsear la realidad, porque nos conviene partidaria o ideológicamente. Nada conviene más que la verdad, Nada enseña más a una creación teórica dialéctica, siempre renovada, enriquecida, que la realidad.

Venezuela: Canciller anuncia suspensión de canal de comunicación con EEUU

20 marzo 2013 
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Elías Jaua
El ministro de Relaciones Exteriores, Elías Jaua, anunció este miércoles que queda suspendido por el momento el canal de comunicación para mejorar las relaciones con Estados Unidos, tras los ataques de la funcionaria norteamericana Roberta Jacobson al poder electoral en Venezuela.
“Ojala haya una rectificación y cese la injerencia de Estados Unidos”, agregó el canciller, tras recordar que el comisionado para mantener el canal de comunicación con Jacobson era el embajador de Venezuela ante la Organización de Estados Americanos (OEA), Roy Chaderton Matos.
“Todas las relaciones diplomáticas y consulares se mantienen”, aclaró el Jefe de la diplomacia venezolana, quien indicó que sólo queda suspendido el canal acordado con Jacobson, en noviembre pasado.
En sus declaraciones, Jaua reiteró que la única transición que hay en Venezuela es hacia el socialismo, impulsado por el líder de la Revolución Bolivariana, Hugo Chavez.
“En Venezuela no hay ninguna transición que no sea la transición al socialismo”, reiteró Jaua durante el acto de condecoración a los diplomáticos venezolanos Víctor Camacaro Mata y Orlando Montañez Olivares, quienes fueron expulsados de Estados Unidos como represalia contra Venezuela por la destitución de dos agregados militares estadounidenses en el país.
Desde la Casa Amarilla Antonio José de Sucre, ubicada en el centro de Caracas, el canciller rechazó las declaraciones emitidas por distintos voceros del Departamento de Estado de Estados Unidos, y puntualizo que, en cumplimiento a la Constitución Bolivariana, ya en el país se convoco a elecciones presidenciales para el 14 de abril.
Jaua denunció que la apuesta de la Casa Blanca es un escenario de inestabilidad en el país, pero recalcó que el Gobierno Bolivariano garantizará la paz de Venezuela.
El diplomático señaló que una prueba de la injerencia de Washington en la política venezolana fue la reciente visita del candidato de la derecha a las presidenciales, Henrique Capriles, a Nueva York.
“Fue a firmar su hipoteca con Estados Unidos”, dijo Jaua.

(Con información de La Radio del Sur)

quarta-feira, 20 de março de 2013

“Las águilas no cazan moscas”: A propósito de la academia norteamericana y una subespecie anticastrista

19 marzo 2013
Rafael Hernández
A partir de recientes acontecimientos en algunos escenarios académicos y mediáticos estadounidenses en relación con Cuba, envié un breve cuestionario al politólogo y conocido estudioso de las relaciones entre los dos países, Rafael Hernández, que el también director de la revista Temas tuvo la amabilidad de responder para La pupila insomne.
Iroel Sánchez: A pesar de tener una trayectoria académica reconocida, las autoridades norteamericanas te negaron la visa para participar en la más reciente Conferencia de la Asociación de Estudios Latinoamericanos (LASA, por sus siglas en inglés)¿Desde cuándo y con qué intensidad has mantenido relaciones con universidades y académicos estadounidenses?
Rafael Hernández: Hubo un momento de mi vida, cuando iba a cumplir 30 y aspiraba a entender a Cuba y América Latina, que se me reveló la necesidad de estudiar a los Estados Unidos, incluida la muy compleja relación de conflicto e interinfluencia que nos une hasta hoy –y que otros identifican como de “odio/amor”, reducción psicoanalítica medio light para mi gusto. Mi tesis de posgrado en el Colegio de México, en 1977, fue sobre el fascinante tema de la estructura de control financiero y productivo de la industria petrolera latinoamericana por las corporaciones norteamericanas. Desde entonces, y sobre todo luego, cuando dirigí los estudios norteamericanos en el Centro de Estudios sobre América, a partir de 1979, mis interlocutores principales eran académicos de EEUU; la etapa más intensa vino cuando coordiné el programa de intercambio con LASA, durante diez años, hasta principios de los 90. En esa época, trabajamos sin descanso para construir puentes que, felizmente, hoy se han consolidado. En el contexto de aquellos proyectos conjuntos y creciente comunicación, naturalmente, publiqué varios libros en EEUU; y he enseñado cursos sobre Cuba en sitios como Columbia, Harvard, la Universidad de Texas.

Libros Libres

Libros de análisis político y pensamiento social con la autorización de sus autores para ser descargados desde Cubadebate.

Libros Libres, Especiales, Política, Luis Báez, Rosa Miriam Elizalde »

8 mar 2013 |  
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 “El Encuentro”, escrito por Rosa Miriam Elizalde y Luis Báez en el año 2005, relata el nacimiento de una amistad y la trama que unió por primera vez al teniente coronel Hugo Chávez Frías y al Comandante en Jefe y líder de la Revolución cubana, Fidel Castro, el 13 de diciembre de 1994. Un día después el joven bolivariano, quien encabezaba entonces el Movimiento Bolivariano Revolucionario-200 que lo llevaría al poder cinco años después, ofreció una Conferencia Magistral en la Universidad de La Habana. Además de descargar el libro, usted puede ver el video de esa histórica presentación

Poder eleitoral venezuelano fecha filas contra ingerência

  


 

Caracas, 18 mar (Prensa Latina) O poder eleitoral venezuelano, máxima autoridade para as eleições do país, fecha hoje filas contra delcarações dos Estados Unidos que atentam contra a transparência das instituições neste país sul-americano.
No mais recente episódio, a secretária adjunta estadunidense de Estado para América Latina, Roberta Jacobson, declarou que as eleições na Venezuela deveriam ser justas e livres.
O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) respondeu às declarações da funcionária pública estadunidense ao lembrar do reconhecimento internacional que tem o sistema vigente.
A direção do CNE afirmou que uma opinião desse tipo é paradoxal, quando precisamente os Estados Unidos tem um mecanismo eleitoral frágil, inseguro e que exclui as minorias.
A firmeza e integridade da Venezuela estão apoiadas sobre todas as auditorias feitas ao processo, o que permite que essa ferramenta seja o instrumento de expressão da soberania de todo um povo.
Por outra parte, o poder eleitoral venezuelano emite boletins oficiais poucas horas depois de conlcuída a votação, enquanto que no caso de Washington os resultados são divulgados por empresas privadas de comunicação, baseados em questionários de boca de urna e não em resultados oficiais.
O CNE advertiu também que os comentários de Jacobson mostram claramente sua falta de conhecimento sobre a Constituição venezuelana, pois neste país é precisamente a instituição encarregada de convidar os observadores internacionais.
O órgão chamou atenção ao fato dos comentários da funcionária pública estadunidense serem parecidos com aqueles emitidos por setores da política venezuelana que estão contra a via democrática das urnas.
A Venezuela enfrenta no próximo 14 de abril eleições presidenciais, para as quais já se registraram sete candidatos à presidência.

Capturados en Haití tres ciudadanos que portaban 350.368 dólares para la campaña de Capriles


Jorge Rodríguez

Jorge Rodríguez

19 de marzo de 2013.- En horas de la mañana de este martes fueron capturados en Haití tres ciudadanos, uno colombiano y dos venezolanos, que portaban de manera ilegal 350.368 dólares americanos en efectivo, los cuales serían utilizados en la campaña del candidato opositor Henrique Capriles.

La denuncia fue realizada por Jorge Rodríguez, jefe del Comando de Campaña “Hugo Chávez” del candidato Nicolás Maduro para las elecciones presidenciales del 14 de abril de 2013, durante una rueda de prensa efectuada el día de hoy en compañía de la militancia revolucionaria.

Rodríguez precisó que cuando estas personas fueron fueron interrogadas por funcionarios de la Policía Nacional de Haití, “señalaron que ese dinero estaba destinado a la campaña del candidato opositor Henrique Capriles”.

En opinión del también dirigente del Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), este nuevo hecho, sumado al ataque editorial propinado en el diario El Nacional contra la rectora del Consejo Nacional Electoral (CNE), Tibisay Lucena, evidencian la poca disposición de la derecha a acatar las normas electorales.

“Todo señala que el comando de la derecha y sus aliados en el norte, que no son más que los representantes del sector ultraderechista de la política norteamericana, no tienen una disposición electoral”, concluyó. 
 
 
 

Estudantes ocupam a reitoria da UDESC contra a privatização da universidade


 
A ocupação foi decidida no dia de hoje (terça-feira, 19) em assembleia estudantil após a aprovação por um voto de diferença no Conselho Universitário (CONSUNI) do “Órgão Suplementar Superior” intitulado “Coordenadoria de Projetos e Inovação”. Trata-se de uma medida que representa o avanço da privatização da universidade, que passaria buscar recursos na iniciativa privada com um órgão oficial para geri-los. Para os estudantes, contrários aos projeto, não houve sequer tempo para discussão.
Há poucos meses, a comunidade acadêmica da UDESC estava mobilizada contra o corte de verbas implementado pelo Governo de SC. A atual medida vem para reforçar a postura do Governo de achatamento dos serviços públicos.
A busca por recursos privados em troca do conhecimento produzido na universidade é a carta branca para que a ciência e a tecnologia se subordinem à lógica do lucro. “O valor de uma pesquisa estará ligado diretamente com a sua rentabilidade e não com a sua função social e os currículos tendem a ser adaptados para melhor atender ao mercado e não a sociedade”, afirma o parecer estudantil contrário ao projeto. Além disso, a universidade perde sua autonomia didático-científica, pois a sua agenda de prioridades passa a ser definida pelas empresas privadas.
Outro fator preocupante é o sigilo sobre os resultados de pesquisa. Contrariando a lógica em que o conhecimento produzido em estabelecimentos públicos é patrimônio público, com essa Coordenadoria, abre-se para a lógica das patentes privadas sobre os resultados alcançados, onde a própria publicização do conhecimento entra em cheque.
Os estudantes, que lutam para que o conhecimento produzido na universidade sirva ao povo, reivindicam o imediato arquivamento do projeto e a implantação de um fórum de discussão com a participação de toda a comunidade acadêmica. A ocupação da reitoria será mantida como forma de mobilização que culminará em uma Assembleia Geral marcada para ocorrer na quinta-feira, dia 21 de Março às 17h.
É fundamental a solidariedade de todos os estudantes e trabalhadores do estado. Se essa medida se consolidar estará dado um grande passo na privatização da única universidade estadual de Santa Catarina.
Imprensa JCA
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terça-feira, 19 de março de 2013

Ordem também é sinônimo de desenvolvimento


O general-de-exército
Raúl Castro Ruz presidiu a reunião ampliada do Conselho de Ministros

Yaima Puig Meneses e Leticia Martínez Hernández

DURANTE uma reunião ampliada do Conselho de Ministros, realizada na sexta-feira, 15 de março, o general-de-exército Raúl Castro Ruz fez um apelo para continuar fomentando a ordem em todos os âmbitos da sociedade. E reiterou a necessidade de continuar trabalhando com disciplina e exigência em prol do desenvolvimento sustentável.
“Esta não é tarefa dum dia, devemos ser sistemáticos no enfrentamento aos problemas e impedir que surjam quando começam a perceber-se os primeiros sintomas, para que não proliferem impunemente ante nossos olhos”, destacou o presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros.
Raúl considerou que enquanto maior sejam as adversidades, maior deve ser o espírito de resistência e de luta para enfrentá-las com otimismo, como sempre nos ensinou Fidel. “Não nos contaminemos com o pessimismo. Se trabalharmos bem, tudo tem solução”, afirmou Raúl em vários momentos da reunião, onde se trataram assuntos de muita importância para o melhor desenvolvimento econômico.

Carta de María Gabriela Chávez para despedir a su padre




Caracas (Efe).- María Gabriela Chávez, hija del fallecido presidente venezolano Hugo Chávez, dedicó  a su padre unas emotivas palabras de despedida y le prometió defender su legado, en la ceremonia que precedió al traslado al Cuartel de la Montaña del féretro del gobernante.
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Con gafas oscuras, María Gabriela leyó en la Academia Militar de Caracas, donde estuvo instalado el velatorio de Chávez para que los ciudadanos pudieran despedirle, un texto en el que expresó su dolor por la muerte el pasado día 5 de su padre, víctima de cáncer.
“Duele tu partida, es un dolor que me quema el alma, qué difícil se me puso la vida sin ti. Durante estos días he estado tratando de comprender por qué te has ido, por qué nos has dejado con este inmenso vacío.
“He llorado, he gritado, he rogado al cielo que te devuelva a mí, luego me calmo, respiro, te amo, te siento, vuelvo a ti y te vuelvo a llorar. Hoy creo haber entendido todo esto. Tu alma es tan infinitamente inmensa que ese cuerpo te quedó pequeño y sencillamente tuviste que volar y ser libre. Te lo dije viéndote a los ojos poco días antes de tu partida, eres un gigante.
“En algún momento me exigiste ser fuerte en caso de que llegara a suceder lo peor. "Debes ser fuerte mi María y debes seguir el camino pase lo que pase". Hoy te juro que daré lo mejor de mí, te juro que sacaré fuerzas, de no sé dónde, para poder seguir adelante y tú siempre serás la luz que ilumine mi camino.
“Gracias por tanto amor de padre, gracias por tu constante ejemplo, gracias por tu risa, gracias por tu llanto, gracias por tus canciones, gracias por tus bailes, gracias por tantas alegrías, gracias por tu absoluta y eterna entrega, pero sobre todo, gracias, Comandante por devolvernos la Patria.
“Tú seguirás palpitando en mi corazón, tú seguirás viviendo en mi alma, tú seguirás brillando en mis ojos, y seguirás vibrando en tu pueblo para siempre. Papito amado mío, vuela, vuela libre gigante, vuela alto y sopla fuerte, fuerte como los vientos huracanados. Nosotros cuidaremos tu Patria y defenderemos tu legado como tú nos enseñaste a hacerlo, jamás te irás porque en nuestras manos está tu llamarada, Hugo Chávez.
“Hasta siempre, mi amado amor eterno.”
La hija de Chávez pronunció sus palabras instantes antes de que comenzara el traslado del féretro de de su padre desde la Academia Militar, donde ha estado expuesto al público, hasta el Cuartel de la Montaña o Museo de la Revolución,  en el que permanecerá hasta que se le dé sepultura definitiva.

DISCURSO PRONUNCIADO POR FIDEL CASTRO RUZ, PRESIDENTE DE LA REPÚBLICA DE CUBA, EN EL ACTO DE CONMEMORACION DEL CENTENARIO DE LA PROTESTA DE BARAGUA, MUNICIPIO "JULIO ANTONIO MELLA", SANTIAGO DE CUBA, 15 DE MARZO DE 1978, "AÑO DEL XI FESTIVAL".

"La teoría es una cosa y la práctica en la realidad de la vida es otra. Hay que pensar que los pueblos y los hombres que hacen la historia no llevan un librito en la mano, guiándose por el librito para hacer la historia. Hoy la política en todos los sentidos es mucho más científica, gracias precisamente a Marx, a Engels y a Lenin (APLAUSOS), que nos enseñaron muchas cosas y muchas verdades y muchas leyes sociales por las cuales podemos guiarnos. Ya nuestra generación, como hemos explicado otras veces, tuvo el privilegio de poder apoyarse en esas leyes y en toda la experiencia, la enorme experiencia de la historia de nuestra patria. Esto es importante. Cuando investiguemos la historia debemos ser todo lo objetivo que sea necesario ser, todo lo honesto, todo lo sincero y críticos que sea necesario ser; ser objetivos, no subjetivos, no analizar los hombres de aquella época con la mentalidad de ahora y los principios de ahora, y cuidarnos de los adjetivos, que bien puede surgir un erudito y decir que Máximo Gómez era un traidor, porque juzgue a Máximo Gómez en el Zanjón y por todo esto, sin tomar en cuenta las realidades objetivas de lo que fue y significó Máximo Gómez."

(VERSIONES TAQUIGRAFICAS - CONSEJO DE ESTADO)

Queridos compatriotas:


Para hacer un profundo análisis histórico de la Protesta de Baraguá, se habría requerido del tiempo que no hemos dispuesto en estos días de mucho quehacer. Por ello, no pretendemos pronunciar aquí una conferencia ni hacer una valoración histórica de aquellos acontecimientos. Venimos aquí para expresar nuestro profundo reconocimiento, nuestro cariño y nuestra admiración a aquel glorioso hecho histórico, y expresar algunas ideas y algunas impresiones de su importancia y de las circunstancias en que se produjo.
¿Cómo sería aquel día 15 de marzo de 1878, hace 100 años? Dicen que aquella mañana, antes de la conferencia, el día era neblinoso; pero nos parece que en muchas cosas sería un día similar al de hoy. Tal vez muchos más mangos, que hoy no existen por el efecto del tiempo, del descuido, e incluso quizás del avance de las grandes plantaciones cañeras que establecieron aquí los monopolios extranjeros. Pero sin duda había un sol como este, unas montañas como aquellas que se divisan en el horizonte y unos hombres representando a nuestro pueblo, como los hombres que aquí se encuentran en la tarde de hoy (APLAUSOS).

Desarrollará Nicaragua diagnóstico para elevar estándar de salud


altManagua, 18 mar (RHC-PL) Con la colaboración de expertos cubanos, Nicaragua iniciará esta semana un diagnóstico general sobre el sistema nacional de salud pública, enfocado a elevar la calidad de los servicios a la población, corroboró hoy una fuente oficial.
Los especialistas visitantes trabajarán inicialmente en Managua donde sostendrán encuentros con las autoridades del Ministerio de Salud para luego recorrer distintos territorios del país, explicó Rosario Murillo, integrante del Ejecutivo.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Manoel Alves Ribeiro - Mimo: 110 anos


 

Há 110 anos, em 13 de março de 1903, nascia em Imaruí, pequena cidade do sul do estado de Santa Catarina, o camarada Manoel Alves Ribeiro, o Mimo, como era conhecido, militante comunista desde os anos 30 do século passado até o seu falecimento em 29 de setembro de 1994. Foram décadas de dedicação à luta do nosso povo.
  
Autodidata, não cursou mais que os primeiros anos de escola, Mimo era dotado de uma inteligência, habilidade e perspicácia incomuns. Quem o conheceu, quem o viu falar em público, foi testemunha de verdadeiras aulas de oratória. Tinha uma capacidade própria de se dirigir ao público. Cativava e entretinha a platéia com um misto de coerência, convicção revolucionária e bom humor.
Desde muito cedo, Mimo, teve que se virar para ganhar a vida. Trabalhou em mina de carvão, na construção da ponte Hercílio Luz, símbolo da cidade de Florianópolis. Nessa cidade viveu a maioria de sua vida. Nessa cidade se elegeu vereador. Mimo foi militante do PCB – Partido Comunista Brasileiro, desde os anos 30
do século passado até o rompimento com a política da direção do partido liderada por Luiz Carlos Prestes. Seus últimos anos de militância foram dedicados ao embrião do ue hoje se chama CCLCP (Corrente Comunista Luiz Carlos Prestes) e também dedicados ao ICASP (Instituto Cultural de Amizade e Solidariedade aos Povos), fundado em 1985, entidade da qual era presidente de honra e que desenvolvia um trabalho de solidariedade aos povos da América Central e Caribe. Mimo se orgulhava muito da profissão que abraçou, e quando perguntavam qual era sua profissão, dizia com orgulho: “sou operário eletricista”. Um dos seus ensinamentos é que nós temos que buscar ser os melhores no que fazemos, fazer as coisas da melhor forma, com conhecimento científico e garra.
  
Entre muitas de suas qualidades, pude testemunhar sua disciplina férrea, sua convicção profunda na causa do socialismo, sua intransigência na defesa do campo socialista liderado pela URSS (União da Repúblicas Socialistas Soviéticas), sua ternura no trato com os amigos e camaradas.
  
Mimo visitou a União Soviética, como militante do PCB, a convite do PCUS (Partido Comunista da União Soviética). Testemunhou a construção da sociedade socialista soviética, sua ascensão e nos últimos anos de sua vida a desintegração do campo socialista do leste europeu e da URSS. Queda esta testemunhada com muito pesar. Ao contrário de alguns que renegaram o exemplo da URSS e dos demais países socialistas, e renegaram inclusive a luta pelo socialismo, Mimo até os últimos dias de sua vida manteve firme sua convicção revolucionária, tanto em relação aos ideais pelos quais lutou quanto na convicção de que um dia a URSS retomará seu caminho socialista. Jamais proferiu qualquer palavra contra esta grande experiência revolucionária levada a cabo pelo povo soviético. Ao contrário sempre fez questão de citar a imensa contribuição soviética para com a luta dos povos em todos os continentes, notadamente na Europa onde liderou a luta contra o nazismo e venceu, na contribuição às lutas dos povos da Ásia, África e América Latina – Coréia, Vietnam, Guiné Bissau, Moçambique, Angola, Etiópia, Cuba, etc.
  
Mimo deixou para nós, além de seu exemplo de vida e de militância, um relato autobiográfico intitulado “Caminho”, livro publicado em meados dos anos 80, repleto de histórias, pleno de sua experiência de vida. Em parte deste depoimento, Mimo teve que omitir nomes, pois eram pessoas ainda vivas e, como manda a boa tradição não se pode dar informações para não comprometer pessoas e estruturas. Este livro é leitura
obrigatória para todos que querem conhecer um período muito importante da história brasileira. Leitura tão necessária quanto os clássicos da literatura revolucionária.
  
Apesar de uma vida repleta de agruras e dificuldades, devido à sua militância, às suas convicções e sua conduta, jamais escutei dele qualquer queixa, amargura ou ressentimento. Muito pelo contrário, dele só escutava palavras de incentivo, de firmeza, de convicção revolucionária, de coerência, de carinho e de necessidade de caminharmos sempre adiante na luta pelo progresso social e pelo socialismo.
  
Mimo, também, deixou três filhos – Glorinha, Telmo e Luiz Carlos, este em nome em homenagem a um dos maiores revolucionários brasileiros, Luiz Carlos Prestes.
  
Mimo foi um dirigente ativo do PCB. Participou de congressos do partido. Conheceu dirigentes do quilate de Luiz Carlos Prestes, Gregório Bezerra e Carlos Marighella. Admirava profundamente estas três grandes figuras de nossa história, como também admirava gente da estirpe de Carlos Lamarca. Ao contrário de alguns militantes do PCB da época valorizava profundamente os militantes comunistas que pegaram em armas nos anos 60 e 70 para lutar contra a ditadura militar. Sobre Marighella, Mimo ressaltava a sua coerência, devoção e entrega à causa. Admirava profundamente sua figura sempre consonante o seu discurso com a sua prática, as suas idéias com suas ações, apesar de que dentro do PCB, Mimo sempre seguiu as posições de Prestes.
  
Guardo um grande orgulho e agradeço muito por ter convivido com o Velho Mimo, na última década de sua vida. Agradeço-lhe muito pelas palavras e pelo seu carinho, pelo exemplo de vida, por sua conduta, disciplina e firmeza. As pequenas atitudes formam parte de um todo e, dele sempre vi atitudes positivas, de confiança no futuro, de confiança na luta dos povos, de certeza que a humanidade se libertará do jugo imperialista e da exploração capitalista, e que nós temos que contribuir para isso e não esperar que isso caia do céu ou que os outros façam.
  
Jamais esquecerei as palavras da escritora catarinense Zuleika Lenzi durante o velório do seu Mimo, que disse mais ou menos o seguinte: “Vocês que não viram este homem discursar em praça pública, perderam a oportunidade de se encantar, como eu me encantei quando via o Mimo pegar um engradado, subir em cima dele e se dirigir ao povo com uma singeleza e uma ternura muito próprias, com palavras justas, sábias e de confiança no nosso povo e na necessidade de lutarmos”.
  
O exemplo do Velho Mimo segue presente. Manoel Alves Ribeiro, presente!

Maurício Tomasoni, dirigente estadual da CCLCP (texto atualizado e publicado originalmente em 2011, quando comemorou-se 108 anos de nascimento)

Assista a entrevista de Manoel Alves Ribeiro para o Curso de Jornalismo da UFSC em agosto de 1989:


Parte 1:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=jAn4Bp0MybI
Parte 2:
http://www.youtube.com/watch?v=h53Ps70Nd7U
Parte 3:
http://www.youtube.com/watch?v=fVqW2njYggA


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Corrente Comunista Luiz Carlos Prestes (CCLCP)
www.cclcp.org
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