quinta-feira, 17 de março de 2011

Para Presidenta do Brasil, senhora Dilma Roussef

Abaixo-assinado APELO PELA VERDADE E JUSTIÇA Excelentíssima Presidenta do Brasil, senhora Dilma Roussef




Brasília/DF



'Nenhum governo se sustentará pela força e a violência', diz ministra brasileira


GENEBRA (AFP) - Em pronunciamento na abertura da 16ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, a ministra brasileira Maria do Rosário Nunes destacou, nesta segunda-feira, "o compromisso da presidente Dilma Rousseff" com essas práticas.



Senhora Presidenta:



Com a proximidade da vinda do Presidente dos Estados Unidos da América, Barak Obama, ao Brasil - prevista entre 12 e 19 de março -, a Associação Cultural José Marti do Estado do Rio Grande do Sul intensifica suas açõespara denunciar o criminoso bloqueio mantido pelos governos estadunidenses à Nação cubana, há 49 anos.Também, os permanentes ataques terroristas contra a Ilha desde a vitoriosa Revolução Socialista, em 1959.



Considerando os princípios que norteiam a Declaração Universal dos Direitos Humanos e em defesa da soberania e autodeterminação dos povos, os signatários que subscrevem essa Carta se dirigem respeitosamente a Vossa Excelência para repudiar e expressar preocupação com a impunidade ao terrorismo exercido contra Cuba, presente nas políticas dos sucessivos governos dos EUA.



Os permanentes ataques contra a Ilha ocorrem de forma cruel, na medida em que os Estados Unidos impõe um criminoso bloqueio econômico, comercial, social, cultural, financeiro, tecnológico e internacional. Trata-se da mais prolongada e desumana medida que tenha conhecido a História da Humanidade.



Por que o bloqueio? Como a auto-intitulada "maior democracia no mundo" comete tal agressão contra uma pequena nação do terceiro Mundo? Talvez Cuba tenha pecado em fazer uma Revolução verdadeira, recuperar seus recursos naturais de mãos, principalmente, norte-americanas; eliminar o analfabetismo; garantir educação e saúde a todo o povo; terminar com o domínio neocolonial imposto pelos Estados Unidos durante mais de meio século; despertar sentimento próprio de soberania e orgulho nacional e praticar o internacionalismo e a solidariedade internacional.



Os prejuízos do bloqueio a Cuba, acumulados nestas décadas, superam os 751 bilhões de dólares e são colossais. Mesmo com as medidas publicadas pela Casa Branca, no último dia 14 de janeiro, sobre flexibilização de viagens e remessas de dinheiro em direção à ilha, os Estados Unidos mantêm o embargo intacto. A decisão de Washington limita-se a restabelecer disposições em vigor sob o governo do presidente democrata Bill Clinton (1993-2001) e que foram eliminadas em 2003 pela administração de George W. Bush (2001-2009). Portanto o bloqueio permanece com todo o seu rigor e inclusive foi intensificado no último período, em particular no setor das transações financeiras.



O delito do governo estadunidense também fica evidente, quando mantém, em cárceres privados, há mais de 12 anos, os antiterroristas cubanos Gerardo Hernández, René González, Antonio Guerrero, Ramón Labañino e Fernando González, submetidos a uma farsa judicial que impressiona, inclusive, grandes juristas daquele País. Os “Cinco Herois” - como respeitosamente são chamados em Cuba e pelas entidades internacionais de solidariedade – foram presos por agentes do FBI, em setembro de 1998, no Sul da Flórida, ao impedir ataques terroristas contra a Ilha planejados por grupos extremistas cubanos - estadunidenses radicados em Miami. Na época eles conseguiram evitar 170 ataques, todos capitaneados pela CIA. E por defenderem a soberania do seu País e a integridade do seu povo foram condenados a elevadas penas de prisão, em condições desumanas, e inclusive são impedidos de receber visitas de seus familiares.



A nossa percepção é a de que os sucessivos governos dos Estados Unidos da América ainda permanecem apoiando atos que atentaram contra a democracia e instalaram as ditaduras em nossa América Latina e outros países do mundo. Na época, acompanhamos no Brasil as prisões e torturas de muitas companheiras e companheiros, entre eles os desaparecidos e assassinados. Eram prisões injustas, pois penalizavam aqueles e aquelas que tinham como crime a honestidade e o ideal de lutar pelo seu país, por uma sociedade mais justa e igualitária. Lamentavelmente ações como essas ainda ocorrem, e um exemplo é o caso dos “Cinco. E que mundo pode ser possível se silenciarmos diante da falsidade e da barbárie?



Senhora Presidenta, ressaltamos que é cada vez maior o clamor internacional contra o terrorismo que os Estados Unidos da América submete o povo cubano, causando danos físicos e pressões psicológicas, tudo como se não bastassem os sobressaltos permanentes com as ameaças e destruições causadas pelos furacões e as perdas sentidas com a enorme crise que abalou a economia dos países em todo o mundo.



Os apelos visam a esclarecer que, enquanto governos reconhecidamente democráticos se empenham em repudiar os delitos de lesa -humanidade, o governo estadunidense não desiste da perseguição contra Cuba e seu povo. Esses apelos também desvelam mais uma contradição moral do imperialismo, pois ao criminalizar os “Cinco”, paradoxalmente permite que verdadeiros terroristas como Luís Posada Carriles e Orlando Bosch circulem livremente nos EUA sob a sua proteção.



Entre tantas ações de solidariedade, durante os dias 16 a 26 de novembro de 2010, mais de 300 estrangeiros - representantes de 56 países, - entre os quais brasileiros, sendo que 15 gaúchos – participaram, em Cuba, do VI Colóquio pela libertação dos Cinco, realizado na Província de Holguín, e da Brigada Internacional Contra o Terrorismo Midiático, na Província de Caimito. A partir daí atuam unidos, por meio de uma rede social mundial, dispostos a lutar pela democracia, o respeito aos direitos humanos e pelo estabelecimento de um “outro mundo possível”.



Neste sentido a Associação Cultural José Marti do Rio Grande do Sul busca apoios no Estado, e o mesmo ocorre com as demais entidades de solidariedade espalhadas por todo o país. Também, centenas de entidades internacionais realizam atos e enviam correspondências à Casa Branca para que libertem os “Cinco” e acabem de vez com o terrorismo contra Cuba.

O presidente Barak Obama vem ao Brasil e não podemos ficar inertes diante da complacência deste governante perante a mentira e a farsa que se estende, inclusive hoje, no julgamento do terrorista Posada Carriles, tudo para acobertar ações de lesa- lhumanidade cometidas pelos EUA.



Sabemos senhora Presidenta, que será também o tribunal internacional de todas as mulheres e homens honestos do mundo que logrará, com seu clamor de justiça, o fim do criminoso bloqueio contra Cuba e a liberdade definitiva de nossos irmãos cubanos, possibilitando que regressem a sua Pátria e as suas famílias. E por essas cidadãs e cidadãos, pelo respeito à dignidade humana, pela vida e pela liberdade pedimos a Vossa Excelência o apoio, no sentido de reforçar nosso clamor junto ao presidente estadounidense, Barack Obama, no que segue:



a) Que cessem imediatamente as ações terroristas contra Cuba e em cumprimento e respeito a Declaração Universal dos Direitos Humanos sejam libertados os “Cinco” cubanos Gerardo Hernández, René González, Antonio Guerrero, Ramón Labañino e Fernando González. Também, que o presidente Barak Obama atenda a cláusula de Condenação ao Terrorismo, constante da Declaração Final aprovada pelos Chefes de Estado, presentes na 20ª Cúpula Ibero - Americana, no dia 4 de dezembro de 2010, em Mar Del Plata, na Argentina, assim descrita: "O terrorismo é visto como ato criminoso e injustificado, pelo que os participantes reafirmam o compromisso de combatê-lo em todas suas formas e manifestações (...)";



b) Que seja cumprido o disposto em 19 sucessivas resoluções aprovadas na Assembleia Geral das Nações Unidas, solicitando ao governo dos Estados Unidos da América o fim do bloqueio contra Cuba, reiterado na Petição aprovada pelos Chefes de Estado presentes na 20ª Cúpula Ibero-Americana, no dia 4 de dezembro de 2010, em Mar Del Plata, na Argentina e,



c) Que seja avaliada a possibilidade de o Ministério das Relações Exteriores debater a causa do povo cubano junto a União de nações Sul – Americanas – UNASUL.



Confiando no espírito humanitário de Vossa Excelência e na vossa inegável liderança em defesa dos direitos humanos.




Respeitosamente,





Porto Alegre, 03 de março de 2011.







Ricardo Haesbaert, presidente da Associação Cultural José Marti/RS - ACJM/RS e

signatários abaixo:




http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N7398

SEXTO ENCUENTRO CONTINENTAL DE SOLIDARIDAD CON CUBA DEL 6 AL 9 DE OCTUBRE DE 2011.

CONVOCATORIA


Compañeras/os:



El Movimiento Mexicano de solidaridad con Cuba se complace en enviarles el más caluroso y fraterno saludo al informarles con satisfacción, que hemos sido depositarios de la honrosa responsabilidad de organizar y servir de sede del VI Encuentro Continental de Solidaridad con Cuba, a realizarse en la ciudad de México durante los días 6 al 9 de octubre de 2011. La coordinación de este significativo evento será compartida con el Instituto Cubano de Amistad con los Pueblos (ICAP).



Ningún otro momento resulta tan revelador para los pueblos de Juárez y Martí, que realizar esta convocatoria en el marco de las celebraciones del Bicentenario de la Independencia y el Centenario de la Revolución Mexicana, hitos de trascendencia universal que ejercieran una acentuada influencia para las ansias libertarias de los pueblos y naciones del continente.



En razón de este entrañable compromiso, nos permitimos extender a ustedes la más cordial invitación a este trascendental evento, en el que se examinaran temas relevantes con relación a la solidaridad con Cuba, país que ha resistido con valentía y heroísmo la política hostil y genocida del gobierno de los Estados Unidos durante más de medio siglo.



Con esta convocatoria aspiramos hacer efectivo el compromiso inconmovible de estrechar los lazos de amistad y fraternidad con la hermana República de Cuba, referente universal de dignidad y resistencia frente al acoso, el incremento de la guerra mediática y las amenazas del imperio.



Esperamos contar con su presencia y sus valiosos aportes e iniciativas en interés de enriquecer y fortalecer las experiencias en la lucha contra el criminal bloqueo, en la batalla por la liberación de los Cinco antiterroristas cubanos que cumplen injustas condenas en cárceles de los Estados Unidos y fortalecer la estrategia de trabajo del movimiento continental de solidaridad con Cuba.



Para cualquier información, comuníquese a las siguientes direcciones electrónicas y blog del MMSC: mmsc2002@prodigy.net.mx y al ICAP en: 6encuentrocontinental@icap.cu


Movimiento Mexicano de Solidaridad Instituto Cubano de Amistad

con Cuba con los Pueblos.

ONU intentará votar hoy texto sobre zona de exclusión aérea en Libia

17 Marzo 2011

Los quince miembros del Consejo de Seguridad de la ONU concluyeron este miércoles sin acuerdo la reunión que mantenían para establecer una zona de exclusión aérea sobre Libia, aunque decidieron continuar el jueves las negociaciones con la intención de someter a votación la iniciativa.



Según fuentes diplomáticas, Francia pidió que se vote el jueves sin más retrasos el proyecto de resolución presentado por el Líbano, que establece una zona de exclusión aérea y refuerza las sanciones impuestas al régimen de Muamar el Gadafi.



Estados Unidos cree que el Consejo de Seguridad de Naciones Unidas debe estudiar medidas de protección al pueblo libio que vayan más allá de una zona de exclusión aérea, según ha manifestado su embajadora en la ONU, Susan Rice, en la sesión de este miércoles. “La opinión de Estados Unidos es que necesitamos estar preparados para contemplar medidas que incluyan, pero quizás vayan más allá, de la zona de exclusión aérea”, ha estimado Rice, según recoge EP.



Sus homólogos de Francia y Reino Unido tratan de sacar adelante esta medida en el seno del Consejo y con el aval de los países árabes. Los dos países y Líbano han hecho campaña para lograr su aprobación, pero otros integrantes como Estados Unidos, Rusia, China, Alemania o India se han mostrado críticos o permanecen indecisos. El objetivo es evitar que el mandatario libio, Muamar Gadafi, pueda hacer uso de su potente fuerza aérea para bombardear Bengasi, principal bastión de los rebeldes y segunda ciudad del país.



Durante las negociaciones, Rusia propuso como alternativa a la propuesta libanesa una resolución que inste a un alto el fuego entre las fuerzas leales a Muamar el Gadafi y los rebeldes. Según esa propuesta, en el caso de que las partes no cesaran las hostilidades, se podría optar por declarar una zona de exclusión aérea. La iniciativa de Moscú, que algunos diplomáticos consideraron una táctica dilatoria, complicó aún más las negociaciones, que se alargaron cerca de ocho horas.



El proyecto de resolución libanés autoriza la adopción de las “medidas necesarias” para implementar la prohibición de vuelos en el espacio aéreo libio, con el fin de proteger a la población civil. Además, endurece las sanciones al régimen de Gadafi, refuerza el embargo de armas al país y establece medidas para combatir el uso de mercenarios en el conflicto. Según sus patrocinadores, el documento sigue las directrices marcadas por los ministros de Asuntos Exteriores de la Liga Árabe, que expresaron el sábado en una reunión en El Cairo su apoyo a la imposición de una zona de exclusión aérea.



(Con información de EFE)

quarta-feira, 16 de março de 2011

OBAMA

POR FAVOR, SENHOR PRESIDENTE OBAMA PRESTE ATENÇÃO A ESTAS PALAVRAS




Somos cubanos residentes no Brasil. Durante sua campanha presidencial, estivemos esperançosos de que o senhor realmente produziria as mudanças que insistentemente prometia, em particular, aquelas relacionadas com nosso país. Porém, estamos cada vez mais e mais desiludidos, pois não se observa nenhuma mudança na política americana relacionada a Cuba, contra as expectativas da comunidade internacional e a opinião pública norte-americana.

Por uma esmagadora maioria, no ano 2010 -uma vez mais e por 19 vezes consecutivas-, na Assembléia Geral das Nações Unidas, a comunidade internacional recusou o criminal bloqueio que o governo americano tem imposto a nosso país por mais de meio século e pediu o encerramento dessa política genocida.

O bloqueio econômico, comercial e financeiro fecha mais e mais as suas garras e o senhor não tem usado suas amplas prerrogativas constitucionais, que lhe permitiriam introduzir importantes mudanças passíveis de aliviar enormes necessidades que nosso povo vem sofrendo há muitos largos anos.

O governo dos Estados Unidos - o seu governo, Senhor Presidente Obama – continua dificultando as vendas de alimentos a Cuba por parte de empresas norte-americanas e não permite que essas vendas sejam realizadas conforme as normas e práticas regulares do comércio internacional.

O bloqueio imposto ao nosso país não é um assunto bilateral; ele tem um marcante caráter extraterritorial que viola as leis internacionais e as regulamentações internacionais do comércio, é ofensiva à soberania de terceiros Estados e a os legítimos interesses de entidades e pessoas sob a sua jurisdição.

Por outra parte, o senhor ignora os crescentes chamados desde cada canto do mundo para que cesse a enorme injustiça perpetrada para encarcerar e submeter a desumanos maus tratos nossos Cinco Heróis Cubanos, depois de 12 anos de prisão devido a absurdas sentenças por crimes que não cometeram. A tarefa que eles realizavam era monitorar terroristas cubanos assentados em Miami, os quais representam um grande perigo não só para nosso país, mas também para os Estados Unidos. Estamos seguros de que isso é do seu conhecimento, Senhor Presidente.

Portanto, com toda firmeza lhe demandamos:

• A eliminação do criminal bloqueio imposto ao nosso país;

• A imediata liberação dos nossos Cinco Heróis Cubanos;

O senhor tem as possibilidades constitucionais para atender a este reclamo. Prove que o senhor, realmente, PODE MUDAR!

Petición pública

A divulgar esa petição e firmar. temos poucas horas,



http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N7847


Abrazos
Edison

terça-feira, 15 de março de 2011

Las razones de Cuba: ¿Agentes para el cambio?

Las razones de Cuba: ¿Agentes para el cambio?


15 marzo / Fuente original: Granma


Frank Carlos Vázquez Díaz descollaba por su facilidad en materia de relaciones públicas. Tenía «chispa» para el contacto con los otros y su habilidad lo llevaba además a estar «en la última» en todo, así que en 1998, en medio del período especial, propone a un grupo de jóvenes artistas crear un proyecto cultural alternativo que diera a conocer sus obras y atrajera la atención, en particular, de los circuitos internacionales. La aceptación fue tan inmediata como entusiasta.

Arte Cubano, como nombraron la página web que entonces vio la luz, se convirtió en «uno de los primeros sitios de su tipo que existían en el país» y constituyó el sustento promocional de lo que comenzaba a gestarse en aquel «pequeño local en La Habana Vieja ubicado en la calle Obispo», recuerda Frank Carlos.

Por eso no demoró mucho para que los contactaran instituciones culturales de diferentes naciones. «Establecimos correspondencia y relaciones de trabajo con varias galerías importantes en Estados Unidos, Canadá y Europa».

Tan atractivo se presentó el proyecto que pronto aparecieron en escena aquellos personajes cuyo único «arte» es el de monitorear e identificar a quienes se puede usar dentro y fuera de Cuba para cumplir las directrices del Gobierno estadounidense. Desde la Sección de Intereses de Washington en La Habana, esos especialistas ubicaban los sitios web independientes con el supuesto perfil apropiado para sus planes de subversión.

De modo que —con el aparente candor de quien solo quiere «ayudar»— diplomáticos de la SINA se asomaron enseguida en el local de Frank Carlos y sus amigos, quienes les explicaron que se trataba de «un proyecto que no estaba bajo la dirección de las instituciones culturales».

Por eso, «a partir de ahí comenzó un proceso de encuentros y contactos, prácticamente diarios, que fueron incrementándose en la medida que se desarrollaban las diferentes actividades que realizábamos», cuenta Frank Carlos Vázquez, un licenciado en lengua Inglesa que enseguida fue considerado como un interlocutor valioso.

Al mismo tiempo, desde la SINA, comenzaron a enviarles «decenas de cajas de libros, revistas y publicaciones», recuerda Frank Carlos. Además, el ex funcionario de la oficina Douglas Barnes manifestó el deseo de «convertir nuestro centro en un lugar de acceso a Internet, lo que era muy importante en su momento», porque el ciberespacio apenas se conocía entre los artistas cubanos.

Este Barnes ya había expresado que su tarea principal era tratar de instrumentar en Cuba el llamado Carril II de la Ley Torricelli, para lo cual traía la experiencia de haber trabajado en países del antiguo campo socialista, y durante su estancia aquí, establecer relaciones con nacionales del sector cultural, la intelectualidad y cabecillas contrarrevolucionarios.

Por eso para los diplomáticos de la SINA (¿o de la CIA?), todo lo que pudieron observar en Frank Carlos parecía hecho a la medida de sus expectativas.

Pretendían tumbar el «muro» de Berlín en Cuba

Durante la administración de William Clinton (1993-2001), Richard Nuccio, su asesor para los asuntos cubanos, predicó la llamada teoría «de pueblo a pueblo», que en verdad significaba algo así como «ahogar con un abrazo», método que ya habían aplicado contra Polonia.

Bajo esos postulados, en el segundo mandato de Clinton, la SINA abrió como nunca la entrega de visas para «facilitar el intercambio cultural», mientras sus especialistas valoraban qué sectores de la intelectualidad pudiesen propiciar la aparición de movimientos artísticos «paralelos»; en esencia, que fueran contestatarias e «independientes del Estado».

Creían que con ello desaparecería el sentido revolucionario en el movimiento cultural cubano, algo que se había experimentado en la otrora Checoslovaquia.

Fue el filón que vio Larry Corwin, un especialista de arte, entonces secretario de Prensa y Cultura de la SINA, quien desde su llegada al país desarrolló una intensa influencia en el medio cultural de la Isla y de la llamada prensa independiente.

Precisamente, ese diplomático se quitó la máscara poco después de concluir su estancia en la Isla al reaparecer en Kosovo, en el 2004, como oficial de Asuntos Públicos de la oficina del Departamento de Estado en el territorio balcánico ocupado por las fuerzas de la OTAN.

La práctica de Corwin no es nueva. Desde la Segunda Guerra Mundial, y el posterior inicio de la Guerra Fría, los servicios especiales pusieron a punto un aparato de subversión dirigido hacia un público intelectual, a partir de cadenas de instituciones- fachada con presuntas finalidades de muy diversa índole. Los fundadores de esa maquinaria de subversión fueron académicos y especialistas en guerra psicológica, cuya actividad en ese campo tiene numerosas experiencias a lo largo de la historia.

Esas instituciones —entre las que vale mencionar al casi centenario Brooklyn Institution, a la Rand Corporation y la Heritage Foundation— trabajan hoy con métodos de influencia afinados durante décadas, mediante los cuales se acercan a las personas «seleccionadas» a partir de estudios de su personalidad y el rol que podrían desempeñar en la sociedad.

Acá en La Habana el «especialista» Corwin trabajó de conjunto con el segundo jefe de la estación local de la CIA, James Patrick Doran, camuflado en el cargo de vicecónsul. Para ellos, poner a Frank Carlos bajo el círculo de su influencia, era controlar al grupo de jóvenes en su conjunto.

Según la apreciación de la CIA y de la SINA, al alcanzarse ese objetivo, llegarían a crear futuros destructores del socialismo, auténticos conspiradores, de los que iban a «tumbar el muro de Berlín en Cuba».

Por eso Corwin atendió con diligencia a Frank Carlos. Le facilitó todo lo que necesitaba, siempre atento a sus deseos, a nombre de la «amistad». Le propuso proyectos, contactos, insistiendo en la seductora idea de la comercialización de las obras que este promovía.

Pero otra vez, el enemigo se había equivocado. Como joven cubano que creció con la Revolución, lejos estaban de imaginar quienes lo «visualizaron» que él se mantendría fiel a su país. Más de diez años han transcurrido, y hasta ahora que se hace pública su identidad, Frank Carlos Vázquez ha cumplido misiones como el agente Robin de los Órganos de la Seguridad del Estado, cuya mayor riqueza consiste, precisamente, en esa fusión de los hombres y mujeres que la integran con el pueblo, en defensa de la Patria.

Una experiencia americana

Con un presupuesto que parecía sin límites, y un acceso privilegiado a distintas esferas del mundo cultural norteamericano, Larry Corwin le anuncia a Frank Carlos que le iba a conseguir invitaciones de prestigiosas instituciones, para que pudiese viajar a EE.UU.

«En el año 1998, se me acercan y me entregan una invitación realizada por el Chicago Cultural Center», considerado como uno de los más relevantes de su tipo en suelo estadounidense.

Frank Carlos y su grupo habían sido seleccionados «para establecer un proyecto de intercambio» que los alió a ese centro en una amplia colaboración mediante la cual fue dos veces al norteño país con todos los gastos pagados, como «cortesía» de las agencias federales e instituciones gubernamentales en Washington.

Más que nunca, el buen conocimiento del inglés, fue la llave: «Prácticamente me abrió todas las puertas. Estando allí pude tener acceso a muchísimas personalidades con las que, por mi conocimiento de su idioma, pude establecer un diálogo y un contacto muy profundo», recuerda.

«Conocí desde el alcalde de Chicago hasta los directivos de las instituciones culturales más importantes, pasando por galeristas renombrados dentro del mundo del arte. Nos entrevistamos con diferentes congresistas, políticos…»

A estos encuentros se sumaron otros con agendas políticas muy definidas, que rebasaban la divulgación y la promoción de la cultura. Es así como dirigen a Frank Carlos hacia «lo que ellos estaban interesados que yo conociera». Y en apariencia, el plan del «team» Corwin-Doran se concretaba poco a poco.

Los «diplomáticos» de la SINA sopesan la amplia experiencia adquirida por Frank Carlos, y comienzan a manifestarle otras «necesidades», específicamente que tratara de aglutinar a jóvenes. El objetivo de la operación emerge entonces con claridad: inculcarles «los intereses que las instituciones culturales de EE.UU. perseguían», dice.

A esas alturas se había establecido una especie de regla: esperando que ocurriera aquí lo mismo que en Europa del Este, el mercado occidental y particularmente el estadounidense estaba ávido de un arte cubano contestatario e hipercrítico.

Su experiencia «americana» dejó también otros recuerdos en la memoria de Frank Carlos Vázquez Díaz. De Chicago, donde lo ubicó la inteligencia norteamericana en su plan de influencia, no olvida la visita que hizo a barrios marginales, «donde los ciudadanos afronorteamericanos son totalmente segregados».

También le chocó «la violencia en las calles y el tráfico incesante de drogas que existe en muchos lugares», así como vivir «la realidad de un país que está diseñado para ganar dinero», y si las personas no son capaces de obtenerlo «se les considera de segunda clase».

Necesaria recapitulación

La invitación que recibió Frank Carlos Vázquez se inscribe en el programa Cuba de la Agencia para el Desarrollo Internacional de Estados Unidos (USAID, por sus siglas en inglés), que, financiado con millonarios fondos federales, sirve de cobertura a la actividad de la CIA contra la Isla. Uno de los métodos empleados es la fabricación de líderes sociales, supuestamente capacitados como «agentes para el cambio» político y que tratan de captar en el universo juvenil, los artistas, universitarios, la intelectualidad… utilizando como señuelo el otorgamiento de becas y viajes.

La USAID, según explica la capitana Mariana, analista de la Seguridad del Estado, se vale además en su accionar de diversos mecanismos, «uno de ellos es el empleo de organizaciones, como es el caso del Instituto Republicano Internacional (IRI)», surgido en 1983 bajo la administración de Ronald Reagan, un arma de la derecha estadounidense para campañas de engaño y de manipulaciones. Su presidente es, ni más ni menos John McCain, un amigo de la mafia cubanoamericana de Miami.

El IRI desempeña un activo papel en el programa Cuba de la USAID y para ello ha establecido dos objetivos prioritarios, que son incrementar el libre flujo de información desde y hacia la Isla, y en segundo lugar la conformación de organizaciones no gubernamentales que faciliten sus fines. El IRI no actúa directamente en territorio nacional sino a través de organizaciones como Solidaridad Española con Cuba y la Fundación Eslovaca Pontis.

Para el IRI es de suma importancia lograr instalar en el país redes de comunicación inalámbrica con posibilidades de transmisión vía satelital con la utilización de medios de tecnología avanzada como el Bgan.

Por otra parte, la USAID también «puede utilizar mecanismos más directos, como sucedió en el caso de Frank Carlos, quien fue contactado de manera personal por un funcionario de la SINA».

Argumenta la analista de la Seguridad del Estado que la beca concedida a Frank Carlos fue, justamente, «parte de su preparación» y una forma de «trabajar sus cualidades de liderazgo, sus potencialidades.

«En definitiva, este programa lo que busca es darle una orientación contrarrevolucionaria a los fenómenos propios de nuestra sociedad, o construir hechos, o líderes que permitan canalizar los intereses del gobierno de Estados Unidos en relación con Cuba», puntualiza.

No hay que llamarse a engaño. La USAID respecto a nuestro país apoya un accionar que bajo distintos escenarios persigue crear las condiciones del «cambio», antes, durante e inmediatamente después de la «transición».

A partir de 1995, luego de la implementación de la Ley Torricelli durante el gobierno de William Clinton, se hizo más evidente la actividad subversiva de esta agencia federal contra nuestro país. Por ejemplo, han entrado por diferentes vías más de 10 000 radios de onda corta, y casi dos millones de libros, y productos multimedia con propaganda que alienta el «cambio».

Pero para nadie es secreto el extenso aval de la USAID en temas de injerencia y desestabilización desde que fue fundada en 1961 durante la administración del presidente John F. Kennedy.

En América Latina, está asociada a muchas de las intervenciones yanquis en la región. Mención especial merece la participación de la agencia en la década del 70 en la aplicación del Plan Cóndor, una transnacional secreta de muerte contra la izquierda en el Cono Sur del continente.

Más recientemente, en el 2002, la Agencia del Desarrollo Internacional estuvo muy vinculada al golpe contra el presidente de Venezuela, Hugo Chávez. Desde entonces, ha aumentado de manera continua la intensidad de sus operaciones de apoyo a la oposición, a través de una serie de «programas» que subsidia a golpe de millones.

En Bolivia y la Honduras de José M. Zelaya ha sido otro tanto, aunque siempre han tratado de edulcorar los capítulos más repugnantes de su historia.

Operación vitral

Dentro de las tareas que iban dándole a Frank Carlos hay una que rememora, en este recuento de más de diez años como el agente Robin. Fue en el 2000, cuando los estadounidenses James Patrick Doran y Larry Corwin le solicitan con insistencia que se acercara al contrarrevolucionario Dagoberto Valdés, quien dirigía la revista Vitral y el denominado Centro Cívico Religioso de Pinar del Río.

«Ese proyecto era de mucho interés para los norteamericanos. Me pidieron que organizara un encuentro entre los funcionarios de la Sección de Intereses y Dagoberto, que se preparó en un lugar discreto de la ciudad».

En esta visita con toque de clandestinidad, los visitantes hablaron con el susodicho acerca del potencial de su —hoy desaparecida— publicación para expresar ideas contrarrevolucionarias, y como medio para ser utilizado contra el Gobierno y la Revolución Cubana.

Hecho significativo: Valdés planteó entonces su «gran preocupación pues estaba siendo contactado directamente por los “diplomáticos” norteamericanos, porque, según él, eso lo ponía demasiado en evidencia». Así que se pronunció por «trabajar a través de los diplomáticos de las embajadas checa y polaca, que estaban un poco más afuera de la palestra pública», lo que le permitiría actuar «con mucha más rapidez y tranquilidad». Pronto, el encuentro «discreto» de Pinar se acompañó de una exposición de carteles organizada, «casualmente», con la colaboración de diplomáticos polacos y checos.

«Ahí se plasmaban algunas ideas que venían de Polonia… y que fueron entonces propaladas dentro de la intelectualidad pinareña…»

Dagoberto pretendía «convertirse en el paladín de la libertad, en el portavoz de los intelectuales y convertir esa revista en un vehículo contrarrevolucionario para destruir nuestra Revolución», asegura Frank Carlos.

La bienal de Vicky Huddleston

En el propio año 2000, la SINA pretendió manipular un evento de tanta trascendencia y prestigio internacional como la Bienal de La Habana, en este caso durante su VII edición.

No por gusto intentaron hacer el trabajo de subversión. La Bienal ya se había ganado un merecido espacio donde se divulgaba un arte experimental de alta calidad que era apreciado por grandes sectores de la población cubana.

«Un día se me aparece Larry Corwin en la casa con una gorra de pelotero, una camiseta y un short de playa. Venía en una bicicleta», rememora Frank Carlos, quien en ese momento se extrañó de la imagen del diplomático. Con el disfraz, Corwin intentaba encubrir su accionar ilegal.

Esa «sorpresiva aparición» era para pedirle que Frank Carlos lo apoyara «en una misión muy importante» que consistiría en «servir de enlace entre los directivos de la bienal y yo para poder obtener información que ellos necesitaban, pues ellos no tenían otra manera de acceso».

Lo cierto es que para esa VII Bienal aflora ahí una numerosísima delegación norteamericana con muy pocos artistas y, sin embargo, llegó una legión de abogados, coleccionistas, empresarios, funcionarios de instituciones culturales estadounidenses, y «especialistas» del arte vinculados al Departamento de Estado.

La SINA dirigió las actividades de la comitiva que fue recibida (y aleccionada) por su jefa, Vicky Huddleston, quien ofreció entonces la recepción más grande que hubo en la historia de esa representación diplomática.

Fue una Bienal donde, paralelamente a las actividades del evento, los funcionarios de la Sección de Intereses desarrollaron su propio plan: una operación agresiva de influencia y captación.

«Prácticamente fue una acción puerta a puerta, tocaron a las puertas de los artistas, a las de los promotores culturales, a las de los galeristas…»

A juicio de Frank Carlos «la labor de la SINA en Cuba en esa época se puede considerar una de las más activas. Ellos trataron de penetrar el mundo cultural nuestro y establecer vínculos que iban mucho más allá de la labor diplomática.

«Pretendían comprar los favores de nuestros artistas e intelectuales, ofreciéndoles exposiciones y promociones en diferentes galerías norteamericanas, a cambio de que reflejaran una realidad discordante o distorsionada… La finalidad era crear un estado de opinión, un fenómeno cultural ficticio, fabricado, con el cual se intentaba expresar al mundo que los intelectuales cubanos estaban en contra de la Revolución».

Hipocresía imperial

La historia de Frank Carlos Vázquez no pertenece al pasado. La captación y manipulación de exponentes del ámbito cultural para que «pinten» una Isla distorsionada, acorde con la imagen que de ella quieren propalar, es una práctica que se mantiene.

En la actualidad, concursos promovidos desde la Oficina de Intereses también buscan acercarlos e imponer en su obra la agenda con que Estados Unidos pretende dividir a la sociedad cubana, trasladando a ella —o magnificando— conflictos inexistentes aquí como lo relacionado con el tema racial.

Además, han puesto a funcionar tres centros de acceso a Internet dentro de sus predios para la preparación de la contrarrevolución.

Tales ilegalidades se ejecutan bajo la cobija de lo que un documento de la SINA describe como «constituir un espacio público con fines educacionales e investigativos, así como facilitar la comunicación y la publicación de materiales en Internet, con fines profesionales y/o de trabajo».

«Acercamientos» de este corte retoman una práctica plasmada en la denominada Ley para la Democracia en Cuba, conocida como Ley Torricelli, emitida en 1992, cuando estipula el contacto «pueblo a pueblo» como una manera de minar a la Revolución desde adentro (el llamado Carril II).

Se trata de una política hipócrita seguida a pie juntillas por la administración de William Clinton y que George W. Bush desdeñó por un quehacer que elevó a su máxima expresión la agresividad y el hostigamiento al pueblo cubano.

Ahora Barack Obama retoma la política de la zanahoria, como lo ha demostrado con el restablecimiento, en enero pasado, de las medidas emitidas por Clinton al calor de la Torricelli y derogadas por su sucesor republicano en 2001 y que, entre otras decisiones, proclama la posibilidad de que estadounidenses viajen a nuestro país con objetivos académicos, educacionales, culturales y religiosos…

Luego de la experiencia que la labor como el Robin de la Seguridad del Estado le ha dejado a lo largo de más de una década, Frank Carlos Vázquez siente reforzado el compromiso con su tierra y ama aún más a su natal Pinar del Río.

Y a los jóvenes les alerta que no se dejen engañar por falsas promesas. El ser humano es lo más importante y la construcción de la dignidad, del bienestar humano, de un sistema equitativo, justo, como el que construimos aquí, es lo más sagrado que puede tener una persona en su vida.

Japón: desastre internacional

15 Marzo 2011



La alarma aumenta en torno a la central nuclear de Fukushima, afectada en tres de sus reactores por el terremoto que devastó el país el viernes. Una explosión se ha producido en el reactor 2 en torno a las seis de la mañana locales y el Gobierno japonés admite que "puede haberse producido una fuga de material radiactivo".

Editorial de La Jornada



A cuatro días del gran terremoto que sacudió la costa oriental de Japón y del ulterior tsunami que asoló grandes extensiones del archipiélago, los saldos de la catástrofe continúan en aumento en todos los ámbitos: crece la cifra de muertos, se incrementan las estimaciones de daños materiales y se desvela, poco a poco, la magnitud de la afectación para incontables damnificados.



A las consecuencias desastrosas de los fenómenos naturales debe añadirse la serie de fallas en cadena experimentadas por el reactor nuclear de Fukushima, que podrían prefigurar un desastre atómico comparable al de Three Mille Island, en Estados Unidos (1979), o incluso al de Chernobil, en Ucrania (1986), que es considerado el peor de la historia. Por añadidura, la secuencia de hechos mencionada ha introducido en la tambaleante economía mundial preocupantes factores de desasosiego e inestabilidad.



Así pues, la tragedia en que se encuentra Japón desde el pasado fin de semana trasciende, en varios terrenos, los límites nacionales del país asiático.



El desplome de la bolsa de Tokio constituye una mala noticia en el contexto de la incipiente recuperación internacional pues, como se sabe, la inestabilidad en los circuitos financieros tiende a contagiarse de un país a otro con una celeridad característica de nuestra época.



Por cuanto hace a las explosiones y fugas de radiactividad en el reactor de Fukushima, las autoridades han ordenado la evacuación de la población en 20 kilómetros a la redonda de esa instalación. Aunque el gobierno del premier Naoto Kan ha insistido en acotar las dimensiones del accidente, Tokio pidió ya ayuda de emergencia a la Agencia Internacional de la Energía Atómica (AIEA), así como a la dependencia estadunidense encargada de la energía nuclear, lo que da una idea de lo riesgoso de la situación. Si bien las probabilidades de una fuga masiva de radiactividad y de una contaminación extendida por encima de fronteras nacionales -como ocurrió en Chernobil- parecen escasas, el impacto del accidente en Fukushima ha afectado ya las perspectivas del desarrollo de nuevos reactores fuera de Japón: en Alemania, Suiza y Austria se han adoptado nuevas medidas restrictivas para esa tecnología y en diversos países se han fortalecido en forma súbita las corrientes opositoras a la generación de electricidad por medio de instalaciones de fisión atómica.

Los desastres que amenazan al mundo

Publicado el 15 Marzo 2011 en Especiales, Fidel Castro Ruz, Reflexiones de Fidel



Si la velocidad de la luz no existiera; si la estrella más próxima a nuestro sol no estuviera a cuatro años luz de la Tierra, único planeta habitado de nuestro sistema; si los OVNIs existieran de verdad; los imaginarios visitantes al planeta seguirían viaje sin comprender las cosas de nuestra sufrida humanidad.



Hace apenas unos siglos en la milenaria historia del hombre, nadie sabía lo que sucedía al otro lado del globo terráqueo. Hoy podemos conocerlo instantáneamente, y a veces son acontecimientos de gran trascendencia que afectan a todos los pueblos del mundo.



Sin más introducción, me limitaré a las noticias más importantes de los últimos dos días.



“TeleSUR, 13 Marzo 2011: Erupción de volcán en Japón activa nueva alarma



“La Agencia Meteorológica japonesa informó que el volcán Shimoedake, ubicado en la isla Kyushu, al suroeste de Japón, arrojó este domingo cenizas y piedras hasta cuatro mil metros de altura, tras dos semanas de relativa calma y dos días después del devastador terremoto y el tsunami que azotaron el país.”



“…entró en actividad en enero pasado por vez primera en 52 años…”



“De acuerdo a un reporte de la BBC, construcciones ubicadas en un radio de 4 kilómetros de distancia habrían sufrido daños y cientos de personas huyeron de los alrededores, presas del pánico.”



“El […] movimiento sísmico de magnitud 9.0 en la escala de Richter, según la Agencia Meteorológica de Japón, ya tuvo repercusiones en otros volcanes…”



“Japón apabullado por sismo, tsunami y explosiones en centrales nucleares



“SENDAI, Japón, 14 Mar 2011 (AFP) - Una doble explosión en el reactor número 3 de la central nuclear de Fukushima 1 alimentó este lunes el temor de un desastre atómico en Japón, un país abrumado ya por un sismo y un tsunami que podrían haber dejado más de 10.000 muertos.



“La Tokyo Electric Power (TEPCO), operadora de Fukushima 1 (250 km al nordeste de Tokio), admitió además la posibilidad de que el combustible del reactor 2 hubiese entrado en fusión a causa de una avería en el circuito de enfriamiento. El gobierno, por su lado, minimizó la posibilidad de que una explosión importante se produjera en ese reactor.



“Los equipos de rescate hallaron cerca de 2.000 cadáveres en la costa de la Prefectura de Miyagi (noreste), en tanto que millones de japoneses trataban de sobrevivir sin agua, electricidad, combustible o comida suficiente y centenares de miles estaban obligados a alojarse en centros de emergencia a causa del tsunami que destruyó sus viviendas.”



“Socorristas de todo el mundo llegaban al archipiélago para colaborar con más de 100.000 soldados que tratan de prestar asistencia en un país que sigue sacudido por las réplicas del terremoto y en permanente sobresalto por las falsas alarmas de nuevos tsunamis.”



“El temor a un desastre nuclear se sumaba a las angustias provocadas por la devastación. El sismo, el tsunami y las explosiones en las centrales enfrentan al país a su “crisis más grave (…) desde el fin de la Segunda Guerra Mundial”, dijo el primer ministro, Naoto Kan.”



“Una explosión se había producido el sábado en el reactor número 1, que costó la vida a un técnico e hirió a once.



“La fusión se produce a causa del recalentamiento de las barras de combustible, que empiezan a derretirse como velas.”



“Las autoridades decretaron el estado de emergencia en una segunda planta nuclear, la de Onagawa (noreste)…”



“Otra central nuclear, la de Tokai, sufrió una avería en su sistema de refrigeración…”



“El terremoto, de magnitud 8,9, y el posterior tsunami de 10 metros de altura arrasaron el viernes la costa noreste del archipiélago nipón.”



“Más de 10.000 personas podrían haber perdido la vida en la prefectura costera de Miyagi (noreste de Japón)…”



“Al menos 5,6 millones de hogares siguen sin electricidad…”



“DATOS- Qué pasa dentro de los reactores nucleares de Japón?



“Mar 14 (Reuters) - Una segunda explosión sacudió a la planta nuclear japonesa dañada por un terremoto, donde las autoridades trabajan en forma desesperada para evitar la fusión del núcleo de los reactores.”



“El núcleo de un reactor consiste en una serie de tubos o varillas metálicas de circonio que contienen pellets de combustible de uranio almacenado en los que ingenieros llaman equipos de combustible.”



“La refrigeración de apoyo tuvo problemas varias veces durante los últimos tres días en los reactores 1, 2 y 3 en la planta de Fukushima.”



“Sin embargo la degradación natural de los materiales radiactivos en el núcleo del reactor continúa produciendo calor, llamado calor residual, que cae a un cuarto de su nivel original durante la primer hora, y luego desaparece más lentamente.”



“Normalmente ese calor es eliminado por bombas de refrigeración que en la planta de Fukushima perdieron el suministro de energía de emergencia a causa del terremoto, el tsunami o ambos.”



“Fue ese gas de hidrógeno lo que causó las dos explosiones en la planta de Fukushima, en la unidad 1 el sábado y en el reactor 3 el lunes, según expertos y funcionarios.”



“Si se rompiera una cúpula de acero en el interior de un reactor, subirían los niveles de radiación. Pero a esta altura ya no hay suficiente calor como para destruirlas, dicen expertos.”



“Aun queda el riesgo de que se funda el núcleo, lo que podría dificultar mucho o incluso imposibilitar la remoción del combustible, que es lo que ocurrió en Three Mile Island en Pennsylvania en 1979.”



“EFE 14-03: “EEUU aleja buques de costa japonesa al detectar radiactividad en 17 militares”



“El Pentágono informó hoy que 17 militares que participan en las labores de asistencia en Japón dieron positivo a “bajos niveles” de radiactividad y que ordenó reposicionar temporalmente los barcos de la Séptima Flota, con base en la ciudad japonesa de Yokosuka.”



“El portaaviones USS Ronald Reagan se encontraba 160 kilómetros al noreste de la planta de energía en el momento del escape después del tsunami que siguió al sismo de nueve grados en la escala de Richter que sacudió Japón.”



“Luchan por refrigerar reactores 2 y 3 de Fukushima y crece número de muertos”



“Redacción Internacional, 14 mar (EFE).- Los responsables del reactor 2 de la central japonesa de Fukushima intentan refrigerarlo, después de que pudiera haber sufrido hoy una fusión parcial por sobrecalentamiento, al igual que enfrían el reactor 3, donde hubo una explosión que no produjo fuga de radiactividad.”



“Mientras las autoridades se afanan en controlar el riesgo nuclear, crece el número de víctimas mortales del terremoto que ha causado la peor tragedia en Japón desde la II Guerra Mundial.”



“El temblor pudo sentirse con fuerza en Tokio, la mayor ciudad del mundo con más de 30 millones de habitantes, donde el ambiente es de tristeza y los ciudadanos recurren a medios de transporte alternativos como la bicicleta, ante los cortes de suministro eléctrico.”



“Agencia Meteorológica del país ha advertido a la población nipona de una semana de réplicas y de un 70 por ciento de posibilidades de que hasta este miércoles se registre un terremoto de 7 grados en Japón.”



“Alemania suspende por tres meses planes de extensión nuclear”



“Berlín, 14 mar (dpa)”



“El accidente registrado este fin de semana en la planta japonesa de Fukushima a raíz del terremoto y posterior tsunami que devastaron el país asiático el viernes ‘han cambiado completamente la situación global’, dijo Merkel.”



“‘Los accidentes de Japón demuestran que lo que creíamos imposible es posible y los riesgos que considerábamos improbables, no son tan improbables’, continuó puntualizando…”



“AFP. Yemen: Tres manifestantes muertos, entre ellos un niño de 12 años”



12/03/11



“SANÁ (AFP) - Tres manifestantes murieron, entre ellos un niño de 12 años, y cientos fueron heridos el sábado en Yemen, donde los sublevados acusaron a la policía de haber utilizado gases tóxicos para dispersarlos.”



“Un manifestante murió y cerca de 300 fueron heridos o intoxicados por los gases…”



“Según la ONU, 37 manifestantes y al menos seis policías murieron desde el inicio de los disturbios en Yemen.”



“ABU DABI, mar 14 (Reuters)”



“El alza de los precios del crudo y la reciente y precipitada reducción de las existencias globales de cereales podrían apuntar a una crisis de suministro, dijo el director de la organización (FAO, en inglés) Jacques Diouf a Reuters…”.



“‘Los precios altos son preocupantes y tenemos una fuerte disminución de existencias’…”.



“LONDRES (AP) _ La empresa de defensa BAE Systems PLC, con oficinas centrales en Gran Bretaña, sobornó a autoridades de Arabia Saudí para conseguir contratos millonarios de armas, de acuerdo con un telegrama diplomático estadounidense filtrado y difundido en WikiLeaks.”



“…la BAE, la mayor contratista de defensa de Europa, había entregado más de 70 millones de libras (113 millones de dólares) a un príncipe saudí.”



“EFE. Ashton no descarta la posibilidad de imponer zona exclusión aérea sobre Libia



“La responsable de la Política Exterior de la UE, Catherine Ashton, no descartó hoy en El Cairo la posibilidad de imponer una zona de exclusión aérea sobre Libia tras reunirse con el secretario general de la Liga Árabe, Amro Musa.”



“TRIPOLI, 14 (ANSA) - Las fuerzas de Muammar Kadafi atacaron hoy Ajdabiya, en el este de Libia, y la localidad de Zuwarah, en el noroeste, mientras el Consejo Nacional de la oposición aseguró que recuperará posiciones y dijo que tiene compromiso internacional para establecer una zona de exclusión aérea.”



“El Consejo aseguró hoy que obtuvo el compromiso de Estados Unidos, Gran Bretaña y Francia para disponer una zona de exclusión aérea.”



“El general Abd al Fattah Yunis, miembro del consejo militar rebelde, aseguró que recuperarán posiciones en las zonas costeras y en la región este el país…”



“‘Retomaremos el control de esas ciudades y sentirán pronto que nuestro ejército avanza hacia Sirte y Trípoli’.”



“100 MIL VOLUNTARIOS SE SUMARON A FUERZAS KADAFI



“TRIPOLI, 14 (ANSA) - Unos 100 mil voluntarios se sumaron a las fuerzas armadas libias desde el inicio de los combates entre las tropas que respaldan a Muammar Kadafi y grupos rebeldes, dijeron hoy fuentes del gobierno.”



“Bahréin: oposición denuncia “ocupación” tras llegada de soldados sauditas.



“MANAMA, 14 Mar 2011 (AFP)”



“‘El pueblo de Bahréin enfrenta un peligro real: el de una guerra contra los ciudadanos bahreiníes sin declaración de guerra’, destacaron los siete miembros de la oposición, incluyendo al Wefaq chiita, en un comunicado.



“‘Nosotros consideramos el ingreso de todo soldado, de todo vehículo militar a los espacios terrestres, aéreos o marítimos del reino de Bahréin como una ocupación flagrante, una conspiración contra el pueblo de Bahréin desarmado, y una violación de los acuerdos y convenios internacionales’, agregó la oposición.”



“MÁS PROTESTAS YEMEN, BAHREIN Y MARRUECOS



“MANAMA Y ADEN, 13 (ANSA) - Las manifestaciones de protesta continuaban hoy en Yemen, donde tres personas murieron, Bahrein y Marruecos, en reclamos contra los gobiernos de esos países, informaron hoy fuentes locales.”



“…en Arabia Saudita, decenas de personas se reunieron hoy en las cercanías de la sede del ministerio del Interior en Riad para pedir la liberación de un grupo de activistas detenidos por la policía.”



“MANAMA (AP) - Decenas de miles de manifestantes en Bahréin rodearon el sábado un palacio real, donde demandaron a gritos libertades políticas y la renuncia del rey un día después de que las fuerzas de seguridad reprimieran con violencia una protesta similar.”



“Las movilizaciones en este país son similares a las de Egipto y Túnez.”



“Bahréin tiene una importancia particular para Washington debido a que ahí está destacada la 5ta Flota de la Armada de Estados Unidos…”



“Emiratos Árabes Unidos van a enviar tropas a Bahréin



“DUBÁI, 14 Mar 2011 (AFP) - Los Emiratos Árabes Unidos anunciaron el lunes que van a enviar tropas a Bahréin para contribuir a ‘preservar el orden y la estabilidad’ en ese país vecino, al cual ya llegaron con el mismo fin militares sauditas.”



“MANAMA, 14 Mar 2011 (AFP) - La oposición de Bahréin afirmó el lunes que ‘cualquier presencia militar extranjera’ será considerada como ‘una ocupación’ al reaccionar a la llegada de tropas sauditas al reino.”



“Más de un millar de soldados sauditas, que forman parte de la fuerza común del Consejo de Cooperación del Golfo (CCG), llegaron a Bahréin, sacudido por una ola de manifestaciones, según indicó a la AFP un responsable saudita.”



“MÉXICO (AFP) - El denominado operativo ‘Rápido y Furioso’ en Estados Unidos, que presumiblemente permitió el ingreso deliberado a México de casi 2.000 armas, puso en un momento delicado la relación entre ambos países, según expertos, y provocó la molestia unánime de legisladores mexicanos.”



“‘Si Estados Unidos actuó sin incluir a ninguna instancia mexicana se trata de una intromisión totalmente inaceptable y de una clara muestra de desconfianza’ de Washington ante las fuerzas policiales mexicanas, comentó a la AFP Jorge Montaño, ex embajador de México en Estados Unidos.”



“México enfrenta un espiral de violencia sin precedentes que ha dejado casi 35.000 muertes desde diciembre de 2006 en enfrentamientos entre narcotraficantes y operativos antinarcóticos, además de un centenar de víctimas atrapadas en el fuego cruzado.”



“El Senado mexicano describió a ‘Rápido y Furioso’ como un operativo ‘agresivo y unilateral’ y un ‘agravio a la soberanía’ de México.”



“IPS 14-03 15:04”



“Esta noche se informó que el reactor número dos de la central Fukushima 1 se estaba derritiendo luego de que fracasaran los sistemas de enfriamiento de emergencia, lo que agravó los temores de una contaminación radiactiva. El sábado y este lunes se produjeron explosiones en los reactores uno y tres.”



“El reactor número dos funciona con combustible denominado Mezcla de Óxidos (MOX), que contiene plutonio, sustancia especialmente dañina para la salud.”



“ROMA, 14 (ANSA) - Un total de 442 son los reactores nucleares activos en el mundo, concentrados en 29 países y construidos por no más de diez empresas.



“Europa […] cuyos gobiernos comenzaron hoy a revisar su política en el sector, tiene 148 reactores activos en 16 países.



“A los […] ya activos se suman 65 en fase de construcción…”



“El record mundial por número de reactores nucleares en funciones lo ostenta Estados Unidos, con 104, seguido por Francia (58), Japón (54)…”



Noticias de última hora que acaban de llegar a Cuba informan que hubo un tercer estallido en Fukushima:



“EFE 15-03 20:13: Se teme fuga radiactiva por fusión del núcleo de un reactor en Fukushima



“Tokio, 15 mar (EFE).- La empresa operadora de la central nuclear de Fukushima (noreste de Japón) reconoció hoy que teme una fuga radiactiva por una posible fusión del núcleo del reactor número 2, que esta mañana sufrió una explosión.



“Tokyo Electric Power (TEPCO) admitió que puede haberse emitido radiación después de quedar dañada la estructura que envuelve al reactor número 2 mientras los niveles de radiactividad en la zona marcaron los 8.217 microsievert por hora, frente a los 500 permitidos.”



Se puede observar la compleja situación reinante en el mundo árabe, en cuyos pueblos, se ha desatado una ola revolucionaria.



El Rey saudita apoya la guerra de la OTAN en Libia; mientras en Bahrein la OTAN apoya la invasión saudita. La sangre de los pueblos árabes será derramada en beneficio de las grandes transnacionales de Estados Unidos, mientras, los precios del petróleo alcanzarán límites no predecibles en la medida que las guerras se desaten en las áreas de mayor producción y los desastres nucleares de Japón multiplican la resistencia de los pueblos a la proliferación de las plantas nucleares.



El derroche y las sociedades de consumo capitalistas en su fase neoliberal e imperialista, están llevando el mundo a un callejón sin salida, donde el cambio climático y el costo creciente de los alimentos, conducen a miles de millones de personas hacia los peores índices de pobreza.







Fidel Castro Ruz



Marzo 14 de 2011



9 y 35 p.m.





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URL del artículo : http://www.cubadebate.cu/reflexiones-fidel/2011/03/15/los-desastres-que-amenazan-al-mundo/

Organizaciones sociales protestarán en Brasil contra visita de Barack Obama

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TeleSUR 14-03-2011
Organizaciones sociales y sindicatos brasileños convocaron este lunes a una protesta masiva en contra de la visita del presidente de Estados Unidos (EE.UU.) Barack Obama. Los manifestantes afirmaron que el gobernante norteamericano es “persona non grata” y criticaron su decisión de mantener el bloqueo a Cuba a pesar de conocer sus nefastas consecuencias económicas y sociales.


Por medio de un comunicado divulgado este lunes, el sindicato de petroleros de Brasil, la Unión de Estudiantes, la Coordinación de Movimientos Sociales, los Sin Tierra y otras organizaciones sindicales hicieron un llamado para que este fin de semana, fecha en la que Obama tiene pautada una visita a Brasilia (capital del país), se haga una protesta en repudio a varias acciones del mandatario.

"Los movimientos sociales brasileños consideran al presidente de Estados Unidos, Barack Obama, persona non grata en Brasil y rechazan su presencia en nuestro país (...) Queremos organizar una protesta contra la visita de Obama”, reseñó el texto.

Las organizaciones destacaron que EE.UU. mantiene “la orientación belicista de ocupar países y agredir a pueblos en nombre de la lucha contra el terrorismo"; y a su vez, reiteraron su repudio a la decisión publicada el año pasado de mantener el bloqueo económico, financiero y comercial sobre Cuba.


"Decimos que Obama es persona non grata en Brasil porque, como latinoamericanos, sabemos que la política de Estados Unidos hacia América Latina no cambió en nada. No aceptamos la manutención del bloqueo a Cuba, las provocaciones a Venezuela, a Nicaragua, a Bolivia y a Ecuador", resaltaron.

Con estos argumentos, el comunicado instó a todos los brasileños que compartan estas ideas, a unirse en repudio de la injusticia del Gobierno estadounidense.


En este sentido, el secretario del sindicato de petroleros de Rio de Janeiro, Emanuel Cancella, indicó que la fecha pautada es también para “aprovechar el calendario de los altermundialistas” que convoca a manifestaciones a nivel mundial para el domingo 20 de marzo, en solidaridad con el pueblo árabe.

Este lunes, la embajada de EE.UU. en Brasilia confirmó que el próximo domingo Barack Obama pronunciará un discurso en la emblemática plaza La Cinelandia, que es considerada histórica por ser un símbolo de la democracia brasileña.

En ese lugar, el 26 de junio de 1968, se gestó la llamada "Marcha de los Cien mil", en la que miles de estudiantes, obreros, profesores y religiosos manifestaron por primera vez en forma masiva contra el golpe de Estado que en 1964 condujo a los militares al poder que cometieron violaciones a los derechos humanos hasta 1985.


También allí, a finales de la dictadura, el pueblo de Brasil se levantó exigiendo la elección directa para Presidente de la República.


La visita que tiene Obama en Brasil tiene en agenda un encuentro con su homóloga Dilma Rousseff. Esto se enmarca dentro de una gira que realizará el presidente por varios países de Latinoamérica con miras a “fortalecer” sus relaciones diplomáticas.

Un mensaje para Barak Obama

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El presidente de la ACJM/RS, Ricardo Haesbaert, vê con optimismo la visita, a Cuba, del Asessor Especial de la Presidencia del gobierno brasileño, Marco Aurélio Garcia, y avalía que la iniciativa demuestra la decición del Brasil en decidir soberanamente cuales los países con los que quiere fortalecer las relaciones y firmar parcerias.

Para Haesbaert es importante que el presidente Obama revea su posición sobre el bloqueo a Cuba, y encare la iniciativa brasileña como un mensage de que no consta en la agenda de países democráticos el acato a sanciones que atentan contra la autodeterminación de los pueblos y perjudican su desenvolvimiento econômico y social.

Ricardo espera que Obama cumpla la promesa de cerrar la base de Guantánamo y devuelva el territorio ao pueblo cubano, así como firme la libertad de los cinco patriotas cubanos presos en los s EUA.

segunda-feira, 14 de março de 2011

A revolução do povo cubano: muito mais que 50 anos

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Por Raquel Moysés – jornalista


14.02.2011 - Quem se surpreendeu com o efeito revolução cubana no carnaval na ilha de Santa Catarina, em Florianópolis, tem mais uma oportunidade de ampliar seu conhecimento sobre a história de Cuba. No dia 24 de março, quinta-feira, às 18h30min, no Auditório do Centro de Educação (CED/UFSC), a professora Claudia Wasserman, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, dá uma conferência sobre o tema “50 anos da revolução cubana”. A historiadora é autora do livro “A revolução cubana: 50 anos de imprensa e história no Brasil”, que vai estar à venda durante sua palestra na UFSC. Na obra, ela traça um panorama de como repercutiram no Brasil os acontecimentos revolucionários em Cuba e analisa impressões sobre a revolução cubana que a mídia imprimiu no imaginário popular dos brasileiros ao longo dos anos.


A conferência com Claudia Wasserman é organizada pelo Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA), em colaboração com o Programa de Pós-Graduação em História e o Núcleo de Estudos de História da América Latina (NEHAL). Às 14 horas do mesmo dia, na sala 10 do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), a historiadora participa da banca de mestrado de Elvis Poletto sobre “Conceito de nação em Mariátegui”, orientada por Waldir Rampinelli, professor do Departamento de História e também presidente do Instituto de Estudos Latino-Americanos. Doutora em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro com a tese “A questão nacional na América Latina no começo do século XX: Brasil, Argentina e México”, Claudia Wasserman também publicou “História Contemporânea da América Latina (1900-1930)”; “História da América Latina: do descobrimento a 1900”; “Palavra de Presidente”; e “Ditaduras Militares na América Latina”.


História de lutas

O professor Waldir Rampinelli, que vai mediar o debate com Claudia Wasserman, lembra um aspecto importante, mas pouco analisado quando se aborda a história de Cuba: o fato de a revolução cubana não se tratar de um evento, mas de um processo histórico de longa duração. O que isso quer dizer? “Que a revolução cubana não começou na luta contra o ditador Fulgencio Batista, nos anos 50, mas iniciou em 1868, ano em que se desencadeou na ilha a Guerra dos Dez Anos contra o colonialismo espanhol,” responde Rampinelli.

O historiador lembra que o próprio Fidel Castro, preso e interrogado logo após o assalto ao quartel general de Moncada, em Santiago de Cuba, em 26 de julho de 1953, respondeu que o autor intelectual daquela façanha havia sido José Martí, revolucionário cubano morto em 1895, em luta pela independência de sua Cuba. “Foi Martí um dos responsáveis pelo pensamento mais apurado não apenas contra o colonialismo espanhol, mas também contra o imperialismo estadunidense”, afirma Rampinelli. “O pensador revolucionário advertia de que de nada adiantaria livrar-se do jugo espanhol para cair nas garras do império estadunidense.”


É Martí também o criador do Partido Revolucionário Cubano, que depois vai ter influência sobre o Partido Comunista Cubano, quando a revolução vence, em 1959. Mas, antes de Martí, muitos contribuíram para a construção do processo revolucionário, lutando contra o colonialismo espanhol e o escravismo que afligiam o povo cubano. Entre eles, Rampinelli destaca Carlos Manuel de Céspedes, um dos patriotas que inicia o combate anticolonial, entregando seus próprios bens à causa da independência, pela qual morre fuzilado; Antonio Maceo, que também morre no campo de batalha; Ignácio Agramonte, outro líder do processo revolucionário a cair em combate contra os espanhóis; Máximo Gómez, nascido em São Domingos, na República Dominicana, que chefiou o exército de libertação de Cuba na luta contra os espanhóis. O internacionalismo cubano, portanto, tem raízes que afundam nas lutas independentistas dos povos.


E tinha razão José Martí quando advertia sobre a ameaça representada pelo imperialismo estadunidense. Tanto que, após a vitória do exército popular cubano, em 1898, é aos Estados Unidos que a Espanha se rende, pois o vizinho imperialista interviera no conflito, por isso chamado de Guerra hispano-cubana-americana. O pretexto utilizado fora o de um suposto ataque contra um de seus navios de guerra, o Maine, ancorado na ilha. Após a rendição dos espanhóis, os EUA mantêm a ocupação militar, permitindo a independência formal apenas em 1902, depois de persuadir o parlamento cubano a aprovar a Emenda Platt, que lhe outorgava o direito de intervir em Cuba, mantida na condição de “protetorado” estadunidense.

Não se tratava de uma política nova, já que a intenção dos Estados Unidos de dominar e até anexar Cuba fora defendida como uma política de estado por vários de seus presidentes. É, portanto, nesse contexto histórico de usurpação da soberania do povo cubano que são forjados instrumentos “legais” de dominação política, militar e econômica, impondo a Cuba a condição de nova colônia. No início do século 20, a já citada Emenda Platt (de 1901) outorga aos EUA o poder de intervir em Cuba sempre que haja ameaça à ordem institucional no país, além do “direito” de instalar bases militares em território cubano, a exemplo de Guantánamo. Outra medida de perfil colonial é o Tratado de Reciprocidade Comercial, de 1903, que dá aos EUA o controle do monopólio do açúcar e das alfândegas, praticamente abrindo o mercado cubano aos produtos norte-americanos, sem qualquer concorrência.


Revolução de raiz


Nesse período de nova colonização, no entanto, a luta pela independência prossegue. Nos anos 20, ressalta Rampinelli, é importante o papel de Julio Antonio Mella, fundador do Partido Comunista e da Liga Antiimperialista, líder do movimento estudantil e revolucionário nas lutas das organizações operárias e estudantis contra o imperialismo estadunidense e o ditador Gerardo Machado. Para organizar a resistência, Mella parte para o México, onde é assassinado, em 1929, pela polícia secreta da ditadura.


Mella, portanto, já apontara o caminho, depois seguido por Fidel Castro, nos anos 50, quando traça, no México, onde se refugiara, o caminho da revolução. Daí o acerto de se aplicar o conceito de revolução de longa duração quando se analisa o processo cubano. “As condições históricas de luta pelo nacional, contra o colonialismo e o imperialismo já estavam dadas, sem retirar o mérito estratégico de Fidel Castro,” comenta Rampinelli. “A revolução está na alma, na vida de todo um povo. Se fosse um evento sem raiz, não teria consequências.”


É por esse espírito revolucionário, entranhado na própria história, que os cubanos não cederam às pressões e ao bloqueio brutal imposto a Cuba pelo governo dos Estados Unidos. Em 1992, como explica Rampinelli no artigo “Cuba – 50 anos de revolução”, o Congresso dos Estados Unidos promulga a Lei Torricelli, a qual estabelece duas sanções principais. A primeira é a de proibir o comércio com Cuba de filiais de companhias estadunidenses estabelecidas em outros países. A segunda, impede barcos que entram em portos cubanos com propósitos comerciais de tocar portos estadunidenses, ou suas possessões, durante 180 dias a partir da data de partida da Ilha. Outra legislação de exceção, aprovado pelo congresso estadunidense, é a Lei Helms-Burton, que viola leis internacionais e direitos humanos, outorgando aos EUA o direito de impor sua ordem jurídica a países terceiros. Tal mecanismo estabelece um bloqueio feroz, restringindo o direito ao livre comércio com Cuba.

Rampinelli também aborda, no artigo, aspectos da crise migratória, a parte mais visível dos conflitos entre Havana e Washington. Ele explica: a Lei de Ajuste Cubano, adotada pelo Congresso dos Estados Unidos, em 2 de novembro de 1966, quando era presidente Lyndon B. Johnson, modificou o estatuto dos imigrantes cubanos, qualificando-os de “refugiados políticos”, com direito automático de asilo político e, ao mesmo tempo, com a permissão de residência permanente nos Estados Unidos, estimulando deste modo a emigrarem ilegalmente. Dessa forma, o cubano imigrante ilegal que conseguir pôr os pés (pés secos) em território estadunidense é automaticamente acolhido pela Lei de Ajuste, enquanto o interceptado no mar (pés molhados) pode ser devolvido a Cuba.

Isso tudo acontece a despeito de um acordo assinado entre os dois países que permite a entrada de 20 mil cubanos por ano nos Estados Unidos, pelas vias legais. “Na realidade, o que Washington estimula e incentiva é o roubo de aeronaves e de barcos – os quais não são devolvidos – com fuga espetacular que possa ser manchete nos jornais do mundo,” comenta o historiador.

Os que querem derrotar a revolução cubana, não entendem, adverte Rampinelli, que um processo revolucionário de longa duração não é desmantelado facilmente. Quem pode derrotar esta revolução, afirma, “são apenas os próprios cubanos”. No artigo mencionado, o historiador escreve:

“Uma revolução não subsistiria sem o apoio maciço de sua população. A estratégia de resistência consiste na guerra de todo um povo contra o invasor. Para defender seu processo revolucionário, as pessoas devem sentir no seu cotidiano as mudanças havidas na educação, na saúde, no emprego, na moradia, no meio ambiente, no esporte e na projeção internacional de seu país. Estas conquistas não apenas tornam a vida melhor e mais feliz, como também despertam o patriotismo, ou seja, o orgulho de ser cubano em qualquer parte do mundo. Afinal Cuba é o único país do Terceiro Mundo que resolveu problemas fundamentais como o da fome. No setor educacional, não existe em Cuba um analfabeto funcional, tamanho é o investimento na escolaridade. Já na saúde, os índices se igualam aos dos países mais avançados do Mundo, como o Canadá e a Noruega.


Na economia, Cuba saiu da condição da monocultura do açúcar e hoje grande parte de sua produção é em biotecnologia. Basta ver os índices econômicos apresentados a cada ano pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

Por isso, a Revolução Cubana pode se esgotar, e até ser destruída, por suas próprias forças internas. Porém, nunca por uma intervenção externa, já que o povo aprendeu ao longo de cinco décadas a manejar uma cultura de resistência, a preservar suas conquistas sociais e a saber usar armas.”

Alberto

Deixe-me voar contigo sobre continentes e mares, Alberto.




Por Diana Melo Pereira



Dia 5 de março, por volta das quatro horas da tarde, escuto a notícia na rádio Câmara (ou seria a Senado? Não importa). O nome "Alberto Granado" me chama a atenção. Poucos segundos depois vem o conteúdo... Alberto, amigo de Che, que havia realizado a viag...em pela América Latina que deu origem não só ao filme, mas à indignação de Ernesto frente às misérias vividas pelo povo LatinoAmericano, viagem que tinha despertado não só em Che, mas em Alberto, ele próprio, e iria mudar aqueles dois corações e dar esperança a todo um mundo, por gerações... Alberto tinha morrido. Páro e penso: o velhinho se foi. Nenhuma maior sensação nesse momento, só me bate a tarefa urgente de divulgar. Bate o lampejo de uma tristeza que não se sabe muito porque está surgindo, só se percebe, como o tiro levado e a dor surgida, pra depois se perceber que foi de um tiro levado. Venho com a missão daquele parente de alguém que se foi, que por mais próximo tenha que se afastar de si e tomar as providências em relação à morte e as providências que pedem a morte. Venho, noticio. Alguns segundos depois me vêm aqueles que comigo partilharam de um encontro com Alberto Granado e todas e todos pensam... O conhecemos. Que coisa mais esquisita o consolo de que pudemos conhecê-lo e que ele pôde suscitar mais força, alegria e mais luta em nossos corações. Depois da primeira mensagem trocada, as lágrimas rolam em silêncio. As primeiras. Elas vêm junto com as primeiras imagens encontradas, de vídeos em que Alberto aparece, vivo, muito vivo e presente. Imagens encontradas para divulgar Alberto para xs amigas e amigos que não pude levar naquele encontro, naquele final de tarde de domingo, na véspera de voltarmos ao Brasil. Outras lágrimas rolam, porque não consegui levar Renata Pieratti. Amiga que fiz no caminho, na Venezuela... Pessoa que vai ficartambém sempre na memória... Na verdade,lágrimas rolam agora porque não consegui levá-la. O desejo era de ter compartilhado ao máximo, mas foi o que consegui, no meio de tantas incertezas se poderíamos encontrá-lo ou não. Essa tecitura, esse texto, na verdade, é um grande desejo de compartilhar, de levar a todas e todos junto comigo, na memória daquele encontro. Mas por que a alegria e o nervosismo que nos invadiu de visitar Alberto? Sabe aquele sentimento de respeito imenso que não se consegue explicar, diante da primeira pergunta? É só mesmo uma vontade de olhar, apertar a mão, sentir a vibração de quem um dia, pegou uma moto, colocou um grande amigo na garupa e saiu para conhecer a América Latina? Disse ele em uma entrevista "Apesar de nos considerar bem informados, sabíamos que conhecíamos muito sobre a história européia e sobre as civilizações cretense, romana e grega, mas não conhecíamos nada sobre a América Latina. Não sabíamos como eram os mapuches ou onde ficava Machu Picchu." Os caminhos... Não foi bem isso que me colocou a percorrer e ir a Cuba no primeiro aceite interno da viagem. Foi mesmo a curiosidade de passar pela janela aberta. De voar. De seguir o vento para onde ele apontava. Respeito à intuição e ao destino. Depois, no planejamento, o destino mesmo me apontou a possibilidade de conhecer mais que Cuba. Por que não ir de ônibus desde Manaus? Por que não me oportunizar ver gente? Ver terra, ver montanhas? E lá do lado aqui do peito me vinha a lembrança da viagem de Alberto e Ernesto. Na verdade essa lembrança me acompanhava a mais tempo, por uma viagem e vivência dentro da Amazõnia, mas essa é uma outra história... Quem sabe não foi o mesmo espírito de Alberto e Ernesto... E de Renata... E de Ana, de Marília... de Titina... de Juliano e Márcio... Quem sabe? Na véspera da viagem, malas prontas, muitos parênteses abertos, pouco dinheiro, o destino me vem novamente com o vento... Rogério, jornalista, amigo de mais de dez anos, pessoa mais que querida, que conheci nos primeiros passos na Universidade, acabado de chegar de Cuba, me vêm com fotos na mão e me pede: entrega pro Granado... e me dou conta de que é o Alberto Granado... Como uma das muitas coisas vividas vou percebendo o conteúdo pouco a pouco... As coisas chegam assim, me atropelando, velozes, vou por instinto e por pura confiança no vento. Depois tenho a oportunidade de sair de mim por alguns segundos e vejo a coisa acontecendo. Assim foi com Granado. E assim continuará sendo quando me lembrar desse momento e contar sobre ele. Pois bem, indo e voltando no tempo... depois de viajar pelo norte do Brasil, depois de ser acolhida por pessoas desconhecidas, sorridentes e abertas, depois de percorrer a Venezuela de ônibus, depois de ter todos os planos refeitos a força pela própria força do imprevisto, depois de ter vivido 15 dias mais que intensos com pessoas que não existiam antes na minha vida e que depois daqueles dias não se poderiam se fazer mais presentes, depois das despedidas, depois de nem ter digerido tudo, me vem a lembrança das fotos... E me vem a lembrança de Granado... E me vem a mais que vontade fortalecida de ir não só por mim, mas pela possibilidade de viver isso compartilhadamente, com aquelas e aqueles que olhava e me olhavam com ternura e um companheirismo contruídos com uma cumplicidade que todos sabiam e não sabiam explicar de onde vinha... E telefono, meio descrente e ao mesmo tempo cheia de esperança,confiando nos ventos...No meu fraco espanhol e no meu coração forte que pululava ao falar, tentando explicar porque não tinha conseguido entrar em contato antes... E vem aquela compreensão com a desorganização... Escuto ao fundo, Juliano do lado, me dando força a pedido meu, a esposa do Granado dizendo... sobre o meu pedido... "Ella estava en un campamiento" "Haciendo trabajo voluntario" "Tu puedes hablar con ella?" E lá vindo a resposta. Sim. Naquele mesmo dia. Algumas horas, poucas, nos separavam. E ainda havia a fome ao meio... E retorno a pergunta: posso levar amigos? A boa resposta cubana: "No hay problema. Él puede recibir a todos". Dou a noticia e fico quieta, pensando. O que dizer a ele? O que quero que me diga? Tensão inicial: almoço. Demoramos a encontrar um lugar. Tensão segunda: encontrar o caminho. Conseguimos. Chegamos à porta. Dois andares. Porta simpatica. Andamos um pouco ao redor da rua da casa. Pra chegar na hora exatamente marcada. Nessa hora não consigo pensar em nada. Só no nervosismo prévio. Só em esperar os poucos minutos passarem... O que dizer, o que não dizer, por que dizer? Eu já rouca e sem voz por tantos dias vividos, deveria chegar com meu sorriso amarelo e dizer algo que transparecesse: Sr. Granado, me sinto tão honrada de estar aqui que simplesmente não sei o que dizer... Será que eu poderia só ficar aqui, apertar sua mão e esperar que a conversa acontecesse? Fomos. Os sete. Acho que o nervosismo nao era só meu. Fomos. Batemos à porta. Nos receberam e me pus a olhar a sala. Aquelas imagens iam ficar sempre na memória. Sabia disso. Sentamos com ele e na minha pouca voz entreguei as fotos e conversamos com ele. Na sua pouca escuta, nas palavras e perguntas feitas, vi o quanto estava lúcido e da sua vontade de perguntar sobre o Brasil e nos perguntar o que achávamos das coisas. Momento mágico, mesmo nos silêncios. Vontade muito grande de explicar pra ele a fundo o porque das coisas. Estávamos ali porque acreditávamos na solidariedade, na América Latina, na luta por outra realidade, no socialismo... Emoção grande, que embargava a voz. A felicidade de ter estado com ele. A felicidade de compartilhar... A felicidade de acreditar. Foi isso. A solidariedade e o compartilhar, a América latina que se personificava não só nele naquele momento, mas no encontro com ele, no encontro entre aqueles sete e ele, no encontro com a vida, com a esperança. Alberto me trouxe, naquele dia a felicidade da partilha e a crença, mais uma vez, na esperança. E depois, um mês depois, ele se vai. E quando se vai, mesmo quando se vai, pede para ser espalhado por essa terra, ao sabor do vento. "O velório de Granado durou cerca de duas horas e meia em uma funerária de Havana no próprio sábado e, “atendendo a sua vontade”, seu corpo será cremado e suas cinzas espalhadas na Argentina, Cuba e Venezuela." SÍNTESE CUBANA - EDIÇÃO Nº 200... – ANO IV. Espalhado pelos ventos, nos mares e continentes... "Voais comigo sobre continentes e mares", Alberto.... Deixe-me voar contigo sobre continentes e mares, Alberto... Voemos juntos.
 

Obama

VEM AÍ O TERRORISTA OBAMA – MÃO NA CARTEIRA



Laerte Braga


A embaixada do conglomerado EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A em Brasília está se empenhando em transformar a chegada do presidente do grupo, Barack Hussein Obama, num prolongamento do carnaval brasileiro.



Usando redes sociais na Internet desde o dia 10 de março, avisa aos nativos que ainda é possível enviar mensagem de boas vindas ao terrorista norte-americano. No melhor estilo de trocar apito por petróleo as mensagens mais entusiasmadas vão receber brindes como canecas e camisas com a imagem do tirano e até IPhones e iPads. A campanha está sendo feita pelo twitter da organização terrorista.



Como nos melhores supermercados de qualquer país do mundo a promoção é feita várias vezes por dia e é preciso estar atento e absolutamente alienado para acompanhar o twitter do conglomerado e ser brindado com os mimos que precedem a chegada da corte terrorista.



Segundo a embaixada o assassino de iraquianos, afegãos e palestinos gosta de “contato popular”.



Barack Hussein Obama é um dos grandes embustes do século XXI. Finge-se de negro e governa segundo os preceitos arianos do MEIN KAMPF (ressuscitado pelo executivo norte-americano na antiga Grã Bretanha - é colônia hoje - David Cameron).



Dono do maior arsenal terrorista de todo o planeta, capaz de destruir a Terra cem vezes se preciso for, maior acionista (o conglomerado que preside) da esmagadora maioria da mídia privada – no Brasil da totalidade – quer transformar sua visita/conquista numa grande festa onde os brasileiros sejam os protagonistas da submissão absoluta ao império.



No governo Dilma Roussef tem três importantes aliados. O ministro da Defesa Nelson Jobim, o ministro de Assuntos Estratégicos Moreira Franco e o ministro das Relações Exteriores Anthony Patriot.



As redes nacionais de tevê estão sendo instruídas a não mostrar imagens de eventuais descontentamentos ou protestos com a presença do terrorista no País, razão pela qual os cenários estão escolhidos a dedo para evitar constrangimentos ao genocida.



Obama vem dizer a Dilma que está tudo errado e que o pré-sal precisa ser repassado aos norte-americanos para a garantia da paz, da democracia e do mundo cristão.



Como a presidente ainda é uma incógnita e está cercada de alguns dos piores elementos da política brasileira, aparenta ser brava, mas é dócil e fácil de ser levada (um brigadeiro, uma camiseta, algo assim) há o temor que Obama consiga levar parte do petróleo nos chamados leilões realizados pelo governo e que implicam, na prática, na cessão de riquezas nacionais aos terroristas que controlam o mundo.



Temerosos que William Bonner e William Haack, agentes norte-americanos junto à mídia brasileira, tenham crises histéricas de paixão quando ao vivo em seus jornais, especialistas estão treinando a ambos para evitar esse tipo de procedimento. A William Waack já foi prometido um jantar tete a tete com a secretária de Estado Hilary Clinton que desde as eleições presidenciais de 2010 nunca escondeu sua admiração pela lealdade do jornalista global.



Se é a luz de vela ou não, não se sabe, é possível que seja iluminado por tochas com petróleo do pré-sal.



Três a seis miligramas de bromazepan deverão ser ministradas a jornalistas globais, da FOLHA, do ESTADÃO, das outras redes de tevê, para evitar surpresas desagradáveis, do tipo “grita o nome do Obama/e depois de desmaiar...”



No caso de VEJA não vai haver necessidade, o cinismo vence a emoção e a revista já está pronta para anunciar a descoberta do Brasil corrigindo um erro histórico que vem desde 1500. OBAMA DESCOBRE O BRASIL! ESTAMOS SALVOS! Deve ser por aí, poucas variações.



O que grande parte dos brasileiros desconhecem é que as chamadas UNIDADES DE POLÍCIA PACIFICADORA foram importadas de Israel e dos EUA, parceiros mundiais no terrorismo e revestidas dessa característica, impõem a paz do terror aos moradores das favelas do Rio de Janeiro, numa experiência que acontece também no Haiti, onde militares brasileiros cuidam do trânsito, de ajudar idosas a atravessar as ruas e controlar favelas.



Dentro de um projeto mais amplo, do qual o grupo terrorista BOPE faz parte, como faz o filme TROPA DE ELITE e sua continuação (é enganar o incauto cidadão com a história de polícia honesta), o líder do conglomerado EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A deve visitar uma favela no Rio (quem sabe até ensaie uns passos de samba) e mostrar seu contentamento pela pacificação à base do porrete, do saque (O BOPE agride cidadãos indefesos, invade suas residências e rouba o que por lá existe de valor).



O alvo maior, no entanto, é o petróleo.



O terrorista pretende tirar Dilma Roussef para dançar uma valsa de Strauss e em seguida, num champagne preparado com antecedência, levar o pré-sal de volta na bagagem, além de negociar a venda de aviões da BOEING (empresa acionista do conglomerado terrorista) para as forças aéreas brasileiras. O comandante da FAB está radiante com a possibilidade do “negócio”, Jobim então nem se fala.



E Anthony Patriota já fez até promessa de descer nu no aeroporto de New York para mostrar o respeito e a admiração pelos nossos amigos.



Como são cerca de três dias de visita o genocida Barack Obama deve também tratar de tentar dar um jeito em Hugo Chávez, presidente da Venezuela, seduzindo a brasileira a dar apoio às tentativas de golpe de estado naquele país, restabelecendo a democracia cristã e ocidental, tudo com a bênção do núncio apostólico no Brasil.



O Vaticano é uma das empresas do conglomerado desde a eleição de João Paulo II, o santo do pau oco. Com Bento XVI atinge o ápice, bandeiras com a suástica aparecem em todos os cantos do enclave/estado/empresa.



As autoridades policiais estão sendo orientadas a arrancar todas as faixas de protesto contra a visita do “benfeitor”, quer dizer, feitor e a reprimir com dureza manifestações que a critério dessas autoridades possam se exceder nos protestos, tipo constatar que Obama e branco e como os atores brancos que faziam papel de negros em filmes, novelas, etc, é apenas engraxado de preto.



Se você estiver num ponto qualquer do país por onde vai passar a caravana do líder terrorista, mão na carteira. Ela leva o petróleo e a sua carteira, afinal, o país dele está passando o chapéu para poder sustentar as grandes corporações, que o digam os trabalhadores do estado de Wisconsin, em Madison.



A divulgação que a embaixada do conglomerado está distribuindo brindes a quem se dispuser a saudar a visita do líder terrorista foi feita pelo jornal ESTADO DE SÃO PAULO. Estranho? Não, aposta na submissão dos nativos, principalmente a maioria dos leitores daquele jornal que até hoje acha que D. Pedro II governa o Brasil e a escravidão é uma realidade (no que está certo quando se percebe a realidade dos trabalhadores brasileiros).



Uma das reuniões secretas que o terrorista vai manter no Brasil é com os líderes que se opõem à Comissão da Verdade. A que pretende esclarecer os horrores da ditadura militar no Brasil (foi comandada por Washington, um general norte-americano, Vernon Walthers). Os inimigos da verdade vão dizer a Obama que é preciso parar com isso do contrário torturadores, estupradores e assassinos da democracia cristão e ocidental estarão correndo risco de virem a ser punidos como acontece na Argentina e no Chile, onde a turma já está na cadeia. Jobim vai ser o mestre-salas.

Mulher

A TI MUJER: MADRE, HERMANA, AMIGA, COMPAN~ERA.




!FELICIDADES EN EL DIA INTERNACIONAL DE LA MUJER!



Escribir unas lineas que puedan abarcar todo lo que sentimos los cinco por esas mujeres que tanto amor, guia, aliento y ayuda nos han dado y dan cada dia no es facil.

Se agolpan los pensamientos, las palabras hermosas, las palabras necesarias. Pero, ante todo, les queremos decir que las llevamos en nuestros corazones cada dia y por ustedes resistimos, somos fuertes y somos siempre optimistas.

Hemos de reconocer que son ustedes, las mujeres, las que mas participacion tienen en nuestra batalla, son ustedes las que cada dia amanecen pensando que hacer y quienes crean nuevas iniciativas, son ustedes las que mas nos escriben por todas las vias desde todos los rincones del mundo, expresando un infinito amor y una indestructible hermandad, son ustedes las que con mas claridad nos hacen ver que un mundo mejor si es posible.

Expreso Jose Marti en su tiempo, y hoy con mas razon podemos decir: "...cuando la mujer se estremece y ayuda,...cuando la mujer culta y virtuosa unge la obra con la miel de ssu carin~o-- la obra es invencible"



Aqui les va un poema que escribi en el 2001, un dia de julio, en una celda de castigo.



A TI MUJER



A ti mujer que sabes

del delirio y el polvo del tiempo

quiero dar mi lirismo de encierro

como un ciego mirando a la luna.



A ti mujer que ocupas

el altar de esta bella locura

te propongo tu sal y tu espuma

las coloques dentro de mi verso.



He son~ado una luz que nos sigue

y promete dejarnos a oscuras.

He son~ado tus ropas dispersas

a lo largo de un muelle que augura.



A ti mujer que llegas

valerosa hasta el centro del miedo

te regalo una rosa y pronuncio

contra el odio de amor una nota.



A ti mujer que tocas

lo mas alto de mi pensamiento

te coloco mi sombra y mi historia

en el dulce calor de tu seno.



He son~ado que te amo y me amas.

He son~ado que es cierto mi suen~o.



Here, a transaltion to English of my poem, for all our fiends women, who speak in that language.

CONGRATULATIONS IN THE INTERNATIONAL WOMEN'S DAY !



TO YOU WOMAN



To you woman who knows

about the delirium and the dust of the time

I want to give my lyricism of confinement

like a blind man looking to the moon.



To you woman who occupies

the altar of this beautiful craziness

I propose you to place

your salt and your foam within my verse.



I have dreamed a light that follows us

and promises to let us in the dark.

I have dreamed your clothes dispersed

all along a pier that augurs.



To you woman who comes

valiant to the center of the fear

I gift a rose and I swear

a note of love against the hate.



To you woman who touches

the highest of my thought

I plant my shadow and my history

in the sweet warmth of your breast.



I have dreamed that I love you and you love me.

I have dreamed that my dream is certain.



Cinco abrazos.

!Venceremos!

Rene, Fernando, Ramon, Gerardo y Tony.

7 de marzo de 2011

FCI Florence.




__._,_.___





- "Solo los obreros y los campesinos iran hasta el fin, solo su fuerza organizada lograra el triunfo"

Augusto C. Sandino




- "de todas las clases que hoy se enfrentan con la burguesia, solo el proletariado es una clase verdaderamente revolucionaria"

Carlos Marx y F. Engels, Manifiesto del Partido Comunista




- "Sin Teoria Revolucionaria no hay Movimiento Revolucionario"

Vladimir Ilich Ulianov - Lenin


- "... Esta es la Revolución socialista y democrática de los humildes, con los humildes y para los humildes. Y por esta Revolución de los humildes, por los humildes y para los humildes, estamos dispuestos a dar la vida... "

Fidel Castro R. -16-04-1961




- "Después de Nerón Somoza, la Revolución Popular Sandinista. Tal es la aspiración del movimiento guerrillero nicaragüense inspirado por el ideal justiciero de Carlos Marx, Augusto César Sandino y Ernesto Che Guevara, ideal de liberación nacional y socialismo, ideal de soberanía, tierra y trabajo, ideal de justicia y libertad"

Carlos Fonseca A. - 15-08-1969



- "los terminos medios son la antesala de la traición"

Ernesto Che Guevara



- "Tenemos que hacer una lucha revolucionaria, y eso pasa, por forjar conciencia de clase, lo decía Marx... Se necesita ¡la conciencia de clase! para ser revolucionario; para no convertirse en un instrumento de la contrarrevolución"

Daniel Ortega S. - 30-04-2008



- "Aqui en Venezuela, nuestra batalla es una expresión de la lucha de clases : El pueblo, las clases populares y los pobres contra los ricos y los ricos contra los pobres y los sectores populares"

Hugo Chavez F. - 30-11-2008



- "que no se reblandezcan con los cantos de sirena del enemigo y tengan conciencia de que por su esencia, nunca dejará de ser agresivo, dominante y traicionero; que no se aparten jamás de nuestros obreros, campesinos y el resto del pueblo; que la militancia impida que destruyan al Partido"

Raoúl Castro R.

quinta-feira, 10 de março de 2011

CUBA

SOBRE CUBA


Data: Quarta-feira, 9 de Março de 2011, 16:18



Relações perigosas entre a “dissidência” cubana e o imperialismoO capítulo “Os peões do Império” da série Razões de Cuba, transmitido no último sábado (26) pela Televisión Cuba, revela os estreitos vínculos da contrarrevolução interna com o governo dos Estados Unidos.



Moisés Rodríguez e Carlos Serpa (na foto), dois agentes cubanos infiltrados nas fileiras da chamada “dissidência” cubana, reconheceram no documentário que muitas destas pessoas são capazes de vender sua alma ao diabo, e são animadas a partir dos Estados Unidos.


Moisés Rodríguez, um trabalhador da Alfândega do aeroporto internacional José Martí, em Cuba, estabeleceu vínculos na prisão com o contrarrevolucionário Elizardo Sánchez e a partir daí, teve a oportunidade de receber instruções para desenvolver atividades conspirativas inclusive dos funcionários do Escritório de Interesses de Washington em Havana.


O agente Vladimir, para la Segurança cubana, foi até enviado por esse Escritório a Miami onde teve conversas com conhecidos terroristas, entre eles Luis Posada Carriles e tomou conhecimento dos planos para tratar de consolidar em Cuba um movimento desestabilizador.

Para isso, se utilizariam como ponta de lança contra Cuba, as denominadas Damas de Branco, financiadas diretamente pelos Estados Unidos por meio de uma fundação dirigida por outro terrorista, Santiago Alvárez, subordinado a Posada Carriles.


Os nomes de Marta Beatriz e Laura Pollán, dirigentes desse grupo, surgiram nas gravações das conversações telefônicas com os Estados Unidos e nas imagens de distribuição de dinheiro que continuamente era enviado para pagar as Damas de Branco.


Carlos Serpa provou para a filmagem do documentário,com a transmissão de uma inexistente detenção pela policia cubana e a imediata reprodução pela Rádio Martí de tal notícia falsa, que jamais foi contratada.



Carlos Manuel Serpa teve acesso aos mais altos chefes da SINA, entre eles Michael Parmly


Outro caso similar era o de Laura Pollán falando com os meios de comunicação estadunidenses sobre a repressão que sofria nesse momento por parte da segurança cubana enquanto as câmaras revelavam que nem um só agente se encontrava em toda a área em que se concentravam as Damas de Branco.

“Para mim Cuba está em primeiro lugar e continuará assim”, disse Serpa, recordando os momentos difíceis que viveu do ponto de vista familiar, pois enquanto realizava a tarefa encomendada, sua pequena filha escrevia na frente de sua casa uma mensagem pedindo liberdade para os cinco antiterroristas cubanos presos no Estados Unidos.

A contrarrevolucionária Martha Beatriz entregava dólares a 18 Damas de Branco para mantê-las ativas, afirma um dos agentes, que asseguraram que estes grupos formam parte da estratégia de subversão dos Estados Unidos contra Cuba.

Carlos Serpa declarou que a SINA é o estado maior da contrarrevolução em Cuba, e que o jornalismo “independente” em Cuba tem tutores norte-americanos. Acrescentou que a contrarrevolução interna o chamou para “inventar supostos atos de provocação”.



Fonte: Cubadebate, tradução da Redação

quarta-feira, 9 de março de 2011

Compromiso con igualdad de géneros

Cuba reitera en ONU



Naciones Unidas, 8 mar (PL-RHC) Cuba reiteró en Naciones Unidas su compromiso para trabajar a favor de la igualdad de géneros y el empoderamiento de la mujer y por su participación plena en todos los ámbitos de la sociedad.



Esa postura fue reafirmada en un comunicado divulgado este martes por la misión permanente de Cuba ante la ONU en ocasión de celebrarse el Día Internacional de la Mujer.


La nota lamenta que a más de 15 años de aprobada la Declaración y Programa de Acción de Beijing sobre las féminas, aún no se han alcanzado los objetivos fijados en esos documentos.

Asimismo, subraya la importancia del compromiso y la voluntad política necesarios para lograr el acceso de las mujeres a la educación, la capacitación, la ciencia y la tecnología y su igualdad a la hora de conseguir un trabajo decente.


La representación cubana alertó contra la feminización de la pobreza en el mundo y señaló que el 60 por ciento de los actuales pobres en el mundo son mujeres.

También advirtió que los conflictos, las invasiones, la ocupación extranjera y la imposición de bloqueos y medidas coercitivas unilaterales impactan de manera muy negativa sobre las mujeres y las niñas.


Sobre los logros de la isla caribeña a favor de las féminas, el comunicado subraya que desde su triunfo en 1959 la Revolución Cubana desarrolló una estrategia dirigida a la igualdad de género y asumió los compromisos internacionales en la materia.


Cuba fue el primer país en firmar y el segundo en ratificar la Convención Internacional contra todas las formas de discriminación hacia la mujer, precisa el comunicado.


Recuerda que el proyecto social cubano se caracteriza por el acceso gratuito y universal a la educación y la salud y la creciente participación de la mujer en todas las esferas de la vida social.


Esa labor permitió alcanzar ya uno de los Objetivos de Desarrollo del Milenio, relacionado con la igualdad de género y el empoderamiento de la mujer, agrega.


Como datos concretos, el texto señala que en Cuba las mujeres representan el 67,8 por ciento de los graduados universitarios, el 66 de la fuerza técnica y profesional, el 43 de los miembros del Parlamento, el 53,2 de los científicos.



http://www.radiohc.cu/espanol/a_noticiasdecuba/2011/marzo/8/onu.htm

segunda-feira, 7 de março de 2011

União da Ilha da Magia é campeã do Carnaval de Florianópolis

ACJMSC




Com o tema "Cuba sim! Em nome da verdade", a União da Ilha da Magia foi a grande campeã do Carnaval 2011 de Florianópolis. Em uma proposta ousada, causando grande expectativa na sociedade, a escola conseguiu fazer um desfile impecável e conquistar boas notas em quase todos os quesitos.


A escola ganhou com 264,8 pontos. Em segundo lugar ficou a Embaixada Copa Lord, com 261,5 pontos, e, em terceiro a Protegidos da Princesa com 261,3 pontos.


A médica e revolucionária cubana Aleida Guevara foi destaque na passarela e participou da apuração na arquibancada ao lado da comunidade da Lagoa da Conceição.



A cada nota dez recebida a comunidade se levantava e comemorava a aproximação do título. Aleida também comemorou a vitória e saudou a coragem da escola e a homenagem feita a seu povo e sua revolução.O enredo da UIM foi cantado por todos, e palavras de ordem como "Cuba sim, yankees não. Viva Fidel e a revolução" também foram ecoadas.



O destaque na pontuação foi também para a Comissão de Frente, que na Passarela Nego Quirido montou um mosaico com o rosto de Che Guevara, e para a bateria UIM, com todos os seus integrantes vestidos de guerrilheiros revolucionários.


É o primeiro título da União da Ilha da Magia, que completa no mês de março três anos de idade.

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domingo, 6 de março de 2011

Cuba si, en nombre de la verdad / Unión de la Isla de la Magia / Vea.

http://mediacenter.clicrbs.com.br/rbstvsc/46/player/170198/carnaval-em-florianopolis-uniao-da-ilha-da-magia/2/index.htm

Murió Alberto Granado, el amigo cordobés del Che Guevara

La noticia fue confirmada por la directora del Museo del Che en Alta Gracia. Falleció en Cuba.

• 05/03/2011 17:03 , por Redacción LAVOZ




El científico cordobés Alberto Granado, el amigo entrañable de Ernesto “Che" Guevara y compañero en su viaje por Latinoamérica, falleció hoy en Cuba. Tenía 88 años.

La información fue confirmada a La Voz por la familia Gioda de Alta Gracia, amiga muy cercana del científico. "Hoy nos llamó una de sus nietas y nos avisó que había fallecido esta mañana de un paro cardiorespiratorio", indicó a La Voz Beatriz Cañas Gioda.

Iba a venir a Córdoba. María Inés Carignani, del Museo del Che Guevara en Alta Gracia, dijo a este medio que el compañero de viaje del Che tenía planeado venir a Córdoba "este mes".

"La noticia nos afectó mucho porque era una persona muy dulce, un encanto de persona y cada vez q venía lo veíamos. Fue el gran amigo del Che, el que hizo aquel gran viaje", señaló.

Granado había nacido el 8 de agosto de 1922 en Hernando. Estudió Bioquímica, Farmacia, Ciencias Naturales, y a los treinta años inició un viaje sin rumbo fijo por toda Latinoamérica con su amigo Ernesto "Che" Guevara, según recuerda Wikipedia.

Ese viaje quedó retratado en la película de Walter Salles, Diarios de motocicleta, en la que el actor Rodrigo de la Serna interpretó a Granado.

Mientras dormía. "Murió mientras dormía en su residencia de La Habana", señalaron medios venezolanos que citaron fuentes de La Habana.

Granado Romero vivió en Cuba desde el 23 de marzo de 1961, donde dirigió un departamento de Genética hasta su retiro, en 1994.

Más información

- Iba a visitar Hernando con el actor De la Serna

- La vida de Alberto y su viaje con el Che

- Todo lo que se dice en Twitter sobre Granado

- Diarios de motocicleta, la película sobre el viaje de su vida